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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Homossexualismo ou Homo-masoquismo?

Nas relações homossexuais o ativo sente prazer em humilhar o "parceiro", gosta de vê-lo sentindo dor, de vê-lo em posições humilhantes, como ficar de quatro como um cão ou de joelhos diante dele praticando sexo oral, tudo para tentar provar sua "superioridade".

Por traz da personalidade dos ativos há um certo sentimento de inferioridade em relação a sua masculinidade, que o leva a ficar com homens, ou como ativo, para se sentir superior a outro homem, ou como passivo para se submeter a outro homem, por se sentir inferior. A maioria dos ativos, tiveram ou ainda tem namoradas, só procuraram por homens, por ter em algum momento ter duvidado da própria masculinidade e acabam achando que são gays, situações como ser rejeitado por uma namorada, não conseguir manter uma relação sexual com a namorada, podem levar a essa situação. Eles procuram homens só pra descobrirem de são gays mesmo e depois acabam se viciando no sexo com homem.

O passivo sente prazer em se humilhar pro outro, sente prazer em se sentir diminuído, pra tentar provar sua inferioridade. Sente um misto de dor e prazer. O passivo gosta de se humilhar para reforçar a ideia de que não é "homem". Passivos tendem a ser afeminados, a maioria das vezes foi criado por uma mãe superprotetora, por um pai distante e frio, um pai que não serviu como referencia, assim o menino acaba tomando a mãe como referencia, o que faz prevalecer pensamentos e gostos femininos, e eles se sentem inferiores aos outros homens, submetendo-se a eles. Geralmente esses meninos sofreram bullying e tem complexos de inferioridade. 

O homossexual se recusa a crescer, é uma eterna criança, um egoísta, mimado, invejoso e as vezes extremamente infantil. O motivo por que há tanta promiscuidade e infidelidade do mundo homossexual é pelo fato de se estar procurando algo que nunca se acha e nunca irá achar. Se procura um homem mais velho, na verdade está procurando seu pai. Procura o carinho que não recebeu quando criança e tenta reparar isso tendo relações sexuais com este homem, mas isso não substituirá jamais o amor paterno que lhe faltou na infância, isso tem que ser superado de uma forma madura.

Se procura por alguém na mesma faixa de idade, ou então um pouco mais novo ou pouco mais velho que você, na verdade você está procurando a si mesmo. Sim, você gostaria de ser como aquele garoto, como aquele homem. Você gostaria de ser bonito como ele, simpático como ele, másculo como ele. Se não consegue ser, se contenta em "ter". Essa busca também não tem fim. Mude o que pode ser mudado em você e aceite o que não se pode mudar, esteticamente falando.

Quem sofreu alguma perturbação no desenvolvimento da libido, escolhe o objeto de amor a partir de sua própria pessoa. Tudo indica que procuraram buscar a si mesmos como objetos de amor, escolha de um tipo que chamaria de narcisista. O Homossexualismo é um exemplo.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Dica de Leitura: "Homossexual – Quem é você? Para onde você vai?"


Trata do tema homossexualismo numa perspectiva cristã.
É dirigido a jovens de ambos os sexos, especialmente aos que se encontram em conflito em relação às tendências homo e heterossexuais e necessitam de uma orientação para a compreensão de seu estado de vida. Indicado também para pais e educadores que, muitas vezes, não sabem como orientar os jovens nessa situação.

Recomendamos o livro de Daniel Ange,  "Homossexual – Quem é você? Para onde você vai?".

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Homossexualismo: Causas e Cura

Até pouco tempo atrás, a pessoa envolvida no homossexualismo só tinha duas opções :
Assumir abertamente essa condição ou suprimir os desejos da carne e lutar consigo mesma em silêncio. Somente poucas pessoas sabem que existe uma terceira opção: A de buscar uma Forma de se libertar desse comportamento, dos sentimentos que o homossexualismo envolve. O silêncio que tem cercado essa terceira opção se deve, em parte, ao estigma que o homossexualismo tem. Além do mais são poucos os que se dispõem a declarar-se publicamente como ex-homossexuais.

Em meados de 1970, vários homens e mulheres recuperados do homossexualismo decidiram repartir seus conhecimentos e as experiências de sua própria liberdade e crescimento. Pouco a pouco se foi tecendo uma rede de companheiros que se viram trabalhando juntos por uma mesma causa, seja individualmente ou através de igrejas locais ou centros de orientação. Todos se sentiam chamados a dar apoio e direção àqueles que haviam decidido escolher o caminho da libertação do homossexualismo.

Uma dessas pessoas foi o jovem inglês Colin C, que renunciou às suas funções de pastor em Nova York, em 1974, para lutar contra o homossexualismo. Depois dessa renúncia, Colin teve oportunidade de analisar as experiências de sua vida e se deu conta de que parte de seu homossexualismo se devia a uma interpretação errada da pessoa de Deus, de si mesmo e do mundo, o qual havia causado nele uma sensação de carência de algo e um isolamento total. Essas análises foram avançando à medida que Colin começou a escrever sobre seu processo de amadurecimento e crescimento, embora sua vida heterossexual centrada numa fé cristã fosse deslizando nas realidades mundanas do dia-a-dia. Mais tarde, este diário que ele manteve por cinco anos, o ajudaria a desenvolver conceitos e princípios que lhe seriam muito úteis. Colin, que hoje desfruta de sua heterossexualidade livremente, como esposo e pai, é co-fundador de um programa internacional chamado H.A.- Homossexuais Anônimos, uma irmandade de homens e mulheres' que escolheram ajudar-se uns aos outros' na busca da libertação da homossexualismo.
H.A. começou em novembro de 1980 e surgiu como resultado de ideias e experiências de Colin e um colega de escola, Doug, ideias essas que foram postas em ação para ajudar aqueles que sofriam desse problema. H. A. é uma organização não-sectária, denominacional que se ocupa em ajudar. os que sofrem com a homossexualismo a libertar-se dela, através do apoio e direção que recebem nas reuniões semanais do grupo. No momento, há 50 grupos nos Estados Unidos e Canadá, um em Auckland e um em Nova Zelândia. Embora seja muito parecido com o trabalho dos Alcoólicos Anônimos, H.A. ressalta o enfoque cristão que procura levar as pessoas a realizar a bondade do amor de Deus por aqueles que se sentem "caídos" e a vitória de Jesus que conduz a libertação de qualquer desordem compulsiva. As pessoas são incentivadas a. identificar-se com a Pessoa do Cristo, a qual satisfaz todas as necessidades, as quais a personalidade homossexual tratou de satisfazer de maneira imprópria.

E que necessidades não foram satisfeitas na pessoa que está lutando contra homossexualismo?
Muitos investigadores, como por exemplo a doutora Elizabefh Moberly. da Universidade de Cambridge, chegaram à conclusão de que um fator preponderante que predispões ao homossexualismo é a insatisfação de uma criança em suas relações com o genitor de seu próprio sexo. A criança que não recebe amor do genitor do mesmo sexo, quando tinha mais necessidade dele, desenvolve uma ambivalência e trata de sobreviver sem depender desse amor, usando um certo mecanismo de desprendimento defensivo, ainda que em seu interior tenha uma grande necessidade desse amor. Junto com essa ambivalência (tendência a dar expressão igual a sentimentos contraditórios e opostos por exemplo: amor e ódio em relação à mesma pessoa), nota-se um ingrediente interessante: uma não identificação com o genitor do mesmo sexo, o que faz com que a criança, emocionalmente ferida, diga: "não quero ser como você". O resultado disso é a transferência dessa ambivalência para todos os membros do mesmo sexo, surgindo uma luta entre procurar ter uma intimidade com eles e querer evitar essa intimidade a todo custo. Uma vez que esses desejos (os quais são produtos de más' relações entre pai-filho ou mãe-filha) estão ocorrendo na Fase da puberdade. eles acabam se confundindo com intimidades eróticas. O homossexualismo é, portanto. uma ambivalência direcionada à pessoa de seu mesmo sexo, em vez de amor e a esse sexo. A conduta homossexual é essa tendência em buscar uma solução para aquelas necessidades que não foram satisfeitas entre pai e filho ou mãe e filha), que foram necessidades legítimas, mas que agora são eroticamente mal interpretadas. Infelizmente essa solução é falsa,, porque ironicamente ela diminui as possibilidades de que essas necessidades sejam satisfeitas em algum momento, criando assim um sentido de culpabilidade, aumentando a sensação de inferioridade, uma vez que aumenta a separação que existe entre as relações com o indivíduo do mesmo sexo, evitando assim que a pessoa pudesse chegar a ter uma relação saudável com a pessoa do mesmo sexo.

Do ponto de vista espiritual, o homossexualismo suprime a verdade acerca da pessoa de Deus (a qual é um desprendimento defensivo que se estende para a região espiritual) como é, revelada na mesma essência de sua criação do ser humano feito à imagem e semelhança de Deus, Homem e Mulher. Uma vez que a pessoa suprime essa realidade acerca de Deus, ela mesma não sabe nem quem ela é. suprimindo assim a verdadeira imagem de Deus, menos possibilidade tem a pessoa de conhecer a si mesma, incluindo a sua sexualidade. O resultado dessa supressão é um desligamento de Deus e uma sensação de estar abandonada por Ele. Quando a pessoa tem esse sentimento, trata então de compensá-lo buscando outro tipo de relação que preencha esse vazio que ela sente e que necessita preencher para sentir-se uma pessoa completa. O homossexualismo é um substituto. Assim, a intimidade é uma confusão simbólica da verdadeira intimidade que só pode conseguir com o perdão e o arrependimento e a aceitação do amor infinito de Deus que se estende, por sua vez, a todas as boas relações da humanidade.

Já que o homossexualismo é vista como uma limitação da personalidade e identidade do indivíduo, a supressão desse mal não se dá tanto com a troca da orientação sexual, mas sim no descobrimento de si mesmo através de uma relação "vertical" com a pessoa de Deus e uma relação horizontal com os seres humanos. É uma sensação que começa com a identidade, não com o comportamento. A fonte dessa sensação tem como base a habilidade da pessoa em entender o amor salvífico de Jesus e sua entrega pela humanidade, e não o quanto boa ou má essa pessoa é. À medida que a pessoa, através da sua fé, vai descobrindo esse amor de Deus por ela e que Deus nunca a abandonou, mesmo nos momentos de tentação ou atividade pecaminosa, sua confiança nesse amor de Deus vai aumentando e eventualmente o leva a romper esse poder que o homossexualismo exerce sobre ela e, por conseguinte, mudará sua conduta.

À medida que essa pessoa envolvida no homossexualismo via experimentando a reconciliação com Deus, vai-se dando conta de que também tem de reconciliar-se com seus semelhantes, em especial com o genitor do mesmo sexo. Tudo isso vai ocorrendo enquanto a pessoa vai passando pela dor desse rompimento, ainda que se sinta isolada ou tenha se separado das boas relações com os demais semelhantes que o rodeiam. É um processo que leva muito tempo e exige esforço constante. É muito importante que durante esse processo. sejam desenvolvidas relações do tipo não eróticas com pessoas de seu mesmo sexo, já que esse é um passo importante a ser dado antes de se envolver numa relação séria com o sexo oposto.

Devido à complexidade da estrutura do homossexualismo, não existem receitas instantâneas ou soluções fáceis. O restabelecimento se dá por etapas e envolve vários fatores , incluindo a idade da pessoa. o grau de envolvimento nas atividades homossexuais, seu estilo de vida, assim como o grupo cristão que tenha à sua disposição. Ainda que a necessidade de arrependimento e conversão seja vital, isso só não basta. Todas as fontes de graça e das Escrituras e da Igreja devem ser aplicadas á pessoa que sofreu esse descontrole emocional e espiritual, já que ela mesma criou para si uma imagem deformada sobre a pessoa de Deus , sobre si mesmo e sobre o mundo.

Muitos dos que se libertaram do homossexualismo, puderam estabelecer relações normais com pessoas do sexo oposto, conseguindo inclusive se casar. Isso não sucede como uma prova de superação de sua libido heterossexual. porém a pessoa descobre que, se caiu bem fundo na prática homossexual, o dom da heterossexualidade , que Deus lhes deu, é ainda maior.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Ex Gay conta seu testemunho de luta e de vitória

Dois anos atrás Michael Glatze provocou ondas de choque em toda a elite homossexual quando declarou publicamente que ele havia abandonado sua vida como proeminente ativista homossexual, se tornado cristão e abraçado a “sexualidade humana normal”.

Contudo, depois de ser vítima de intensas críticas e zombaria após sua conversão, Glatze decidiu “se retrair”, “ficar em silêncio” e “se preparar” por um tempo, mas agora diz que se sente compelido a dar seu testemunho de novo. Numa entrevista com LifeSiteNews.com (LSN), Glatze disse que, longe de ter voltado a seu velho estilo de vida (como muitos de seus críticos da comunidade homossexual disseram que ele faria), ele está “extremamente feliz, e apto a ter uma vida muito boa, normal e saudável”.

Glatze começou a se identificar como homossexual com a idade de 20 anos. Depois disso ele fundou uma popular revista homossexual para jovens — Young Gay America — com pouco mais de 20 anos, e se tornou uma fonte para os meios de comunicação nacionalmente reconhecida em questões homossexuais aos 30 anos.

Durante esse tempo, porém, ele começou a ter dúvidas sobre o homossexualismo, e em 2005, depois de uma década trabalhando no movimento homossexual, ele desistiu de tudo, decidindo que era “errado e imoral”. Pouco antes de deixar sua posição na revista, conforme ele relatou em 2007 quando revelou pela primeira vez acerca de sua conversão, ele escreveu em seu computador de escritório: “Homossexualismo é morte, e eu escolho vida”.

Depois de anunciar sua conversão, Glatze diz que foi “duramente criticado por pessoas que não me conheciam ao ponto em que eu precisava me retrair, para entender melhor tudo o que eu estava discutindo”.

“A fúria que vem dos indivíduos ‘gays’ contra pessoas como eu pode ser cruel e vil, e pode machucar”, ele disse para LSN. “Eles não param por nada para fazer me sentir envergonhado por minha atual posição acerca do homossexualismo, e tentar me fazer duvidar do que experimentei em minha vida”.

“Cheguei ao ponto em que decidi ficar em ‘silêncio’, e recusar ofertas para falar, e me preparar”, disse ele.

Desde então ele diz que “está confiando em Deus, e somente em Deus”. “Venho adorando viver uma vida relativamente normal”, disse ele. “Vou à igreja. Tenho namorado moças. E, continuo a entender as ramificações do pecado homossexual de forma cada vez mais profunda, e à medida que encontro outros presos nesse pecado, aprendo mais sobre a natureza humana, e observo minhas próprias experiências — comparando-as com o modo como eu poderia ter respondido ou reagido em certas situações apenas alguns anos atrás”.

Agora pronto para compartilhar seu testemunho de novo, ele diz que insiste em fundamentar sua identidade em Deus, em vez de se definir de acordo com sua condição de “ex-gay”. “Não quero ser algum tipo de porta-voz que faz essa questão parecer exagerada acerca de mim”, ele explicou.

“Há inúmeras pessoas que saíram do estilo de vida homossexual com êxito, largaram os hábitos do pecado homossexual e que têm vidas felizes e saudáveis”, ele continuou.

Ele diz que foi edificado por “muitos, muitos e-mails de pessoas de várias partes do mundo que se identificaram com meu testemunho… que me incentivaram a prosseguir nesta caminhada, que estão felizes, que abandonaram o homossexualismo, deixando-a bem para trás, que têm filhos e que têm belas esposas”.

“Parte do problema em ‘divulgar o testemunho’ é que estamos realmente apenas falando sobre a experiência humana normal”, disse ele. “Não é o tipo de coisa onde você sente a necessidade de investir horas de sua vida, correr e gritar ‘Gente, vocês precisam respirar o ar!’”

A verdade é “óbvia”, explicou ele. “A heterossexualidade é a sexualidade humana normal, enquanto o homossexualismo é um desvio. Essas são coisas óbvias. O que é tão inovador é o modo como os ativistas estão tendo sucesso em turvar a realidade”.

“Penso que enquanto os meios de comunicação perpetuarem o mito de que o homossexualismo não pode ser curado… quero continuar a espalhar a mensagem da verdade em oposição a essa mentira”, disse ele, “sustentado pelo fato de que estou mais feliz, mais confiante e muito mais saudável — e muito, muito menos gay — desde 2007 e os anos anteriores”.

Fonte: Life Site News (Traduzido por Julio Severo) Gospel+

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Sodomia e sodomita

- Há prazer em tudo o que cobiço?
“E tudo quanto desejaram os meus olhos não lhes neguei, nem privei o meu coração de alegria alguma; pois eu me alegrava com todas as minhas fadigas, e isso era a recompensa de todas elas.” Ecl. 2:10-11

- Se Deus existe, Ele deve ser contra o prazer! De outro modo, por que, então, o proibiria?
- Se o prazer é algo tão agradável, como Deus pode ser contra o prazer?

"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas." (I Coríntios 6:12). Deus não é contra o prazer, mas alerta que, para não produzir dor e escravidão mais adiante, todo prazer precisa ser subordinado. Se o prazer for escolhido como único critério para as ações, pode ser extremamente enganador, a ponto de matar. Ex. Quem fuma ou bebe por prazer.
"Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor."(Rm.6:23)

- Há prazer no homossexualismo?
O prazer enganoso e prejudicial também pode ocorrer no plano sexual. Há pessoas que, de alguma maneira, acabam educando o cérebro a apenas sentir prazer sexual quando associado à dor (própria ou de outra pessoa) ou a algum tipo de transgressão. Os sentidos chegam a tal confusão que a pessoa, em busca do prazer, passa a não se importar mais com as consequências. É este o prazer que torna a pessoa louca! Existem caminhos que para o homem podem ser bons, a princípio (pelo menos na sua percepção), mas que, no seu fim, podem dar em caminhos de morte. Por isso, o prazer, por si só, não pode ser o principal critério para que você decida que tipo de gratificação sexual é apropriado.

- Será, então, que o homossexualismo poderia glorificar a Deus de alguma maneira ou estar dentro dos Seus propósitos?
Antes de tomar uma decisão, não devemos nos perguntar se isso vai produzir prazer ou se vai ser agradável, mas se, com essa atitude, estaremos glorificando a Deus e cumprindo o Seu propósito divino para a nossa vida: "O corpo não é para prostituição, senão, para o Senhor, e o Senhor, para o corpo." (I Coríntios 6:13b) A sodomia é uma prostituição, é uma incessante busca por homens e mais homens, e nunca conseguem satisfação, pois na sodomia jamais existirá amor, pois a sodomia é um prazer que rebaixa o ser humano a um animal.

- Consequências da busca do prazer - hedonismo - acima de todas as outras coisas:
- ferir a si mesmo e aos outros: pessoas atraídas pelo prazer porque dão mais valor aos próprios sentidos do que a Deus; por isso, passam a apreciar aquilo que não é bom, nem para elas nem para os outros;
- escravizar-se ao prazer: “aos loucos, a sua impressão de bem estar [prazer] os leva à perdição. Mas o que Me der ouvidos habitará seguro, tranqüilo e sem temor do mal” (Pv 1:32, 33);
- remove o Criador do trono e toma posse de Seu assento, dali regendo toda a vida do “emprazeirado”;
- tudo tende a subordinar-se ao deus-prazer, e é somente ele quem vai determinar se uma ação é boa, saudável, moral ou eticamente aceitável (hedonismo).
“Buscai, pois, em primeiro lugar, o reino de Deus e a sua justiça, e todas as outras coisas vos serão acrescentadas”(Mt 6:33)
“A renúncia progressiva dos instintos parece ser um dos fundamentos do desenvolvimento da civilização humana.” S. Freud
“A renúncia é a libertação. Não querer é poder.” Fernando Pessoa
“Determinada flor é, em primeiro lugar, uma renúncia a todas as outras flores. E, no entanto, só com esta condição é bela.” Antoine de Saint-Exupéry
Toda a busca do ser está fadada ao fracasso; esse mesmo fracasso, porém, pode ser assumido.
Renunciando ao sonho vão de nos tornarmos deus, podemos satisfazer-nos simplesmente em existir. Simone de Beauvoir
Sempre é possível anular o passado. O arrependimento, o esquecimento e a renúncia poderiam apagá-lo. Oscar Wilde
O que de fato nos leva para Jesus é o conhecimento e a tomada de posição: (Mt 16:24)
“Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a suacruz, e siga-me;”
Renunciar a que? (2 Tm 3:1-5)
“…nos últimos dias sobrevirão tempos penosos; pois os homens serão amantes de si mesmos,
gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a seus pais, ingratos, ímpios, sem
afeição natural, implacáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus; tendo aparência de piedade, mas negandolhe o poder.”

É possivel ser um homossexual praticante e Cristão praticante?
A Bíblia é clara ao dizer que a pratica do homossexualismo é abominável, seja sodomita ou outras. O lesbianismo também é condenado em Romanos. O homossexual que deseja seguir a Cristo deve abandonar imediatamente suas abomináveis práticas e buscar em Deus a cura de sua sexualidade.

Como renunciar ao homossexualismo?
- Liberando-se de velhos atos, da mente viciada, do corpo viciado a toques abusivos e adoecidos;
- Fugindo dos lugares a das amizades que te levam de volta ao vômito, ao tremedal de lama;
- Conhecendo a si mesmo;
- Buscando intimidade com Deus;
- Convidando Jesus para ser o seu modelo saudável;
- E, principalmente, submetendo-se a Deus e não a sua própria vontade.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Derrubando todos os argumentos de defesa do homossexualismo

É um direito humano ser homossexual.

Resposta:Direito algum se fundamenta em ações, comportamentos ou estilos de vida. Direito é uma coisa séria. Não é brincadeira. Um direito humano diz respeito à qualidades inatas e ninguém nasce homossexual. A dignidade do ser humano está inserida neste contexto: a qualidade inata. Embora o Brasil queira a tutela deste "direito bizarro" junto à ONU, ele por si é viciado. Sua institucionalização será indubitavelmente um crime contra a natureza e uma expressão de tirania.

Pessoas nascem homossexuais e não têm culpa disso.

Resposta:Como já dito, ninguém nasce homossexual. Não há qualquer prova científica que sustente o contrário. Dean Hamer, ele mesmo um homossexual, desenvolveu como cientista uma pesquisa a fim de encontrar o suposto gene gay. Em seu próprio livro, The Sciense of Desire, ele afirma que seu estudo falhou em encontrar o que desejavam: simples herança mendeliana. Outros estudos biológicos sobre homossexualismo no cérebro, efeitos de hormônio pré-natal etc. também falharam. Quando uma pessoa diz que ela nasceu gay, isso geralmente significa que ela sentiu atração por pessoas do mesmo sexo na mais prematura idade que ela se recorde. Para não incorrer em culpa, o homossexual deve domar seus instintos e não concretizá-los em atos.

O homossexualismo é imutável.

Resposta:
Não. Há muitos os casos em que o indivíduo deixa de ser gay. O homossexualismo é um comportamento e todo comportamento é mutável.

Vocês são homófobos!

Resposta:
De fato. Esta palavra inventada pelo "movimento gay" serve para rotular até mesmo seus ativistas. Uma estridente ativista lésbica, chamada Camille Paglia, foi acusada de ser homófoba. Em seu livro, Vamps and Tramps, publicado em 1994, ela afirma que o rótulo de "homofóbico" revela o grau de "insanidade Stalinista" do atual ativismo gay. Paglia complementa na nota 94 na página 73 que "ativistas gays são culpados por desinformação Stalinista quando eles insistem em dizer que homossexualismo não é diferente ou que é equivalente à heterossexualidade, e que o ânus e a vagina são passíveis de troca (...) Tolerância de comportamento dissidente, que eu requeiro, não necessariamente significa aprovação pela sociedade. Sociedades pagãs e judaico-cristãs nunca e nunca devem concordar. Reprovação não é "ignorância" ou "inveja cega", termos enervantes em que se apóiam os ativistas gays (...) Similarmente, há questões médicas legítimas sobre a segurança e higiene de ruptura dos tecidos pelo sexo anal, mesmo que este último dependa, no meu ponto de vista, de um domínio privado fora do controle governamental."

Nós somos abertamente contrários ao homossexualismo, se isso seja interpretado como "homofobia", ou seja lá qual é o verdadeiro significado de uma palavra que sequer existe em nosso idioma pátrio, tais rótulos não nos intimidam.

Vocês são nazistas!

Resposta:Trata-se uma outra tática do movimento gay vincular o ódio ao homossexualismo ao horror nazista e agrupá-lo também ao racismo. Na realidade, uma estratégia de vitimização. E isso é especialmente dirigido aos religiosos. Os nazistas perseguiram os homossexuais por não serem úteis ao idealizado propósito de aumento da natalidade. A Alemanha precisava de homens para a guerra. Assim, os homossexuais seriam improdutivos sob este aspecto. Entretanto, entendemos que não é por este motivo - de serem necessariamente viris e reprodutores - que eles mereçam nossa censura, mas porque eles são destrutivos à saúde pública e à saúde espiritual. Quanto ao racismo, trata-se de uma estupidez tentar vincular uma qualidade inata como a raça com um comportamento.

Cerca de 10% da população mundial é gay.

Resposta:
Este é um dos argumentos mais comuns utilizados pelos ativistas gays. Esse número parece provir do trabalho de Alfred Kinsey, que executou um famoso estudo de comportamento sexual na década de 40. Tido como sólido projeto de pesquisa, foi e ainda é respeitado como um dos mais importantes estudos já feitos em matéria de comportamento sexual. Kinsey, neste estudo, estimou que aproximadamente 10% da população norte-americana tinha experimentado atividade homossexual em algum ponto compreendendo os últimos cinco anos. Isso foi amplamente interpretado de modo incorreto significando que 10% da população era homossexual. Porém, outros estudos têm contestado os números de Kinsey e mais informação tem vindo à tona com relação a sua metodologia de pesquisa. Kinsey pegou uma amostra de 5300 homens onde se incluía algumas centenas de prostitutas, 1200 condenados por crimes sexuais, alto número de pedófilos e exibicionistas, e um quarto dessa amostra era composta por detentos, que são desproporcionalmente homossexuais. Como se vê, este estudo é uma fraude grosseira, já que ele estava ideologicamente tentando fabricar uma transformação social no seu país. Para se ter uma idéia de quem era Alfred Kinsey, de acordo com Willian Dellenbac, fotógrafo do Instituto Kinsey, Kinsey era um exibicionista que gostava de se masturbar masoquisticamente e que no final da vida lutava para promover a pedofilia.

O estudo de E.O. Laumann da University of Chicago concluiu que em realidade apenas 1% a 3% da população é homossexual. Dean Hamer relatou que a incidência variava entre 1% e 3,9%. Simon Le Vay afirma que a incidência de homossexualismo masculino é bem mais baixa do que os 10% estimados por Kinsey.

A AIDS é mais comum entre heterossexuais, especialmente em regiões como a África.

Resposta:
Não é verdade. Segundo James DeMeo, diretor do laboratório de Pesquisas Biofísicas de Oregon, "a AIDS permanece um problema principalmente para os indivíduos pertencentes a grupos de risco identificáveis e de comportamento de alto risco passível de prevenção, que ao longo do tempo expõe seu corpo a fatores que destróem o sistema imunológico. Estes fatores incluem: sexo anal promíscuo e contaminado como a penetração por via anal de objetos e traumas associados com troca de casais e saunas públicas, promiscuidade, uso crônico ou associado de estimulantes sexuais, afrodisíacos, drogas psicoativas, anfetaminas, álcool, antibióticos e outras substâncias que deprimem o sistema imune legais e ilegais e desnutrição. A esta lista devem ser incluídos também a ingestão de medicações venenosas tais como o AZT - um limitador da corrente do DNA - que por si produz os mesmos sintomas devastadores atribuidos à AIDS."

Segundo ele, "A epidemia da AIDS nos EUA e Europa é fundamentalmente diferente da africana, tendo-se a impressão de duas epidemias completamente não relacionadas entre si. Nos EUA e Europa, principalmente os elementos masculinos são afetados, tanto homossexuais ou dependentes químicos; sendo nenhum outro vírus ou doença sexualmente transmissível são assim tão seletivos. Ao contrário, a AIDS africana apresenta sintomas diferentes dos observados nos EUA e Europa, apresentando um quadro típico há muito observado pelos médicos lá. A AIDS africana aproximadamente aflige tanto homens quanto mulheres. Nos EUA e Europa a epidemia não afeta primariamente os seres mais frágeis da sociedade, crianças e velhos, que normalmente são mais propensos a desenvolverem doenças infecciosas. Ao contrário, o HIV é dito afetar os mais fortes, aqueles adultos jovens entre 20 e 30 anos. Novamente, estas diferenças epidemiológicas sexo seletivas, idade seletivas e geograficamente distorcidas não são características de outras doenças infecciosas.

Na África, há pouco dinheiro para medidas de saúde pública e assim o caro teste de anticorpos do HIV ou "teste da AIDS" é raramente realizado. O diagnóstico de "AIDS", tal qual hoje aceito pela Organização Mundial da Saúde e outros organismos de saúde pública é meramente a apresentação de sintomas de várias doenças relacionadas à AIDS. Através deste criativo relacionamento, vastos números populacionais na África são dados como morrendo de AIDS não provada e não documentada. Fatores tradicionais de mortalidade na África que tem sido terríveis por séculos (fome, desnutrição, parasitas, infecções e as amplamente difundidas Doenças Sexualmente Transmissíveis - DST) são ignoradas nesta febre para classificar o problema como uma doença causada por um simples vírus: o HIV.

Nos EUA, falazes manipulações estatísticas inflacionaram os números de indivíduos infectados pelo HIV e mortes por AIDS. Primeiramente, o CCD precocemente desenvolveu o hábito de classificar os indivíduos HIV positivos de acordo com critérios políticos não científicos. Por exemplo, imigrantes HIV positivos freqüentemente não declaram homossexualismo ou uso ilegal de drogas. O uso de drogas é um crime passível de deportação e muitas nações possuem tabus sociais mais severos em relação ao homossexualismo. Assim, estes grupos rotineiramente apresentaram menores números de homossexuais e usuários de drogas, inflacionando a categoria "desconhecida". Quando o público em geral começou a associar este fator "desconhecido" para nacionalidades específicas, desenvolveu-se preconceito e devido a razões sociais, grupos inteiros foram reclassificados na categoria de "transmissão heterossexual de HIV". Números revisados foram então liberados pelo CCD, mostrando um surto nos números de "transmissão de HIV através de contato heterossexual". Então, os jornais publicaram "um dramático aumento no número de pessoas infectadas pela AIDS através de transmissão heterossexual" com extrapolações para o ano 2000 sugerindo que toda a humanidade estaria infectada: p. ex.: "todos correm perigo"."

O homossexualismo não é doença.

Resposta:
O homossexualismo é um desvio moral de personalidade. A sua enfermidade está na alma. A doença do homossexual é não saber controlar seus instintos, não se deixar governar pela razão e não procurar o auxílio de Deus para afastar-lhe deste mal. O homossexual merece de nós toda a assistência possível quando ele se dedica honestamente a se afastar desse mal. Entretanto, merece o nosso repúdio quando ele se entrega da maneira mais fraca e irresponsável possível a um mundo de depravação.

A APA retirou o homossexualismo do rol de desordens mentais em 1973.

Resposta:
Embora frisemos que o homossexualismo nunca foi uma doença, isso não quer dizer que os motivos pelos quais ele deixou de ser classificado como uma desordem mental tenham sido honestos. A APA não é uma organização séria. Segundo o psiquiatra Ronald Bayer, a APA retirou o homossexualismo do rol de patologias mentais, em 1973, por conta de manobras de bastidores de ativistas gays (Homosexuality and American Psychiatry: The Politics of Diagnosis -1981). Simon Le Vay, o homem responsável pelos estudos sobre o homossexualismo no cérebro, afirmou em seu livro, Queer Science, que o "ativismo gay foi claramente a força que propalou para a APA desclassificar o homossexualismo". Segundo o psiquiatra Charles W. Socarides, a decisão da APA foi política e não científica para alçar às nuvens o homossexualismo como um alternativo estilo de vida. Cada membro da APA recebeu uma carta assinada por vários candidatos à presidência da associação e outra de proeminentes psiquiatras defendendo a mudança. O que os membros não perceberam foi que as cartas tinham sido rascunhadas pelo Gay and Lesbian Task Force, que financiou todos os custos de elaboração e postagem. O desejo expressado pela APA é que tal mudança viesse a diminuir a discriminação experimentada por indivíduos gays e lésbicas, o que é totalmente acientífico. Por incrível que possa parecer, esta mesma APA está rediscutindo hoje a reclassificação da pedofilia.

O homossexualismo é algo normal pois ele sempre existiu...

Resposta:
Esse argumento é realmente muito frágil, pois se formos fazer uma analogia teremos também que os homicídios e roubos também sempre existiram e nem por isso devem ser aceitos como práticas normais.

Não é a mesma coisa comparar homicídios e roubos com sodomia, pois estas são práticas bem mais graves

Resposta:
Errado. O homossexualismo, segundo a Igreja, é pecado grave que brada aos céus inserido na classificação como "pecado sensual contra a natureza". A sodomia é passível de punição capital de acordo com várias passagens da Bíblia e sua prática condena ao inferno.

Não há condenações na Bíblia ao homossexualismo.

Resposta:
Há reiteradas condenações na Bíblia ao homossexualismo. Veja aqui as citações bíblicas.

O que está na Bíblia está sujeito a mudanças com o tempo

Resposta:
As sentenças da Bíblia, em questões morais, não mudam no tempo e no espaço. Valem para sempre. Isso porque Deus não muda. Com efeito, no Velho Testamento podemos ler o seguinte:
Ex 3:13-14 Moisés disse a Deus: “Quando eu for para junto dos israelitas e lhes disser que o Deus de seus pais me enviou a eles, que lhes responderei se me perguntarem qual é o seu nome?” Deus respondeu a Moisés: “EU SOU AQUELE QUE SOU”. E ajuntou: “Eis como responderás aos israelitas: (Aquele que se chama) EU SOU envia-me junto de vós.”

Deus não muda. Por isso ele aplica sempre o verbo "sou". Deus nunca "foi" nem nunca "será". Ele simplesmente "é". Portanto, Ele não muda.

No Novo Testamento, na Epístola de São Tiago, podemos ler o seguinte:

"Toda dádiva boa e todo dom perfeito vêm de cima: descem do Pai das luzes, no qual não há mudança, nem mesmo aparência de instabilidade" (Tg 1, 17).

Há sentenças no livro dos Levíticos que não são mais seguidas. E aí o homossexualismo se justifica...

Resposta:
Toda religião é regida por sacrifícios. Os sacrifícios do povo hebreu foram suprimidos com a cruz de Cristo, com o oferecimento da vida do Nosso Senhor para remissão de todos os pecados e abolição de todos os sacrifícios anteriores. Mas o livro dos Levíticos é um livro de sentenças morais, que não mudam, entre as quais a sentença condenando o homossexualismo, mas também sociais, que podem estar sujeitos a mudanças. E também o homossexualismo (feninino ou masculino) é condenado no Novo Testamento.

O Rei David era homossexual e demonstrou isso quando teve um relacionamento com Jônatas

Resposta:
Trata-se de um ardil querer dar uma conotação maldosa a uma passagem da Bíblia contrária ao sentido real das Escrituras. Satanás empregou essa maldade enquanto tentava o Nosso Senhor no deserto (cf. Mt 4, 10). A passagem que os grupos gays costumam distorcer o sentido está em II Sm 1, 26, quando David declara o seguinte: "Jônatas, meu irmão, por tua causa meu coração me comprime! Tu me eras tão querido! Tua amizade me era mais preciosa que o amor das mulheres." Como se vê, não há nada aqui em que se possa subentender a prática do homossexualismo. Se toda a manifestação de amor a uma pessoa fosse homossexualismo, estaríamos todos sentenciados ao inferno. Trata-se simplesmente da manifestação do dever cristão: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Mc 12, 31) o que nada tem a ver com sodomia.

Jesus nunca condenou o homossexualismo

Resposta:
Jesus é Deus e como já foi dito Deus não muda. Deus sempre condenou o homossexualismo desde os tempos de Sodoma e Gomorra. Jesus condenou toda espécie de egoísmo e pecado com as seguintes sentenças: "Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu espírito e de todas as tuas forças" (Mc 12, 30); "Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Mc 12, 31); "Não julgueis que vim abolir a lei ou os profetas. Não vim para os abolir, mas sim para levá-los à perfeição. Pois em verdade vos digo: passará o céu e a terra, antes que desapareça um jota, um traço da lei.* Aquele que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim aos homens, será declarado o menor no Reino dos céus. Mas aquele que os guardar e os ensinar será declarado grande no Reino dos céus". Para finalizar, Jesus deixou mais uma sentença em Mt 18, 6: "Mas, se alguém fizer cair em pecado um destes pequenos que crêem em mim, melhor fora que lhe atassem ao pescoço a mó de um moinho e o lançassem no fundo do mar."

O homossexualismo é amor da mesma forma que o amor entre homem e mulher.

Resposta:
A sodomia não é amor. A sodomia é um pecado gravíssimo. Segundo a doutrina da Igreja, a sodomia é um pecado que "brada os céus". Na Bíblia há várias e repetidas condenações à sodomia. Não existe amor em querer, consentir ou participar de um mal ao próximo. O que há é uma mútua união de egoísmos, cada qual querendo uma satisfação instantânea de um prazer proporcionado pelo coito anal. Amor é querer o bem ao próximo. Quem despreza o próximo não quer o seu bem. Quem faz o mal ao próximo despreza o próximo. Logo, o homossexualismo não é amor. É egoísmo.

O homossexualismo era difundido na Grécia e em Roma e várias eram as personalidades homossexuais.

Resposta:
Sim. Na Roma e na Grécia pagãs, o homossexualismo e o bissexualismo eram comportamentos de vários reis, filósofos, imperadores e artistas, ou seja, um comportamento difundido sobretudo nas classes mais altas evidenciando como o dinheiro, o poder e a fama podem conduzir a todas as formas de dissolução. Mas as personalidades não devem ser copiadas em todas suas atitudes, mas apenas naquilo em que ela nos fornece de bons exemplos. Portanto, se fulano é um homem dotado de certo talento mas que pratica a sodomia, não significa que tenhamos que copiar tudo que ele faz, mas apenas aquilo que é uma virtude. Isso não passa de um tática para associar o homossexualismo a imagens positivas, assim como o comércio faz com propaganda de seus produtos apelando às celebridades.

O homossexualismo é natural pois até os animais copulam.

Resposta:
De acordo com certos veterinários os animais do mesmo sexo não copulam, mas simulam essa prática. Mas digamos que a cópula exista entre animais, esta ocorreria em situações absolutamente excepcionais, como também ocorre com o canibalismo e outros atos. Não é algo comum. Os animais não pensam, não têm obrigações para com ninguém e por isso não têm a quem prestar contas de seus atos. Querem dizer que nós somos iguais aos animais? Nós somos diferentes porque temos deveres impostos pela nossa razão, onde está incrustada a lei natural de Deus. Por isso o que é para nós natural é seguir a orientação da razão e não copiar o que os animais fazem, pois eles não têm consciência do que fazem. Os sodomitas se classificam como animais irracionais, ao compararem a sodomia no mundo animal à sodomia deles. E quem pratica a sodomia se coloca no mesmo nível dos animais.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Para deixar o homossexualismo

Para deixar o homossexualismo será preciso, como ocorre também com os drogados, abandonar as velhas amizades, deixar os ambientes que favorecem a sua prática do seu vício. As más companhias neste caso são piores que veneno; você terá de deixar os "velhos amigos". Corte-os de sua vida imediatamente.

A luta contra as impurezas é da maior importância, não só para cada um de nós, mas principalmente porque cada batizado é “membro de Cristo” (1Cor 12,27).

É preciso estar ciente de que, quando nos sujamos, sujamos também o Corpo de Cristo; aí está toda a gravidade da luxúria. Cada um de nós é parte do Corpo de Cristo.

Lembre-se de algumas coisas:

1. Perdoe a todas as pessoas que você acha que foram culpadas pela sua situação atual. Deus não perdoa a quem não perdoa os outros. Não adianta nada você ficar culpando os seus pais ou seus familiares. Isso não vai ajudá-lo em nada, ao contrário, só atrapalhará. Sabemos que sem perdão, não há cura.

2. Acredite que você pode mudar. Acredite que pode deixar de ser homossexual; acredite que você pode ser curado por Deus.

3. Nos momentos de tentação, de solidão e de depressão, não beba; a bebida enfraquecerá a sua vontade e a sua lucidez, e fatalmente isso o levaria a cair. Muitos homossexuais se tornam alcoólatras. Nesta hora será preciso beber de Deus e não do álcool.

4. Renuncie diante de Jesus, ao pecado do homossexualismo, e peça sem cessar e sem desanimar a sua cura.

5. Não volte seu pensamento aos fatos e coisas que você viveu no passado; entregue sua mente e seus pensamentos a Deus; e alimente-os na oração e na meditação da palavra de Deus. Vença a tentação repetindo em voz baixa um versículo da Bíblia:
“O Senhor é meu pastor, nada me faltará!”
“Tudo posso em Jesus Cristo que me dá forças!”

6. Viva um dia de cada vez. Jesus disse que a cada dia basta o seu mal. Isso é, você precisa aprender a viver um dia de cada vez; uma luta a cada dia. O pecado, qualquer que seja ele, só poderá ser vencido se a gente lutar todos os dias contra ele, com força e fé renovadas a cada dia. Não haverá uma vitória definitiva, de modo que você não precise mais lutar. Não. A luta contra o pecado será necessária sempre; se você deixar de lutar, ele o vence.

7. Não se preocupe com o amanhã; quem reza, não pode ter medo do futuro; o mesmo Deus que o guarda, hoje, o protegerá amanhã. Portanto, viva o seu “hoje” na graça de Deus.

Na luta contra o pecado, Deus vê todos os nossos esforços, até os menores; e não nos abandona.
“Clamou este aflito e o Senhor o ouviu e o livrou de todas as suas tribulações” (Salmo 33,6)

Trecho do livro: Jovem, levanta-te!

O desenvolvimento do homossexualismo na adolescência e a terapia para a cura da sexualidade

I. Mudanças de Estado

A gente costuma falar da adolescência como uma unidade, em que há gerais e específicos, mesmo os dados relativos ao tempo total do adolescente. Assim como é óbvio em um grupo, crianças de dois anos de idade são significativamente diferentes daqueles que são de um ano de idade, mas pessoas de 22 anos de idade são muito semelhantes aos de 23. Reconhecemos que há diferenças significativas no intervalo de dois anos durante os anos da pré-adolescência e adolescência. Além de variações na idade, há variações significativas que têm uma qualidade genética, a qualidade social e familiar do estado de qualidade social. É importante manter esses conceitos em mente quando se olha para o sujeito, em geral, para além de qualquer entidade clínica específica. Estas palavras foram ditas antes, mas em geral não têm sido aplicadas.

II. Mudança Orgânica

Os neurocientistas acreditam que o desenvolvimento do cérebro adolescente
é significativamente influenciado por fatores externos e emocionais social. A maturação do cérebro começa na puberdade e continua durante toda a adolescência. Há mudanças significativas no volume e estrutura da matéria cinzenta do cérebro. Por exemplo, frontal picos de volume de substância cinzenta em torno de 11 anos nas meninas e 12 anos nos meninos. O córtex pré-frontal dorso lateral é importante no controle dos impulsos não atingir o tamanho final do adulto até 25 anos de idade. Também é verdade que a maturação normal do cérebro com reorganização cerebral ocorre em resposta (até certo ponto), devido às experiências sociais. A matéria cinzenta do lobo frontal aumenta rapidamente a seu máximo na época da puberdade. Esta área do cérebro é fundamental para determinar as relações sociais. Reorganiza e lentamente diminuir de tamanho durante a adolescência. Esta plasticidade neural tem redução sináptica extensa no córtex pré-frontal durante a adolescência. Além disso, os sistemas de neurotransmissores não amadurecer até a idade adulta. (Dahl, 2004)

Certos fatores que causam alterações, tais como (física ou mental), nutrição, estresse e exercício físico (incluindo desporto) pode ter um efeito significativo sobre a actividade eo desenvolvimento do eixo reprodutivo ea regulação do despertar deste eixo na puberdade . As preocupações de estresse pode levar a uma supressão da função reprodutiva, aumentando a força inibitória hormônio gonadotrofina neurônios. Isto pode conduzir a uma menor estimulação da função ovariana e testicular. Se o estresse é crônico, pode haver uma completa supressão do eixo reprodutivo. "Hormônios esteróides gonadais modulam a atividade de vários sistemas de neurotransmissores, que se projetam pelo cérebro e desempenham um papel central na regulação de muitas funções do cérebro ordem superior, incluindo a regulação emocional e cognição." Portanto, o estresse crônico do período antes da puberdade até a puberdade pode comprometer o desenvolvimento tanto meninas como meninos, mesmo atrasando o desenvolvimento da capacidade reprodutiva e no desenvolvimento das características sexuais secundárias. (Dahl, 2004)

O prosencéfalo do adolescente é excepcionalmente sensível aos estímulos ambientais que podem afetar a organização funcional dos vários sistemas do cérebro. As declarações acima são o resultado de extensos estudos neurológicos, que reflectem o cérebro.

III. Sexo antes da puberdade (faixa etária de 10 a 12)

Antes de atingir a maturidade sexual, identidade sexual física não está completamente estabelecida, de fato, há um movimento ou uma identidade sexual ambígua (que está dentro do padrão social normal). Isso geralmente é visto mais em meninas do que nos meninos. As experiências de amadurecimento normal após a puberdade estimular os processos de integração. Este impulso na direção de uma determinada identidade sexual pode ser perdida devido a fatores que precedem. Isso pode levar a uma crise de identidade (com ansiedade acentuada e depressão) e / ou identidade equivocada. Por exemplo, um cara com experiência na puberdade podem ter a sensação de isolamento e de ferida narcísica, o que pode levar à formação de uma orientação homossexual a se identificar com um homem gay que trabalha como um ideal do ego masculino. (Blos, 1979)

Meninos

Além da quantidade significativa de crescimento físico que teve lugar, esses jovens terão sido cada vez mais ligados uns aos outros esportes de equipe mais avançada. Eles também estão formando uma forte identificação com modelos masculinos, não apenas suas famílias, mas nos esportes e outros contactos directos e indirectos. A identificação com esses modelos é importante para sua segurança, a estima e o estabelecimento de sua identidade como homens.

Meninas

As meninas dessa idade são mais maduras fisiologicamente, psicologicamente e neurologicamente que os meninos. Tendem a ter uma ligação mais segura com os outros, bem como com os modelos do sexo feminino. Nas famílias e as sociedades que têm uma atitude positiva em relação às mulheres estão mais uma posição mais estável do que seus colegas do sexo masculino. Se as famílias ea sociedade tendem a denegrir as mulheres, então, introduzida em um período de maior estresse.

Este é o tempo de vida de meninos e meninas caiam distúrbio conhecido como período secundário de Édipo. Assim como a primeira experiência de Édipo, a solução envolve uma identificação homossexual com um pai (ou substituto) do mesmo sexo. Identificação requer um sentimento de amor (afeição) para que o indivíduo.

IV. Puberdade (entre 12 e 14)

Meninos

Este período tem a confusão interior mais do que qualquer outro período de tempo entre 10 e 20 anos de idade. Nos anos subseqüentes podem mostrar mais desordem e verdadeiros atritos com a sociedade, mas a desordem interna é menor. O jovem está lidando com as inseguranças da excitação sexual, a função sexual social, aumento da identificação com modelos masculinos e deixado inconsciente anexos homossexual. As dificuldades deste período impediu a presente resolução pode levar a repercussões que podem levar anos para se quebrar.

Meninas

Supondo uma positiva reação normal da família e da sociedade em relação às mulheres, essas meninas vão passar essa fase da vida muito bem. Normalmente estar numa forte relação positiva com a mãe (ou substituto), com a segurança das expressões hostis conflito expressou repetidamente, que é de curta duração (geralmente durando apenas alguns minutos). O carinho aberto entre as meninas é considerado um atributo positivo normal, enquanto nos homens é geralmente considerado afeminado, fraco e não masculina. Isto torna mais fácil para uma menina na puberdade para manter os sentimentos emocionais e ainda assim ser gay como ele se torna sexualmente maduro mulher heterossexual.

V. Adolescentes (idade entre 14 a 16)

Meninos

Este é o tempo para praticar. Embora tenha achado inseguro, geralmente sabem o que querem ser. Tudo o que distorce a sua identidade normal (modelos), percepções sociais / necessidades psicológicas da mulher e da estabilidade da sua família pode ter efeitos contraditórios sobre o seu desenvolvimento ao longo dos próximos anos. É normal que haja atrito entre o adolescente e o pai (ou substituto) de curta duração. Se não é seguro fazer isso em casa, o lugar mais seguro é perto da escola. Se não tiver certeza haverá exterioriza para a sociedade. Apesar de contactos homossexuais entre as meninas a ser visto como normal neste período, os homens podem vê-la em uma luz diferente. Além disso, se o homem chega a afastar essas respostas agressivas / atrito, que pode girar de forma defensiva para a orientação homossexual como uma medida de maior proteção.

VI. Homossexualismo

Para explorar qualquer sintoma ou expressão do comportamento é importante realizar uma abordagem multi-facetada. Isto deve incluir a avaliação do funcionamento do ego, particularmente para o nível de fixação ou regressão da libido, bem como o estádio de maturação, exploração ou agressão no desenvolvimento geral do ego. Os processos pelos quais se desenvolve este sintoma ou expressão comportamental, são vitais para a compreensão do problema. Finalmente, para avaliar a estrutura do ego de uma pessoa precisa saber como o ego está funcionando em outras áreas, particularmente em suas relações de objeto. (Socarides, 1990)

Portanto, o comportamento homossexual ou inclinação pode ser uma expressão de material de Édipo e / ou pré-Édipo. Pode ser uma resolução de um conflito inconsciente do ego desenvolvimento precoce mais um nível maior de organização do ego.

A dinâmica pré-edipiana, sob a forma de resolução de conflitos homossexuais tendem a gastar mais na defensiva e paranóica expressão descritiva.

A resolução incompleta dos conflitos que se expressam os níveis mais elevados até mesmo de desorganização o homossexualismo pode ser visto na freqüência de destaque da instabilidade do casamento "homossexual. Estes compromissos não duram mais de dois anos. Lá, durante o "compromisso" relações sexuais freqüentes "adúltera". Isto indica claramente como é quase certo que o comportamento homossexual é uma tentativa de resolver os conflitos inconscientes cinco anos anteriores.

Enquanto anteriormente o desenvolvimento do ego em que jogos são devido a conflitos não resolvidos, mais próximo das experiências individuais de ferida narcísica. Isso pode ser experimentados e expressos como a paixão narcísica (ordinário ou mais sutil) a um terapeuta ou alguém para dar uma resposta terapêutica ao homossexualismo. Você pode até mesmo assumir a liderança contra alguém que responde ao homossexualismo como um problema e não uma forma normal de operação.

É óbvio que quanto maior o nível de organização do ego (Édipo), melhor o prognóstico para a resolução do conflito subjacente. No entanto, como em todas as relações analíticas) tratamento (, a motivação do paciente para compreender e resolver seus conflitos internos é o elemento mais importante para um resultado satisfatório. Qualquer coisa que se opõe a uma motivação não é só contraproducente, mas realmente tem uma qualidade constritiva inibitória. Cabe portanto a todas as pessoas razoáveis ​​que defendem os indivíduos com sintomas de trabalho homossexual para encontrar uma solução para este problema. O oposto do auxílio está a tentar tratar os sintomas como normal, dado que reduz a motivação das pessoas para ajudar.

A dificuldade surge quando as pessoas razoáveis ​​quer proteger os homossexuais a partir da dobra de abusos legais e ilegais, sob a égide de organizações que vista. O que é muitas vezes um conjunto de indivíduos com mais defeitos graves ego (muito primitiva / definição de pontos, não totalmente desenvolvidos), sob a organização guarda-chuva mesmo. O resultado pode ser destrutivo ou, pelo menos prejudiciais para a sociedade e dos indivíduos. Ele pode ser um contributo significativo para o negativo muitas respostas para a estrutura familiar normal (o casamento heterossexual e filhos). A assim chamada "liberdade de escolha" tornou-se um convite a um aumento da promiscuidade sexual e resulta em um aumento na transmissão de doenças sexualmente.

Uma das construções mais importantes dinâmica é o conflito de sadomasoquismo. Por exemplo, o homossexual passivo inclinações sadomasoquistas abandonar uma posição de poder ou de vencimento através do amor, enquanto aqueles com um sádico defensiva construção mais pode tomar um tipo de resposta mais paranóica e desistir do amor, porque o que eu sinto é) poder (hostilidade . Porque há uma ligação conhecida entre homossexualismo e paranóia pode ver alguns elementos deste em alguns dos grupos que são hostis ao homossexualismo como psicológico / social. Isso pode ser perigoso e contraproducente para a sociedade em qualquer conversa de um grupo científico.

Um ponto interessante clínica na investigação não é nada surpreendente sobre a tendência dos indivíduos suspeitos e paranóico para experimentar e expressar hostilidade contra aqueles que discordam dele, como uma vítima. Temos visto isso em ativos grupos homossexuais na vida social, política e científica. Assim, não surpreendentemente, há mesmo uma tendência a expressar a sua posição homossexual em termos grandiosos. Isto tem como consequência a seguir:

Atualmente há muita literatura que vai para as escolas da nação elaborado por professores homossexuais. Esse material diz às crianças que têm "alternativas sexuais legítimas". Isto pode não ser gay, mas certamente pensa que vai ajudar a criar qualquer sentimento de insegurança e dúvida sobre os papéis de gênero que são normais em crianças (especialmente durante a puberdade e adolescência). Em vez de contribuir para a sua liberdade de pensar, sentir e explorar o seu mundo pode contribuir significativamente para a sua ansiedade e confusão. Os adolescentes costumam ter sentimentos homossexuais e até experiências homossexuais. Isso geralmente leva a um heterossexual desenvolvimento normal. literatura anterior de "alternativas sexuais legítimas" só pode adicionar dúvidas, insegurança e depressão. O aumento da tendência suicida. Lembre-se os comentários acima sobre os potenciais efeitos cérebro biológico de estresse.

Hoje, a lésbica / gay apresenta a noção de que o homossexualismo pode ser uma opção razoável e normal. O material sobre o assunto, com essa visão está sendo oferecido à escola muitos sistemas dos EUA. Por isso, muitos estudantes de faculdades e universidades em tumulto e ansiedade sobre seus sentimentos e atividades sexuais com o sexo oposto pode assumir a liderança posição menos estressante de se ver como "bissexual". Não é incomum durante a adolescência que as pessoas lutam com fantasias homossexuais e heterossexuais (consciente e inconsciente). Isso pode resultar em alguma atividade homossexual. Isso não é incomum na transição normal da adolescência à vida adulta para adolescentes, que são basicamente heterossexual. No entanto, para aqueles que, como o grupo anterior, com importantes tensões sexuais, pode se mover para uma posição defensiva "bissexual", principalmente quando reforçado pela literatura atual da lésbica / gay. Os adolescentes que acham suas fantasias e ego-distônico sentimentos homossexuais são mais propensos a ser introduzida gradualmente mais facilmente neste período de tensão e discordância. O apoio da comunidade gay / lésbica para aceitar os seus sentimentos homossexuais como sintônica ego vai completar sua transição para a heterossexualidade mais difícil e repleto de tensão. Esses indivíduos podem levar anos para reconhecer a sua posição fundamental heterossexuais. (Socarides, 1965, 1979) O efeito sobre o desenvolvimento do cérebro e do eixo dos neurônios sexual / hormonal deverá ser significativo.


VII. Problemas do homossexualismo na adolescência

1. A ausência de masturbação ou início tardio masturbação sem evidentes interesses heterossexuais.

2. O comportamento homossexual na adolescência sem ansiedade, falha significativa ou conflito aparente com fantasias perversas.

3. Ausência de verdadeiras relações de Édipo em qualquer aspecto da história infantil.

4. Fantasias homossexuais sem socializar com Heterossexualidade, interpessoais atitude calma e ausência de flutuações emocionais e responsabilidade típica desta idade.

5. A hostilidade para com os seus próprios impulsos e falta de libido sentimentos sobre sexo.

6. Qualquer contato homossexual com o crescente ressentimento e tendência a suprimir as outras exigências do instinto.

7. Persistente contato homossexual mesmo passada a adolescência.

8. Relacionamento homossexual com um adulto.

9. Quando a adolescente diz taxativamente: "Eu sei que eu sou homossexual, desculpe."

VIII. Terapia para a cura (Não querer ser gay, já é um grande passo para a cura)

O mundo da criança é sua família e deve ser levado em séria consideração. Deve ser visto de forma diferente de uma criança que tem uma idade mais precoce da puberdade que um garoto de 16 anos de idade e um rapaz que é mais adulto do mundo um passo de ir para casa ou ir para a faculdade, etc. Portanto, eis que o paciente e os pais e, em seguida, individualmente. Se outras pessoas que vivem em casa pode ser muito valiosa para vê-los ter uma visão mais clara da dinâmica da família. A partir daí você pode oferecer um programa de tratamento que atenda essas circunstâncias únicas.

Se a criança não é mais uma criança, mas um adolescente mais velho, ele passou a influência mais importante dos pais e o impacto sobre suas vidas. Sua contribuição mais importante de suas vidas, agora e no futuro está na sua afeição por ele e ele está ciente do respeito que seus pais. Sabendo que seus pais o ama e que existe uma família unida no amor, eles estão sempre lá para ele agora são suas maiores contribuições para o bem-estar da criança/adolescente.

Neste ponto de sua vida, os pais não podem "querer" coisas para ele. Ele deve querer coisas para si mesmo. Os pais não podem querer ser médico e ter sucesso neste negócio, se ele quer ser um arquiteto. Seus pais podem não querer viver no celibato, se ele quer se casar. Assim, eles não podem querer ser heterossexual, se ele quer ser homossexual. No entanto, se ele sente uma orientação homossexual, mas gostaria de ser heterossexual, então o seu apoio, que coincide com seus desejos, que muitas vezes pode alcançar uma conclusão bem sucedida de uma orientação heterossexual. Mas devemos ter em mente que seu desejo sincero de ter orientação heterossexual devem ser originários de dentro e não ser baseada de acordo com os desejos de seus pais.

O mais importante é o amor entre pai e filho durante os muitos anos de seu relacionamento. Manter esta relação positiva e de saúde e bem-estar dos participantes é a coisa mais importante de todos.

Embora o termo "gay", a depressão é uma experiência comum, consciente ou inconsciente da maioria dos homossexuais, tanto masculinos quanto femininos. É a maior preocupação dos indivíduos, depressão ou orientação homossexual? Se a preocupação é, principalmente, que de uma orientação homossexual e quer entender-se mais profundamente para mudar essa orientação, esta terapia está ao seu serviço para ajudar nesse propósito. Se a sua preocupação é a depressão e ser gay é menos significativo para ele, então não há a psicoterapia para ajudá-los nessa finalidade. Enfim, é o paciente quem escolhe.

Assumindo que a depressão é a principal preocupação e que o paciente é capaz de participar de uma dinâmica de psicoterapia intensiva (ex. Psicanálise), podemos esperar um resultado favorável. Porque o dano auto-imagem, de prejuízo e bloqueios emocionais liberdade individual são experiências comuns de homossexual, consciente ou inconsciente, podemos esperar os melhores resultados na resolução do problema da depressão é a retomada do desenvolvimento psicossexual normal, a heterossexualidade, mas não necessariamente.

Seja qual for a escolha, o paciente decide que caminho tomar e como agora eles querem ir. A terapia, de qualquer tipo é a escolha do paciente para atender suas necessidades. Os desejos da sociedade, da família, terapeuta ou organizações profissionais não entram na eleição. Seja qual for a circunstância, é sempre a escolha do paciente.

O diagnóstico e o tratamento nunca são determinados pelo sintoma. O diagnóstico psicológico é uma compreensão complexa da dinâmica da psique do paciente. Envolve o desenvolvimento psicológico do paciente, sua capacidade de tolerar o estresse sem descompensação psicológica significativa e motivação para entender e fazer as alterações apropriadas. O tipo de tratamento escolhido e do âmbito de aplicação deste tratamento é iniciado por uma decisão do paciente concordando com o terapeuta.

O fator mais significativo é a motivação do paciente para entender. Se a motivação é sentir-se melhor, é compreensível, mas deve ser secundária ao seu desejo de entender seus problemas e resolvê-los. (Breiner, 2001)

Quais são as causas mais comuns potencial para o homossexualismo masculina ou feminina? Porque o homossexualismo é emocional e comportamental de complexas reações a uma variedade de conflitos internos. No entanto, alguns fatos vêm à tona:

1. Qualquer condição psicológica de leve a grave dimensão pode ter um homossexual em uma pessoa enquanto outra pessoa com o mesmo problema pode não ter expressão homossexual.

2. O carinho e amor para um membro do mesmo sexo é uma parte desenvolvimento psicossexual normal de uma criança. É necessário identificar-se com amor e um adulto do mesmo sexo, enquanto avançam na primeira infância. Sem essa experiência comum, que a pessoa vai ter problemas psicológicos, mas não necessariamente o homossexualismo.

3. Porque a mãe é a pessoa mais importante na vida uma criança antes da idade de três anos, sua reação a essa criança e como outros adultos reagem à casa-mãe (especialmente o pai) preparar as crianças para sua orientação e para os relacionamentos futuros. Uma dificuldade neste tipo de experiência da infância é o homossexualismo como uma defesa contra a ansiedade tenha sido causado.

4. Entre 15 e 20 meses de idade, uma menina se vê mesmo que do sexo feminino. As crianças neurologicamente progresso menos nos primeiros três anos, assim que sua identificação como um macho é de 18 a 24 meses. Ambos necessitam de um bom relacionamento com a mãe e o pai. Este é o começo do significado do pai como amoroso caseiro da criança e da criança. Esta é a base para o estabelecimento precoce de papéis de género.

5. O tempo entre três e cinco anos para ambos meninos e para meninas é o momento de aprender básicas interações sociais com seus pares em brincadeiras, além de participar com seus pais e assisti-los. Passar o sucesso desta fase de desenvolvimento permite o estabelecimento de seu papel de identificação do sexo de base final com um dos pais (ou substitutos) do mesmo sexo.

Em resumo, apesar de qualquer problema poder levar a expressão homossexual, os destaques são: a auto-lesão (dano à própria imagem) ou desenvolvimento incompleto da função de conflitos de gênero, conflito com a identificação com um membro do mesmo sexo e conflito sobre sentem necessidade de um membro do sexo oposto.

O tipo de tratamento depende sempre das necessidades e desejos do paciente. Nunca deve ser determinada por aquilo que o terapeuta quer que a família ou a sociedade quer. Portanto, a terapia mais eficaz é baseada na relação de trabalho entre o terapeuta eo paciente (e os objetivos do paciente consciente e inconsciente) (Nicolosi, 1991). Supondo que o paciente está bem motivado e capaz de participar no difícil e intenso processo de psicoterapia dinâmica (ex. Psicanálise), esse procedimento pode ser o resultado mais benéfico. No entanto, independentemente do tipo de tratamento escolhido pelo paciente, deve ser parte de sua idéia de alguma forma de aconselhamento e psicoterapia de apoio psicológico, pois, sem os benefícios da psicoterapia adicional será temporário e / ou apresentar algum tipo de sintomatologia psicopatológica .

O tratamento da ansiedade e depressão subjacentes tem sido o meio mais eficaz para resolver quaisquer problemas, inclusive o homossexualismo.

Comentários finais

É verdade que a genética não determina a orientação sexual. Também é verdade que você não pode fazer alguém homossexual, exceto numa base temporária (por exemplo, o homossexualismo na prisão). No entanto, alguns problemas na adolescência pode estar associada a certos problemas com o homossexualismo pode ter um impacto significativo.

O cérebro está em desenvolvimento (antes da idade da puberdade até a idade adulta), em especial na área relacionada com o desenvolvimento sexual e emocional é afetado sociais e físicas de estresse biológico. A doutrinação homossexual (direta ou sutil) coercitivos ou sedutora organicamente podem afetar o desenvolvimento cerebral e fisiológico sexual ou pelo menos um grau modesto. Não é possível produzir o homossexualismo permanente. No entanto, ela pode certamente levar a uma série de problemas, incluindo auto-lesões, a distorção da vida, depressão, tendo como alvo a vida e outros problemas. Embora, eventualmente, o indivíduo pode escolher uma posição de vida heterossexual, nos anos anteriores de dificuldades no desenvolvimento e na organização da vida são susceptíveis de ter efeitos nocivos mais permanente. Portanto, qualquer atitude da sociedade e especialmente dos professores que o homossexualismo é ou alternativa de estilo de vida razoável, pode contribuir significativamente para a psicopatologia nesta idade vulnerável.
(traduzido do espanhol, parcialmente revisado) Fonte

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Deus ama os homossexuais, mas abomina o homossexualismo e quer curá-los

A caminho do verdadeiro arco-íris, a felicidade plena de viver a normalidade sexual. Deus criou todos predestinados a serem heterossexuais.

Muitas pessoas lutam contra as tentações de homossexualidade, mas é importante perceber que Deus o ama e não o condena por ter estes sentimentos. O que importa é o que faz com estes pensamentos.

Na Bíblia Deus condena a prática e a fantasia de ter sexo com alguém do mesmo sexo, porque Deus fica profundamente entristecido com este comportamento, e a Palavra de Deus diz que nenhum homossexual terá parte no Reino de Deus nos Céus. (1 Coríntios 6.9)

Talvez as tentações nesta área vão continuar por toda a vida, mas não é a tentação que é errada, mas sim, a prática. Deus promete que ninguém vai ser tentado para além daquilo que ele é capaz de suportar e sempre lhe dá a possibilidade de fugir e vencer à tentação. Por isso, quando os pensamentos homossexuais vierem, deve rejeitá-los e focar a sua mente em coisas boas e puras. (Filipenses 4.4-8)

Jesus Cristo oferece a cada pessoa a possibilidade de uma nova vida, com a capacidade de vencer os pecados e vícios que nos escravizam. É muito difícil vencer as tentações sexuais contando apenas com os nossos esforços. Contudo, O Espírito Santo quer, e pode, vir a qualquer pessoa que Lhe pede, enchendo-o com o poder de Deus e dando-lhe a capacidade para resistir às tentações.

O Deus que nos criou compreende tudo a nosso respeito, incluindo o nosso passado com as dificuldades, traumas e mágoas. Embora todos nós tenhamos sido criados à imagem de Deus, todos temos pecado de uma forma ou outra. A verdade é que Jesus ama toda a humanidade, não importa as coisas que homem faça nem a maneira de se viver. Ele morreu na cruz por todos; o Filho de Deus, embora inocente, morreu por homens pecadores, e levou o castigo que todos merecíamos. Ninguém deve 'atirar pedras' a ninguém. A Bíblia ensina-nos para amar a todos, quer homossexuais, ladrões, mentirosos, ou orgulhosos. Não existem pecados piores do que outros.

Por isso, O Deus de amor quer perdoar livremente os homossexuais e as lésbicas, mas há uma condição: têm que deixar o seu estilo de viver e pedir ao Deus para os libertar desta prática.

domingo, 5 de junho de 2011

Homossexualismo e o ambiente

Se a atração pelo mesmo sexo fosse geneticamente predeterminada, então deveríamos supor que gêmeos idênticos teriam de ser idênticos em sua atração sexual. Há, porém, muitos registros de gêmeos idênticos que não são idênticos em sua atração sexual.

O desenvolvimento psicossexual saudável conduz naturalmente, nas pessoas de cada sexo, à atração pelo outro sexo. O trauma, uma educação errada e causam um desvio desse modelo normal.

Quando são convencidas de que a atração pelo mesmo sexo não é uma desordem geneticamente determinada, as pessoas conseguem ter esperança num modelo de terapia para suavizar, ou até mesmo eliminar, a atração pelo mesmo sexo.

A maioria dos pais não quer que seu filho se envolva na conduta homossexual, mas os pais de filhos em risco muitas vezes hesitam em buscar tratamento. Mas há algo que pode ajudar a vencer sua oposição à terapia: informá-los de que 75% das crianças que exibem os sintomas da DIG (Desordem de Identidade do Gênero) e de problema crônico de falta de masculinidade na infância experimentarão a atração pelo mesmo sexo, se não houver nenhuma intervenção. A cooperação dos pais é extremamente importante para que a intervenção na infância tenha sucesso.

Extraído do documento “Homossexualismo e Esperança”, elaborado pela Associação Médica Católica dos Estados Unidos, retirado do site da NARTH.

NARTH é a sigla da National Association for Research and Therapy of Homosexuality, uma organização secular, sem fins lucrativos, fundada em 1992 por Charles Socarides, Benjamim Kaufman e Joseph Nicolasi, com o objetivo principal de tornar a psicoterapia efetiva disponível para todas as pessoas homossexuais que procuram mudar sua orientação sexual. Além de abrir um espaço para a discussão pública de todos os aspectos relacionados com o homossexualismo, a NARTH tem se esforçado para fomentar um debate honesto e equilibrado sem a distorção unilateral que tem caracterizado a troca de idéias até agora. A organização possui hoje mais de mil membros. O site é: www.narth.com

Homossexualismo e Psicanálise

Na psicanálise, o homossexualismo é tratado como um conjunto de sintomas. Dito em outras palavras, conforme estaremos vendo, é uma defesa maníaca , uma maneira do ego se proteger face a determinadas ansiedades de ordem essencialmente paranóide, mas também depressiva. No que se refere às defesas maníacas sabemos, com Melanie Klein, que elas surgem já na posição esquizo-paranóide e que estão também presentes na posição depressiva; por esta razão, as defesas maníacas podem relacionar-se às ansiedades - e mecanismos - tanto paranóides como depressivas.

Ferrão, em seu trabalho "Homossexualidade e defesas maníacas", salienta a importância de mecanismos de defesa maníacos nos psicodinamismos do homossexualismo.
Mas vamos às primeiras discussões abordadas pelo presente estudo; elas datam por volta de 1908, quando Freud discutiu, com alguns psicanalistas da época, especialmente Ferenczi e Jung, a relação íntima que invariavelmente, sentia existir entre paranóia e homossexualismo latente; desde então, diversos artigos sobre paranóia apareceram na literatura psicanalítica. Em seu texto de 1911, "Observações psicanalíticas sobre um caso de paranóia autobiograficamente descrito", Freud estabelece sua fórmula sobre a paranóia, sendo considerada como uma defesa contra impulsos homossexuais reprimidos. A seguir, em "Três ensaios sobre a sexualidade", o homossexualismo assume o caráter de um "comportamento invertido", e que varia grandemente sob diversos aspectos. Pode ser o invertido absoluto, no qual se estabelece a escolha do objeto sexual exclusivamente a partir de seu próprio sexo (essa escolha decorre de uma origem narcísica). Podem haver também os invertidos anfigênicos, ou seja, os hermafroditas psicossexuais; nesse caso seus objetos sexuais tanto podem ser do mesmo sexo como do sexo oposto, não possuindo a característica da exclusividade. Existem também os invertidos ocasionais, os expostos às influências de certas condições exteriores, como por exemplo, os presidiários, que na falta do objeto sexual normal (termo utilizado por Freud), obtém prazer com o objeto do mesmo sexo.

Para Freud, o comportamento invertido tanto pode datar do princípio da existência do indivíduo, de uma época tão remota quanto a sua memória possa alcançar, como também pode se manifestar um pouco antes ou depois da puberdade. Pode persistir por toda a vida ou desaparecer temporariamente, ou pode ainda constituir um episódio isolado no processo de um desenvolvimento normal. Pode até surgir pela primeira vez tarde na vida, depois de um longo período de atividade sexual normal, ou depois de o indivíduo ter passado por uma experiência penosa com o objeto do sexo oposto.

Quanto à natureza da inversão, Freud pondera que não ela pode ser explicada nem pela hipótese de que é congênita, nem pela hipótese de que é adquirida, mas que pode estar relacionada com uma disposição bissexual e que se constitui um distúrbio que afeta o instinto sexual no curso de seu desenvolvimento.

Também considera que, sem dúvida, os invertidos, nos primeiros anos de sua infância, atravessaram uma fase de fixação muito intensa porém muito curta, em uma mulher (geralmente sua mãe); e, depois de ultrapassada esta fase, eles se identificam com uma mulher e se consideram, a si próprios, seu objeto sexual. Isto é, partem de uma escolha narcísica, procuram um rapaz que se pareça com eles próprios e a quem possam amar como amaram e foram amados por sua mãe.

Posteriormente, as investigações de Melanie Klein e dos adeptos de suas idéias demonstraram a importância das situações precoces de ansiedade no desenvolvimento normal e patológico da criança e do adulto. Klein apresentou as duas conhecidas posições: a esquizo-paranóide e a depressiva e, em 1932, postulou que a homossexualidade se desenvolve como uma defesa contra a angústia paranóide, o que pode explicar a frequência da combinação do homossexualismo com idéias paranóides. A ênfase que M. Klein dá está na função defensiva do homossexualismo, que pode surgir na sua forma latente ou manifesta, pelo aumento das ansiedades paranóides. Em seu livro "Psicanálise da criança", Klein menciona que as perturbações do desenvolvimento sexual se seguem a uma fantasia infantil, onde existe o registro da figura dos pais perpetuamente unidos em coito (pais combinados na relação sexual). Se a devida separação dessa imago combinada dos pais não ocorrer em grau suficiente (pai plenamente diferenciado da mãe) durante o curso do desenvolvimento, o indivíduo sofrerá de graves perturbações em seu relacionamento objetal como em sua vida sexual. Ou seja, se houver a predominância dessa cena primária, ocorrerão perturbações na criança: primeiro nas relações primitivas que esta estabelece com o seio da mãe, e posteriormente com o seu objeto de desejo.

Essas perturbações aparecem nos ataques sádicos da criança para com o seio da mãe (objeto nutridor). Seus fortes impulsos orais farão com que rejeitem com ódio o seio dela. Essas tendências, que chamamos de destrutivas, vão dar origem à idéia de seio mau, ou mãe má e perseguidora.

Haverá, por conseguinte, um movimento brusco de abandono da mãe, seguido de introjeção da figura do pênis do pai (como objeto idealizado), utilizada para negar a existência do perseguidor. Esse sentimento de ódio e destruição acompanhará a criança, pois trata-se de uma percepção a respeito de sua mãe, e não necessariamente de uma verdade sobre ela (a maneira como a criança introjeta a figura da mãe - boa ou má - não corresponde a uma mãe real). A identificação com o pai se dará com base nesses sentimentos destrutivos, e o ódio se tornará ainda maior se a criança não for acolhida por ele. Sobrepõem-se, então, ao ódio e raiva sentidos pela imagem introjetada da mãe, o ódio e a angústia sentidos pela figura do pai, objeto de amor que desilude, rival da situação edípica e portador de toda a maldade a agressividades projetadas .
Seguindo esse raciocínio teórico contemplado por Klein, a tendência homossexual se instala pela falta de uma boa imago materna. É um processo de deslocamento, no qual tudo que é terrível e inquietante está situado no interior do corpo da mulher, da qual o indivíduo vai se aproximar, buscando uma atitude apaziguadora, ou se afastar, podendo estabeler assim uma preferência homossexual, no fundo sempre indo atrás do que lhe falta: a boa imago materna. Todos esse fatores cumulativos presentes ao longo do desenvolvimento da criança podem fazer com que ela se afaste de seu primeiro objeto de desejo (mãe) e, segundo o caráter de suas primeiras experiências, podem perturbar gravemente sua potência heterossexual ou levá-la a se tornar homossexual. Fica claro, então, que a relação primária com a mãe é fundamental para o organização psíquica do feminino e masculino.

H. Rosenfeld, em 1949, em trabalho publicado sobre o assunto, relatou que o homossexualismo pode ser usada pelo sistema de defesa maníaco e também mencionou a importância dos mecanismos de projeção - e especialmente da identificação projetiva - em alguns casos do homossexualismo.

Destacaremos três características do homossexual, decorrentes do caráter sádico de seu superego extremamente rígido, conforme acentua Franco Filho:

1. A falsa sensualidade do homossexual
A pretensa sensualidade desses indivíduos não lhes propicia um prazer proporcionalmente correspondente, por conta da fragilidade dos vínculos que conseguem estabelecer com as pessoas, as depressões frequentes que suportam, e um estado comum de frustração por eles mesmos provocados inconscientemente. Comenta Franco Filho que por esse motivo não é possível crer que uma maior permissividade da sociedade em relação ao homossexual venha a fazê-los desfrutar mais livremente de suas ligações amorosas.

2. As atuações e o caráter masoquista
Por força desse superego antilibidinoso, o homossexual vê-se, muitas vezes sob o disfarce de uma procura de prazer, inclinado a condutas nitidamente auto-destrutivas.

3. O parceiro como um perseguidor
Na ausência de defesas pode haver um processo de idealização do objeto perseguidor e, como consequência, o que é temido passa a ser procurado como bom. Dessa forma, o perseguidor se transforma em parceiro, que é procurado. Isso explica a submissão passiva de muitos homossexuais. Essa submissão tem a finalidade de seduzir e aplacar o objeto, controlando-o e assim tornando-o menos perigoso. É evidente que isso acarreta um aumento das atitudes masoquistas, levando ao dano que o próprio indivíduo a princípio queria evitar.

Diante das observacões feitas, pode-se verificar que o homossexualismo toca a fundo uma questão importante que é a da identidade pessoal daquele que se desvia da trajetória comum a todos nós. São pessoas que sofrem perturbações de ordem psíquica e relacional e que, por detrás de toda exuberância de uma pessoa homossexual, hospedam sentimentos de intensa angústia e ansiedades incontroláveis (ou controladas de maneira pouco eficaz, apenas para garantir sua sobrevivência).

Precisamos encontrá-los com o coração e cuidar desse sofrimento que persiste desde a tenra infância, sofrimento esse subjacente ao estereótipo, mas que está acima de qualquer escolha que a pessoa do homossexual venha fazer.

Cabe aos, profissionais da área "psi": o empenho na recuperação dessas imagos, proporcionando a felicidade de vínculos mais saudáveis e estáveis; conter as identificações projetivas e introjetivas destrutivas, na relação transferencial, aliviando suas angústias e ansiedades; e encaminhá-los para uma autêntica comunicação e vida interpessoal.

O homossexualismo na visão dos religiosos

Os Padres, Santos e Doutores da Igreja sempre condenaram o homossexualismo nas suas obras.

São Justino, Mártir (100-165)

São Justino, mártir e apologista cristão, nasceu em Flavia Neapolis e converteu-se ao cristianismo por volta do ano130. Ensinou e defendeu a religião cristã na Ásia Menor e em Roma, onde sofreu o martírio.

O homossexualismo na visão dos Padres, Santos e Doutores da Igreja

Na sua Primeira Apologia, dirigida ao imperador Tito, São Justino explica os mistérios cristãos e da racionalidade da doutrina católica. Ele também aponta o absurdo paganismo e a imoralidade dos gregos e romanos:

“Porque vemos que quase todos que são expostos (não só as raparigas, mas também os homens) são trazidos para a prostituição. E como os antigos dizem ter criado rebanhos de cavalos bois ou cabras ou ovelhas, ou de pasto, agora nós vemo-los criar filhos apenas para essa vergonhosa utilização e para esse tipo de poluição. Uma multidão de fêmeas e hermafroditas, e aqueles que cometem iniquidades abomináveis são encontrados em todas as nações. E quem recebe aluguer destes, os direitos e impostos a partir deles, deve ser eliminado do seu reino.

E alguém que use essas pessoas, além dos ateus que mantêm relações infames e impuros, pode eventualmente ter relações sexuais com seu próprio filho, ou parente, ou irmão. E há alguns que até mesmo prostituem os seus próprios filhos e esposas, e alguns são abertamente mutilado com a finalidade de sodomia”.

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Santo Ireneu de Lião (130-202)

Santo Irineu nasceu em Esmirna, na Ásia Menor, onde ele conheceu o bispo São Policarpo, discípulo do Apóstolo São João. Saindo da Ásia Menor para Roma, Santo Irineu juntou-se à Escola de S. Justino Mártir antes de se tornar Bispo de Lyon no sul da Gália. Os escritos mais conhecidos de Santo Irineu são “Contra as Heresias” e “Prova da Pregação Apostólica”, em que ele refutou gnosticismo.

O homossexualismo na visão dos Padres, Santos e Doutores da Igreja

Santo Irineu reitera a condenação do homossexualismo pela Igreja:

“Além dessa blasfémia contra Deus, ele [Marcion], falando com a boca do diabo, disse em directa oposição com a Verdade, que ele e aqueles que são como ele, os sodomitas, os egípcios, todas as nações que praticaram todos os tipos de abominação, foram salvos pelo Senhor.”

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Atenágoras de Atenas (2 º século)

Atenágoras de Atenas foi um filósofo que se converteu ao cristianismo no segundo século. Atenágoras escreveu o seu fundamento para os cristãos ao imperador Marco Aurélio em torno de 177. Ele defendeu os cristãos, a quem os pagãos tinham acusado de imoralidade. Em seguida, ele mostra que os pagãos, que eram totalmente imorais, nem sequer se abstém dos pecados contra a natureza.

O homossexualismo na visão dos Padres, Santos e Doutores da Igreja

“Para aqueles que criaram um mercado para fornicação e estabeleceram recursos para a infâmia e todo o tipo de vil prazer, que não se conseguem abster até mesmo de homens, homens com homens cometendo abominações chocantes, insultando todos os mais nobres princípios e insultando de modo desonroso toda a obra justa de Deus.”

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São Jerónimo (340-420)

São Jerónimo é Padre e Doutor da Igreja.

O homossexualismo na visão dos Padres, Santos e Doutores da Igreja

Ele também foi um exegeta notável e grande polemista. No seu livro “Contra Jovinianus”, ele explica como um sodomita necessita de arrependimento e penitência para ser salvos:

“E Sodoma e Gomorra poderiam ter apaziguado a ira de Deus, se estivessem dispostas a se arrependerem, com a ajuda de jejum para ganhar as lágrimas do seu arrependimento.”

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São João Crisóstomo (347-407)

São João Crisóstomo é considerado o maior dos Padres gregos e foi proclamado Doutor da Igreja. A ele foi-lhe dado o título de “Crisóstomo” (“boca de ouro”), por causa d sua grande capacidade oratória e sermões. Ele foi arcebispo e Patriarca de Constantinopla, e a sua revisão do grego na liturgia é usado até hoje.

O homossexualismo na visão dos Padres, Santos e Doutores da Igreja

Nos seus sermões sobre São Paulo na Epístola aos Romanos, ele mora na extrema gravidade do pecado do homossexualismo:

“Mas se tu aprendeste e ouviste falar do Inferno e acreditas que não é fogo, lembra-te de Sodoma. Pois vimos, e com certeza continuamos a ver até mesmo na vida presente, uma aparência do Inferno. Quando muitos negam totalmente as coisas que virão depois desta vida, negam ouvir falar do fogo inextinguível, Deus traz à mente as coisas presentes. Por isso foi calcinada Sodoma. Pensa em como é grande o pecado, para ter forçado o Inferno a aparecer mesmo antes do seu tempo! Onde a chuva era incomum, porque a relação sexual era contráriaà natureza, ela inundou a terra, tal como a luxúria havia feito com as suas almas. Por isso também a chuva era o oposto da chuva habitual. Agora não só ela não mexe no ventre da terra para a produção de frutos, mas tornou ainda inútil para a recepção das sementes. Foi também assim a relação dos homens entre homens, fazendo um corpo desta espécie mais inútil do que a própria terra de Sodoma.”

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Santo Agostinho (354-430)

O maior dos Padres do Ocidente e um dos grandes Doutores da Igreja, estabeleceu as bases da teologia católica. Nas suas “Confissões”, assim ele condena, com a Igreja, a prática do homossexualismo.

O homossexualismo na visão dos Padres, Santos e Doutores da Igreja

“As infracções contrárias à natureza são em toda parte e em todas as vezes que se realizaram foram punidas. Tais foram as dos sodomitas. Todos eles deverão ser culpados do mesmo crime pela Lei Divina. Pois a relação que deve haver entre Deus e nós, é violado, quando a natureza, da qual Ele é o autor, é poluída pela perversidade da luxúria.”

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São Gregório Magno (540-604)

Papa São Gregório I é chamado de “o Grande”. Ele é Padre e Doutor da Igreja. Introduziu o canto gregoriano na Igreja.

O homossexualismo na visão dos Padres, Santos e Doutores da Igreja

“A Sagrada Escritura confirma que o enxofre evoca o cheiro da carne, assim como fala da chuva de fogo e enxofre sobre Sodoma derramado pelo Senhor. Ele tinha decidido punir Sodoma por causa dos crimes da carne, e com o tipo de punição Ele enfatizou a vergonha do crime, pois quis quefedesse a enxofre, fogo e carne queimada. Foi exactamente por isso que os sodomitas, queimando com desejos perversos decorrentes da carne como fedor, devem perecer pelo fogo e enxofre para que através deste justo castigo percebam o mal que tinham cometido, comandados por um perverso desejo.

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Santa Catarina de Sena (1347-1380)

Santa Catarina, uma grande mística e Doutora da Igreja viveu em tempos difíceis. O Papado estava no exílio em Avignon, na França. Ela foi fundamental para trazer de volta os Papas para Roma. Os seus “Diálogos com Deus” são escritos famosos.

O homossexualismo na visão dos Padres, Santos e Doutores da Igreja

“Esses desgraçados não só são frágeis na sua natureza, mas pior, cometendo o pecado malditocontra a natureza e, como cegos e tolos, com a luz do seu intelecto escurecida, eles não sabem o mau cheiro e da miséria em que se encontram. Não só este pecado cheira mal diante de Mim, que sou o Supremo e Eterna Verdade, mas realmente desagrada-me muito. Não só a Mim, mas aos próprios demónios. Não é que o mal lhes desagrada, porque eles não gostam de nada que seja bom, mas porque a sua natureza foi originalmente angelical, e sua natureza angelical faz com que eles se afastem quando este grande pecado é cometido.”

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São Bernardino de Siena (1380-1444)

São Bernardino de Siena era um pregador famoso, conhecido pela sua doutrina e santidade.

O homossexualismo na visão dos Padres, Santos e Doutores da Igreja

Quanto ao homossexualismo, afirma:

“Nenhum pecado no mundo amarra a alma como a maldita sodomia, o pecado que sempre foi detestado por todos aqueles que vivem segundo Deus. Uma paixão desordenada, próxima da loucura, que perturba o vice intelecto, destrói elevação e generosidade da alma, faz do preguiçoso uma pessoa irascível, teimoso e obstinado, servil e macio e incapaz de qualquer coisa. Além disso, agitada por um desejo insaciável por prazer, a pessoa sodomita não segue a razão, mas o instinto. Eles tornam-se cegos e, quando os seus pensamentos deve subir para coisas altas e grandes, eles são frívolos e reduzidos para as coisas vis, inúteis e podres, que nunca poderia fazê-los felizes. Assim como as pessoas participam da glória de Deus em diferentes graus, de igual modo também no Inferno alguns sofrem mais que outros. Quem vive com esse vício de sodomia sofre mais do que outra, porque este é maior pecado.”

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São Pedro Canísio (1521-1597)

São Pedro Canísio, jesuíta e doutor da Igreja, é responsável por ajudar um terço da Alemanha abandonar o Luteranismo e retornar para a Igreja Católica.

O homossexualismo na visão dos Padres, Santos e Doutores da Igreja

“Como diz a Sagrada Escritura, os sodomitas sempre foram extremamente perversos e pecaminosos. São Pedro e São Paulo condenaram sempre o pecado nefando e depravado. Na verdade, a Escritura denuncia essa indecência enorme (…) Aqueles que deviam ter vergonha de violar a lei divina e a lei natural são escravos da mais perversa depravação.”

Fonte