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domingo, 28 de agosto de 2011

As causas do homossexualismo

RAÍZES DA HOMOSSEXUALIDADE
I – INTRODUÇÃO
1 Coríntios 6.9-11

II – DESENVOLVIMENTO DA HOMOSSEXUALIDADE NO MENINO
Acredita-se que o bebê no início de sua existência não seja capaz de distinguir-se de sua mãe: Ele sente que ele e sua mãe são a mesma pessoa. Aos poucos ele vai percebendo que é um ser individual, e que, de alguma forma, é diferente de sua mãe. Ele começa a olhar ao seu redor, procurando por alguém com quem possa identificar-se. Em geral é quando reconhece a presença do pai, ou de uma figura paterna, e identifica-se com ele. O pai afirma o seu filho, demonstrando amor e carinho por ele, o qual passa a desejar ser como seu pai. Este desejo de ser igual ao pai faz com que o garoto “abra-se” para sua identidade masculina. Em algum ponto deste processo, o garoto pode deixar de receber afirmação de sua masculinidade por parte da figura paterna, e o garoto deixa de identificar-se adequadamente.

Exemplos:
a) Não havendo a presença paterna, ou quem exerça este papel.

b) Quando o pai faz exatamente o oposto, ao invés de afirmar seu filho, ele o ridiculariza ou o diminui em sua masculinidade: o compara com outro irmão, ou diz que ele não é suficientemente masculino em uma determinada área, ou demonstra estar decepcionado com o filho.

c) O filho não consegue identificar-se com a imagem e o comportamento de seu pai – alcoólatra, muito ausente, preocupandose demasiadamente com o trabalho ou outras atividades, tenha abandonado a família em um momento crítico, ou seja um homem distante emocionalmente. Algumas formas como o menino pode reagir a tais situações:

a) Distanciamento defensivo: Ao perceber que suas necessidades por proteção, atenção, afetividade, (necessidades básicas do ser humano), não estão sendo supridas, e sentindo-se rejeitado, o garoto procura proteger-se, tentando evitar a dor da rejeição. Então ele distancia-se
emocionalmente de seu pai, criando uma barreira emocional de indiferença e distanciamento.

b) Ambivalência com o mesmo sexo: O menino sente-se dividido entre sentimentos opostos. Deseja afirmação e identificação de sua masculinidade com a figura paterna mas recebe sofrimento e dor. (amor x ódio)

c) Vazio quanto ao gênero sexual: Na maioria destes casos, o menino não deseja adquirir as características femininas; por outro lado, também não está desenvolvendo adequadamente as características masculinas – instala-se um “vazio” quanto a seu gênero sexual, como uma espécie de auto-rejeição de sua própria identidade como ser masculino.

d) Nesta visão a homossexualidade masculina é considerada como uma “busca reparativa”, ou seja, uma busca por algo que deveria ter acontecido em um desenvolvimento normal, mas que não aconteceu. Inicialmente tal busca é apenas emocional e afetiva, mais tarde pode tornar-se sexualizada e erotizada. Como isto ocorre?

i. - O menino, ou adolescente, sente uma forte necessidade por masculinidade, mas sente que não pode encontrá-la em si mesmo, em seu interior. Portanto, passa a buscá-la em outro, e começa a desejar a masculinidade de outros rapazes ou homens ao seu redor.

ii. - Há também uma grande necessidade por afirmação, ou seja, que algum outro homem transmita a ele que possui valor como homem. Inicialmente esta carência também é apenas afetiva e emocional, mas eventualmente pode ser sexualizada e erotizada, quando o indivíduo está disposto a buscar tal afirmação mesmo que seja apenas como objeto sexual.

iii. - Por mais legítima que tal carência por afirmação seja, o jovem em questão busca tal satisfação de forma que jamais poderá ser realmente satisfeita; sua identidade masculina terá que ser sua própria – não poderá ser adquirida através de contato sexual com outros homens; sua afirmação deverá ser suprida através de mais do que ser capaz de satisfazer outro homem sexualmente ou emocionalmente.

iv. - Os desejos que surgem como decorrência de profundas necessidades não satisfeitas têm a tendência de serem muito mais fortes do que desejos que fazem parte da condição humana normal.

v. - Além disso, quando nos empenhamos constantemente em satisfazer uma determinada necessidade, porém sem sucesso, nossa ânsia para suprir tal carência torna-se cada vez mais forte. Isto nos ajuda a entender a característica freqüente da obsessão na homossexualidade masculina.

Outros fatores que podem afetar a sexualidade do menino em seu
desenvolvimento:

a) Mães excessivamente dominantes – A mãe ensina o filho a ser passivo e completamente dedicado a ela. Não tendo uma figura masculina forte com a qual se identificar, ele começa a perceber sua menor habilidade em lidar com as moças, perde a confiança na sua masculinidade e adquire um pavor a relacionamentos íntimos com mulheres.

* FILHAS em tais famílias percebem o pai como sendo rejeitador e acabam por ter poucas oportunidades de se relacionar com homens realmente masculinos, descobrindo que se relacionam melhor com mulheres.

**Acredita-se porém que apesar da presença de uma mãe dominante, caso o menino também disponha da presença envolvente do pai, isto não contribui para o desenvolvimento da homossexualidade.

*** Muitos homens envolvidos na homossexualidade tem problemas com suas mães e consequentemente com mulheres – perdão.

b) Ausência paterna – A mãe pode efeminar o filho, (filho aprende a pensar e agir como uma mulher), ou direcioná-lo no sentido de desenvolver adequadamente sua masculinidade.

c) Isolamento social – Defeitos físicos.

III – DESENVOLVIMENTO DA HOMOSSEXUALIDADE NA MENINA
Em algum ponto de seu desenvolvimento, a menina também se separa de sua mãe, percebendo sua própria identidade. O pai ajuda neste processo, mas na realidade, ao contrário do menino, a menina já nasce com sua identidade anatômica “feminina” (ela é semelhante à mãe)
O que ela necessita decidir é se tal identidade é algo bom ou ruim. Neste aspecto é que o pai desempenha um papel fundamental. Como?

a) Ele afirma a garotinha em sua feminilidade. Ele a trata como sua linda princesinha, ou ele pode fazer o oposto: rechaçar sua feminilidade ou elogiar o comportamento masculino, passando a impressão de que garotos são mais aceitos do que as garotas.

b) Através da maneira como o pai trata à mãe, ele transmite à garotinha que é bom ser mulher. Ou, do contrário, por seu comportamento para com sua esposa, o pai pode demonstrar à sua filha que é desvantagem ou até mesmo perigoso ser uma mulher.

c) Em geral, se aceita que sempre que há algum problema de identidade sexual envolvido no lesbianismo, houve também rejeição da feminilidade por parte da mulher em questão.

d) Mas também podem haver casos de mulheres com problemas
homossexuais que talvez não tenham problema na área de identidade
sexual, porém que estejam em busca de uma figura materna.

e) Recordar teorias de distanciamento defensivo e ambivalência para com o mesmo sexo. Algo que tenha acontecido para que o relacionamento entre mãe a filha estremecesse, distanciasse ou
rompesse os laços afetivos e emocionais.

f) Pode ter havido rejeição, ou impressão de rejeição por parte da filha em relação à mãe.

g) Este tipo de mulher pode vir a ser altamente dependente e mesmo que possa vir a ser bastante controladora, provavelmente se envolverá em relacionamentos onde procure a figura materna para cuidar dela. Todas estas considerações conduzem a teorias sobre o desenvolvimento do indivíduo, ou seja, coisas que não deveriam ter acontecido e aconteceram, ou que deveriam ter acontecido e não aconteceram na infância, às quais direcionaram no sentido de construção de tendências homossexuais. Circunstâncias nos relacionamentos, especialmente em relacionamentos significativos com pessoas próximas a nós, ou que representassem figuras de autoridade para nós, que contribuíram para a nossa formação como indivíduos.

“...já foi dito o suficiente para mostrar que as raízes do homossexualismo no geral estão plantadas no cenário familiar. Em qualquer sociedade, a criança aprende o que é ser homem ou mulher. Se não houver oportunidade para aprender de maneira sadia os papéis masculino e feminino, o comportamento e atitudes da criança tornam-se então distorcidos. Tais crianças chegam à idade adulta sem saber o que esperar ou como reagir ao sexo oposto.”

IV – OUTROS FATORES
a) Abuso sexual: Especialmente com mulheres este parece ser uma das causas principais.
Efeitos do abuso em Meninos x Meninas:
Todo tipo de atividade sexual abusiva na infância causa seqüelas, tanto em meninos como em meninas. E tais traumas podem contribuir para que o indivíduo eventualmente envolva-se na prática da homossexualidade.

O Abuso sexual nas mulheres parece ser extremamente traumático. Alguns garotos conseguem superar casos isolados de abusos sexuais. O abuso sexual aparentemente representa um problema mais grave no caso de garotos, quando estes já apresentam uma grande carência afetiva, ou seja quando, “qualquer tipo de atenção é melhor do que nenhuma
atenção.”

Embora não devamos minimizar nenhum caso de abuso sexual, mesmo que tal evento tenha ocorrido apenas uma vez na vida de um determinado garoto, aparentemente o abuso sexual nos garotos torna-se mais grave quando trata-se de ações repetidas ao longo dos anos, e
acaba tornando-se parte da identidade do garoto, ou seja, quem ele é e o que faz. Uma garota com um temperamento mais agressivo ao sofrer algum tipo de abuso, tomará precauções para que aquilo não lhe ocorra mais novamente. Provavelmente ela passará a demonstrar uma aparência externa bastante dura, e passará agir de forma bem agressiva.

O que acontece quando uma garota de tendência mais passiva sofre abuso sexual? Pode ser que ela venha a tornar-se promíscua, achando que talvez este seja o seu papel.

Fatores típicos de famílias disfuncionais, que afetam tanto meninos como meninas:
b) Abandono;

c) Rejeição pelo genitor do mesmo sexo. Senso de inadequação no papel sexual: “Você não é meu filho, você não é um homem, você não vale nada.”

d) Humilhações profundas que interferem com a identidade masculina de um garoto, ou feminina de uma garota.

e) Presenciar a mãe sendo abusada ou tendo relações sexuais com o pai (ou vice e versa)

f) Mães que desconfiam dos homens e ensinam isto às filhas.

g) Expectativas frustradas com relação ao sexo dos bebês.

h) Educação inadequada e distorcida sobre sexo.

Outros fatores:
Mulheres que experimentaram situações de casamentos tão terríveis que sentem-se incapazes de relacionarem-se novamente com um homem. No entanto, como continuam tendo suas necessidades por intimidade e contato sexual, acabam crendo que tais necessidades podem ser supridas por outra mulher, apesar de nunca terem tido pensamentos ou atrações homossexuais.
Escolha consciente de comportamento homossexual: Experimentação de relacionamentos homossexuais por curiosidade ou como uma tentativa de mostrar liberalismo e ausência de preconceitos, o que somado a uma história de vida que torna o indivíduo vulnerável, pode levar a um padrão de comportamento permanente.

Homossexuais circunstanciais: Aqueles que escolhem um comportamento homossexual temporariamente porque parceiros sexuais do sexo oposto não estão disponíveis (p.ex. encarcerados) Medo: Temor do contato heterossexual por ausência de contato freqüente com o sexo oposto, ou por vivência de situações traumáticas envolvendo pessoas do sexo oposto.
Características físicas ou de temperamento: Perigo dos rótulos.

Rótulo, estereótipo, ou estigma:
Os gregos que tinham bastante conhecimento de recursos visuais, criaram o termo estigma para se referirem a sinais corporais com os quais se procurava evidenciar alguma coisa de extraordinário ou mau sobre o status moral de quem os apresentava. O problema de rotularmos ou estigmatizarmos alguém é que deixamos de considerá-la criatura comum e total, reduzindo-o a uma pessoa estragada, diminuída e depreciada.

Assim um indivíduo que poderia ter sido facilmente recebido na relação social quotidiana, possui um traço que impõe-se a atenção de todos, inclusive dele próprio, afastando aqueles que ele encontra, ou atraindo aqueles que possuem as mesmas características, destruindo na grande
maioria das vezes a possibilidade de atenção para outras características suas.
Nossas relações com esta pessoa não se norteará mais por ela ser uma
pessoa, um ser humano, e sim, pelo seu estigma.

V- TENTAÇÕES X COMPORTAMENTO HOMOSSEXUAL
Homossexualidade manifesta x latente
Prática homossexual x pensamentos e sentimentos homossexuais (tendências, inclinações, fantasias e impulsos).

O fato de ter tentações, desejos e sentimentos homossexuais, não é condenado em ponto algum das Escrituras, mas quando o indivíduo se demora nestes pensamentos e se envolve continuamente em fantasias sexuais – quer homossexuais ou heterossexuais – então os pensamentos se tornam em luxúria e esta é claramente um pecado.

VI – EFEITOS DO HOMOSSEXUALISMO
No estilo de vida
Autocontrole e os efeitos emocionais
Nos relacionamentos

IV – CONCLUSÃO
“Tornara-se evidente para mim que a homossexualidade não passava de uma reação pecaminosa minha aos pecados cometidos contra mim, bem como às feridas que esses pecados provocaram em minha alma. O homossexualismo, portanto, era uma defesa erigida por minha alma
para lidar com a dor.” (Mário Bergner, Amor Restaurado)

Não podemos ser responsabilizados pelo que fizeram ou deixaram de fazer conosco. Com relação a isto, só nos resta liberar o perdão. Somos porém responsáveis por nossas reações aos pecados dos outros e por nosso comportamento.

Deus continua dizendo não à prática da homossexualidade.
Deus continua desejando que desenvolvamos nosso potencial como cristãos, mesmo que continuemos apresentando fraquezas como homens ou mulheres.

Para abandonarmos o comportamento homossexual, é necessário assumir responsabilidade pelas decisões erradas feitas ao longo da vida, do tipo:

1) Suprir carências de qualquer maneira possível, o que inclui a prática da homossexualidade através de fantasias, masturbação, pornografia, relacionamentos inadequados baseados em manipulação e dependência emocional, ou a própria prática como forma de alívio para a dor emocional.

2) Proteção a qualquer custo – ou seja, nunca ser vulnerável.

3) Assumir o auto-cuidado excluindo Deus. O fato de que muitos foram profundamente feridos, e que carregam estas feridas no interior, não torna as reações corretas ou justificadas, do
contrário acabarão por se tornar egoncêntricos, e “emsimesmados”.

É preciso aceitar que:
a) Talvez algumas características pessoais não mudem, mas com o poder de Deus é possível superar muitas coisas, e também compensar outras.

b) Quanto às escolhas, muito embora muitos não tenham escolhido deliberadamente as tendências homossexuais, é possível tomar novas decisões e como novas criaturas em Cristo, não precisam mais continuar prisioneiros de decisões erradas do passado.

c) E com relação ao que aconteceu conosco durante nosso desenvolvimento, Jesus tem o poder de curar o efeito das coisas negativas assim como preencher as lacunas deixadas pelo que
deveria ter acontecido porém não ocorreu. É preciso também ter arrependimento, não apenas dos comportamentos homossexuais, mas de pecados e comportamentos profundos agregados à
homossexualidade como:
Auto-proteção: tentar se proteger no sentido de nunca mais ser ferido.
Auto-piedade: a forma como você se confortou ou se consolou. “Vítimas nunca melhoram, permanecem sempre em sofrimento.”
Egocentrismo: tentar controlar a hostilidade do mundo.
IRA: Decorrente de amargura e ressentimentos.
IDOLATRIA: Qdo. escolhemos suprir nossas carências e necessidades na criatura e não ao Criador.

“Podemos dizer que existe dentro de cada homem com tendências homossexuais um garotinho que desesperadamente deseja tornar-se um homem, mas que, tendo fracassado em suas tentativas (em seus próprios conceitos), e tendo já praticamente desistido de continuar tentando, decide tentar encontrar sua masculinidade em outro homem.
Ele passa a adorar a masculinidade que admira e deseja em outro.”

É preciso estar disposto a retomar o crescimento: pois a homossexualidade trata-se de um desenvolvimento interrompido, que separa daquEle que é o único que pode verdadeiramente aliviar a dor e suprir a necessidade, e que afasta do verdadeiro amor humano. Três opções: (i) o caminho no qual você está atualmente; (ii) o caminho no qual você deseja estar; (iii) o caminho que Deus deseja para você.

Parece difícil? Sim, e é. Mas a medida que você pede ao Espírito Santo que sonde o seu coração e revele seus pecados e sofrimentos mais profundos, e que se disponha a crescer aceitando o sofrimento como parte da vida e do processo de restauração você experimentará:
a) O caminho da verdadeira liberdade.
b) Descobrirá quem você realmente é.
c) Experimentará o poder de Deus pessoalmente em sua vida, e intimidade com Jesus, e concluirá que o melhor lugar do mundo para se estar é exatamente no centro da vontade de Deus para sua vida!
Jeremias 2.13 e João 4.13 e 14

ANEXO I
1) A bíblia ensina que algumas pessoas podem vir a ser possuídas pelos demônios (Lc. 8.26-39; Mt. 9.32 e 33, etc.), mas não ensina que crentes salvos pela graça de Cristo podem tornar-se vítimas deles, pelo contrário, há a promessa da proteção divina e da vitória sobre os demônios (Lc. 10.19,20; Rom. 16.20; I Jô. 4.4; 5.18).

2) A obsessão por demônios pode causar mal-estar emocional e psicológico. Fil. 4.8
3) A obsessão por demônios pode desviar os crentes de Cristo: Monteiro Lobato conta a fábula de um galo e um peru que se refugiaram em uma árvore, fugindo de uma raposa; esta pulava latia, enquanto o galo fechava seus olhos e descansava tranqüilamente. O peru, por sua vez, não tirava os olhos da raposa, até que se desequilibrou e caiu, tornando-se presa de quem tivera tanto medo.

4) Até que ponto vai a atividade demoníaca. Jó 1.12
5) Opressão x possessão e Tentação x pecado.
a) Os demônios têm alergia a Jesus. (Mat. 8.29)
b) A bíblia nos dá o tratamento específico para lidar com possessão demoníaca (Mat. 17.21) e para os males emocionais (Tiago 5.16)
7) Batalha espiritual não é só contra demônios: Pecado (Gn. 4.3-7), Mundo (Jo. 16.33), e Diabo (II Pe. 5.8).
8) Maldição hereditária: 1 Cor. 7.14, Ezequiel 18.19,20, II Rs. 21.1, 2, 19-
22; 22.1,2.

- A maldição que exclui o próximo da graça, é uma espécie de juízo final pronunciado contra ele.
- Ex. 20.5,6: superioridade da benção sobre a maldição. Qdo. Há temor e
obediência a Deus, a benção se manifesta e não há maldição que resista, o que está implícita na obra da redenção desde o começo – Gen. 3.15.
- Os remidos do Senhor estão inseridos numa aliança com Deus e são guardados como atestam as Escrituras em diversas passagens (Nm. 23.23; Rom. 8.31-39; II Jo. 5.18,19) - “...onde abundou o pecado superabundou a graça” (Rom. 5.20) Precisamos anunciar a graça de Cristo.
- Não confundir maldição com provação. Os cristãos são provados e não amaldiçoados. Os problemas e adversidades pelos quais ele passa, são muitas vezes, permitidos por Deus para provar e confirmar a fé (T. 1.2-4).
Depois de ouvir de Deus: “a minha graça te basta”, Paulo entendeu que o espinho na carne não era sinal de maldição e, sim, algo permitido pelo Senhor para que ele não se ensoberbecesse com a grandeza das revelações que recebera (II Cor. 12.7-10)
- Corrente de maldição x mau exemplo, conseqüência de falhas das gerações anteriores: “escravidão, exploração, imperialismo, poluição e imoralidade são exemplos disto”

ANEXO II
I - TEXTOS BÍBLICOS
Gên.19:1-29 e Ez. 16.49; Lev. 18:22 e 20:13; Juízes 19:22-25; Rom. 1.18-32; 1 Cor. 6: 9-11; e 1 Tim. 1:8-10
II - DICAS DE LEITURA
1. “Os fatos sobre a homossexualidade”, Ed. Chamada da Meia Noite.
2. “Restaurando a Identidade”, Ed. Mundo Cristão.
3. “Amor Restaurado”, Ed. Sepal.
4. “Imagens Partidas”, Ed. Sepal.
5. “Operação do Erro”, (Joe Dalas)
6. “O Desafio Continua – A missão da Igreja frente a AIDS” (Eleny Vassão)

SITES ÚTEIS
www.exodus.org.br

PARA REFLETIR

“Muitas de nossas igrejas, sem perceber, vêm se afastando dos ensinamentos de Cristo e segundo o dos fariseus e escribas. Fechados em sua pretensa santidade, distantes do povo e de suas necessidades, constroem seu reino santo dentro de suas próprias paredes, onde cada pessoa que entra é examinada com desconfiança, para ver se se encaixa em seus padrões. Sendo diferente, é imediatamente rejeitada e ignorada. Ao ver a conversão de um travesti com AIDS, que logo depois morre, agradeço ao Senhor por levá-lo para o céu tão rapidamente. Na verdade, não saberia como discipulá-lo e qual igreja o aceitaria como membro.
Não poderia exigir primeiro a alteração em sua aparência. Ele entraria no templo de sapatos de saltos altos, vestido, brincos, cabelos compridos e maquiagem. Suas formas femininas, produzidas através de injeções de silicone, seriam perceptíveis sob a roupa. Seus trejeitos e sua voz seriam efeminados. Qual igreja o aceitaria, tratando-o como irmão, amando-o e dando tempo ao Espírito Santo para transformá-lo integralmente?
Onde está o amor de Deus em nós?
Nossa compreensão quanto à missão da Igreja no mundo está invertida.
Sacrifícios, ofertas, trabalhos de departamentos internos, campanhas de evangelização...
Enquanto ao lado da igreja há favelas, grupos de drogados, zonas de prostituição, a igreja se preocupa consigo mesma. Amar é mais que falar em amor. É praticá-lo. Diante de situações como esta, somos confrontados por Deus e provados.”
(O Desafio Continua, Eleny Vassão)

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Ex-gay Saulo Navarro fala sobre homossexualismo


Saulo Navarro que viveu o homossexualismo durante 12 anos fala sobre este tema e sobre suas causas, ele reforça que ninguém nasce homossexual, fala sobre a homofobia e a heterofobia, a influencia da mídia em relação ao homossexualismo nas crianças, a ideologia gay, a igreja e o homossexual. Saulo comenta a frase "As mães fazem meninos, pais fazem homens" (Dr. James Dobson) e cita um exemplo desta situação, mostrando a importancia de um pai firme e carinhoso na criação do menino. Ele fala sobre sua infância quando vestia-se de mulher, brincava somente com as meninas, sobre seus gostos, que eram femininos e sobre o bullying que sofreu. Na entrevista, Saulo fala ainda sobre a prevenção da homossexualidade, o que é homoafetividade e a importância da psicologia na cura dos traumas de infância que levam as pessoas a sentir a atração pelo mesmo sexo.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Dica de Leitura: "Homossexualidade e Esperança"


Livro: Homossexualidade e Esperança
Autor(a): Gerard van den Aardweg
Editora: DIEL
ISBN: 972-8040-70-9
Língua: Português Europeu

"Homossexualidade e Esperança" do mesmo autor de
"A Batalha pela Normalidade Sexual", Gerard van den Aardweg, o livro aborda exaustivamente, de forma clara e profunda, os temas relacionados com a homossexualidade - origem, manifestações, complexos, perturbações, etc - e os caminhos para mudanças afetivas.

domingo, 7 de agosto de 2011

Curiosidades acerca do homossexualismo

O seguinte estudo e curiosidades são o resultado da pesquisa do Dr. Van Deursen :
-Que em 1988, um estudo publicado nos Archives of Sexual Behavior, 86% dos pedófilos descreveram-se como homossexuais ou bissexuais;
-Que a expert em prostituição infantil, Jennifer James relata que o número de garotos prostituídos que identificam-se como homossexuais saltou de 10% para 60% nos últimos quinze anos;
-Que o quadro editorial do principal jornal acadêmico pedófilo, Paidika, é dominado por importantes acadêmicos homossexuais tais como o professor John DeCecco da San Francisco State University, que desfruta de prestígio para editar o Journal of Homosexuality;
-Que um artigo deste jornal expressa que os pais deveriam conceber que o pedófilo ama seu filho “não como um rival ou competidor, não como um ladrão de sua propriedade, mas como um parceiro na criação do garoto, alguém para ser bem vindo no interior de suas casas”;
-Que em 1995, a revista homossexual magazine Guide declarou que “Em vez de temermos ser rotulados de pedófilos, nós devemos orgulhosamente proclamar que sexo é bom, incluindo a sexualidade de crianças”
-Que Andy Humm, um líder-chave de um dos mais volumosos grupos gays juvenis disse que “ninguém deve ter negados os direitos civis básicos por causa de sua orientação, se a pessoa é homossexual, heterossexual, transexual, travesti, pedófilo, sádico, masoquista, assexual, qualquer que seja o tipo que possa imaginar . . . . Eles estão em suas variações naturais…~
-Que o mais influente jornal homossexual da comunidade gay norte-americana, The Advocate, revela que 63% dos anúncios pessoais procuram ou oferecem prostituição;
-Que The Advocate também publica no jornal um “Boneco de um Garoto Penetrável disponível em 3 posições provocativas”;
-Que em uma análise feita pela Dra. Judith Reisman do Institute for Media Education, em 1995, encontrou mais ou menos quatorze imagens eróticas de garotos no The Advocate;
-Que algumas publicações homossexuais, tais como o jornal do sul da Califórnia Update, são insolentes o suficiente para publicar no jornal doações para as custas processuais para homossexuais presos por pedofilia;
-Que a confiável Encyclopedia of Homosexuality defende o reconhecimento do “fato que até muito recentemente relacionamento amoroso homem/garoto era aceito como uma parte, e realmente era uma parte maior, da homossexualidade masculina”;
-Que o livro Gay Sex: A Manual for Men Who Love Men contém instruções detalhadas para homossexuais de como evitar ser descoberto e preso quando fazer sexo com garotos;
Que milhares de gays norte-americanos estão patrocinando a prostituição de garotos pelo mundo;
-Que o governo do Sri Lanka anunciou que mais de 10,000 garotos prostitutos trabalham em suas praias como resultado de uma alta demanda criada pelos homossexuais afluentes do Ocidente;
-Que uma rápida busca usando as palavras-chave “gay” e “boys” facilmente localiza milhares de sites homossexuais que promovem sexo com garotinhos e/ou contendo pornografia infantil;
-Que a National Coalition of Gay Organizations adotou uma ‘plataforma de direito dos gays’ que incluiu uma exigência para ‘repelir todas as leis governamentais de consenso sexual etário;
-Que o grupo homossexual holandês, Association for the Integration of Homosexuality, tem lutado sucessivamente em reduzir a idade legal para o sexo para doze na Holanda;
-Que é difícil achar um defensor da diminuição de idade legal consensual nos EUA ou em qualquer outro lugar, que não seja um ativista homossexual;
-Que os pesquisadores Erickson, Walbek e Sely, em um artigo dos Archives of Sexual Behavior de 1988, descobriu que homossexuais contabilizam 86% dos casos de pedofilia quando as crianças são molestadas por machos;
-Que estatisticamente um molestador de crianças é dez a vinte vezes mais provável ser homossexual do que heterossexual;
-Que a percentagem de atração homossexual é 6 a 20 vezes maior entre pedófilos;
-Que o expert em violência sexual e professor de psiquiatria Eugene Abel, em um estudo publicado em 1987 pelo Journal of Interpersonal Violence, concluiu que homossexuais molestam sexualmente garotinhos com uma incidência que é cinco vezes maior do que o assédio de garotas;
-Que um estudo de 1992, publicado no Journal of Sex and Marital Therapy, investigadores sexuais K. Freud e R. I. Watson descobriram que homossexuais masculinos são três vezes mais passíveis de se engajar na pedofilia do que homens heterossexuais;
-Que em 1993, o Escritório de Advocacia do Exército dos EUA, publicou um estudo que analisou 102 condenações a cortes marciais por terem seus soldados se envolvido em atos homossexuais por um período de quatro anos. O estudo descobriu que em 47% dos casos, homens homossexuais vitimaram um jovem;
-Que um estudo feito por ativistas homossexuais e pesquisadores Jay e Young revelou que 73% dos homossexuais avaliados fizeram sexo com garotos de dezesseis a dezenove anos de idade ou mais jovens;
-Que esse tipo de comportamento, porém, é considerado normal em círculos psiquiatras devido à influência de psiquiatras homossexuais no interior da American Psychiatry Association;
-Que a mesma organização está discutindo a reclassificação da pedofilia, atualmente classificada como doença mental;
Que no National Journal, o jornalista gay Jonathan Rauch defendeu que o assédio sexual infantil deveria ser chamado sexo entre “adulto e adolescente”;
-Que devido ao vírus da AIDS, o assédio sexual é freqüentemente uma sentença de morte;
Que o Journal of the American Medical Association relatou que 50% das vítimas masculinas de AIDS relataram ter feito sexo com um homem adulto por volta dos 16, e 20% tinham feito sexo com um homem adulto por volta dos 10;
-Que The HIV/AIDs Surveillance Reports sustentou pela demonstração do CDC que, pelos últimos anos, metade do grupo de vítimas do HIV entre 13 a 24 anos foram infectados com a doença como resultado de sexo com homens adulto;
-Que deve se ter em mente que, devido ao período de incubação da doença, muitos desses garotos e jovens homens foram infectados cerca de 10 anos antes do relato desses casos;
-Que há um expansivo esforço da comunidade homossexual para inundar em nossas escolas públicas currículos pró-homossexuais, conselheiros e atividades sociais;
-Que um artigo publicado pelo American Medical Association relatou que, “Adolescentes abusados, particularmente vitimados por machos, eram 7 vezes mais aptos a identificar-se como gay ou bissexual do que amigos que não tinham sido abusados;
-Que outro outro grupo homossexual, o COC, declarou que “a liberação da pedofilia deve ser vista como um assunto gay e que as idades de consenso devem portanto ser abolidas”.

sábado, 6 de agosto de 2011

O mito do homossexualismo em animais irracionais

"Animais irracionais não sabem o certo e o errado, o canibalismo também é praticado por animais irracionais, isso significa que também devemos fazer o mesmo?"

O mito do "homossexualismo animal - "POR LUIZ SÉRGIO SOLIMEO


Em seu esforço para apresentar o homossexualismo como normal, o movimento homossexual1 virou sua atenção para a ciência para provar três maiores premissas:

1. homossexualismo é genética ou inata;
2. homossexualismo é irreversível;
3. Na medida em que animais se engajam em comportamento sexual do mesmo sexo, o homossexualismo é natural.

Entusiasticamente sabedora de sua inabilidade em provar a primeira das duas premissas,2 o movimento homossexual firma suas esperanças em uma terceira, a "homossexualismo animal".3

ANIMAIS FAZEM, ASSIM É NATURAL, CORRETO?

O argumento por trás da teoria da "homossexualismo animal" pode ser resumida como se segue:
- Comportamento Homossexual é observável em animais.
- Comportamento animal é determinado pelos seus instintos.
- A natureza requer que animais sigam seus instintos.
- Portanto, o homossexualismo está de acordo com a natureza animal.
- Desde que o homem também é animal, o homossexualismo deve também estar de acordo com a natureza humana.

Essa linha de raciocínio é insustentável. Se aparentemente os atos "homossexuais" entre animais estão de acordo com a natureza animal, então a matança paterna da prole e devora entre espécies estão de acordo com a natureza animal. Induzir o homem ao interior da equação complica as coisas mais adiante. Nós estamos para concluir que o filicídio e o canibalismo estão de acordo com a natureza humana?

Em oposição a essa linha de raciocínio, esse artigo sustenta que:
1. Não há "instinto homossexual" em animais,

2. A ciência é pobre em "ler" motivações humanas e sentimentos no interior do comportamento animal, e

3. Comportamento irracional animal não é parâmetro para determinar o que é comportamento moralmente aceitável para homem racional.

NÃO HÁ "INSTINTO HOMOSSEXUAL" EM ANIMAIS

Qualquer pessoa empregada na mais elementar observação animal é forçada a concluir que "homossexualismo" animal, "filicídio" e "canibalismo" são exceções ao comportamento normal animal. Conseqüentemente, eles não podem ser chamados de instintos animais. Essas observáveis exceções ao comportamento normal animal resultam de fatores além de seus instintos.

• Confrontando estímulo e Instintos Animais Confusos

Para explicar esse comportamento anormal, a primeira observação deve ser o fato que os instintos animais não são restritos pelo determinismo absoluto das leis físicas governando o mundo mineral. Em graus variantes, todos seres viventes podem se adaptar às circunstâncias. Eles respondem a estímulos internos ou externos.

Segundo, cognição animal é puramente sensorial, limitada ao som, odor, tato, gusto e imagem. Assim, aos animais falta a precisão e clareza da percepção intelectual humana. Portanto, os animais freqüentemente confundem uma sensação com outra ou um objeto com outro.

Terceiro, instintos de um animal dirigem-se rumo ao seu fim e estão de acordo com sua natureza. Porém, o impulso espontâneo pode sofrer modificações conforme cumpra seu curso. Outras imagens sensoriais, percepções ou lembranças podem agir como novo estímulo afetando o comportamento animal. De mais a mais, o conflito entre dois ou mais instintos pode algumas vezes modificar o impulso original.

No homem, quando duas reações instintivas se confrontam, o intelecto determina o melhor curso a seguir, e a vontade então retém um instinto sob controle enquanto encoraja o outro. Com animais faltam esse intelecto e vontade, quando dois impulsos instintivos se confrontam, o mais favorecido pelas circunstâncias em prevalência.4

Em tempos, esses estímulos internos ou externos afetando impulsos instintivos de um animal, resultam em casos de "filicídio", "canibalismo" e "homossexualismo animal"

• "Filicídio" e "Canibalismo" Animal

Sarah Hartwell explica que gatos matam sua cria depois de receber "sinais misturados" de seus instintos:

A maioria dos gatos fêmea podem alternar entre o "modo brincar" e o "modo caçar" com vistas a não danificar sua prole. Em gatos isso essa troca por "modo caçar" pode ser incompleta e, quando eles se tornam altamente estimulados pela brincadeira, o instinto de "caça" vem com força e eles podem matar os gatinhos. O instinto de caçar é tão forte, e tão duro para trocá-los quando a presa está presente, que o desmembramento e até comer o gatinho pode se suceder.

Compare o tamanho, som e atividade de gatinhos com tamanho, som e atividade da presa. Ambos são pequenos, tem vozes berrantes e movem-se com movimentos rápidos e instáveis. Tudo isso desperta o comportamento de caça. No gato, o comportamento maternal sempre exceed o comportamento de caça e ela banqueteia os gatinhos exatamente da mesma forma que ele banquetearia a pequena presa. Seus instintos são confusos.5

A respeito do canibalismo animal, a Revista Iran Nature and Wildlife registra:

O canibalismo é mais comum entre vertebrados mais baixos e invertebrados, freqüentemente devido a um animal predatório errando uma de sua própria espécie como presa. Mas também ocorre entre pássaros e mamíferos, especialmente quando a comida é escassa.6

• Animais Carecem de Meios pra Expressar suas Situações Afetivas

Em estimular e confrontar instintos, porém, nós devemos acrescentar um outro fator: expressando suas situações afetivas, um animal é radicalmente inferior a um homem.

Posto que aos animais carece a razão, seus meios de expressar suas situações afetivas (medo, prazer, dor, desejo etc.) são limitados. Aos animais carece a riqueza de recursos na disposição humana para expressar seus sentimentos. Os homens podem adaptar seu modo de falar, escrever, observar, gesticular em caminhos enormes. Os animais não. Conseqüentemente, os animais freqüentemente expressam suas situações afetivas ambiguamente. Eles "copiam" assim o falar, as manifestações do instinto de reprodução para manifestar os instintos de dominação, agressividade, medo, sociabilidade e por aí vai.

• Explicando Aparentemente Comportamento "Homossexual" Animal

Bonobos são um típico exemplo dessa "cópia". Esses primatas da família chimpanzé se engajam em comportamento aparentemente sexual para expressar aceitação e outras situações afetivas. Assim, Frans B. M. de Waal, que gastou centenas de horas observando e filmando bonobos, afirma:
Há duas razões para acreditar que atividade sexual seja a resposta dos bonobos a evitar conflito.

Primeiro, qualquer coisa, não somente comida, que estimula o interesse de mais do que um bonobo em um tempo tende a resultar em contato sexual. Se dois bonobos aproximam-se de um caixa de papelão atirada no interior de sua área, eles brevemente montarão um no outro antes de brincar com a caixa. Tais situações conduzem a disputas na maioria das outras espécies. Mas os bonobos são totalmente tolerantes, talvez porque eles usam o sexo para desviar a atenção e para difundir tensão.

Segundo, o sexo bonobo freqüentemente ocorre em contextos agressivos totalmente sem ligação com a comida. Um macho desconfiado poderia seguir um outro longe da fêmea, depois o que os dois machos se reúnem e se engajam em fricção escrotal. Ou depois que uma fêmea golpeia uma jovem, a mãe da segunda pode empurrar o agressor, uma ação que é imediatamente seguida por fricção escrotal entre os dois adultos.7

Como bonobos, outros animais montarão em outros do mesmo sexo e se engajarão em aparentemente comportamento "homossexual", embora sua motivação possa diferir. Cachorros, por exemplo, habitualmente fazem isso para expressar dominação. Cesar Ades, etólogo e professor de psicologia na Universidade de São Paulo, Brasil, explica que "Quando dois machos se emparceiram, o que está presente é uma demonstração de poder, não de sexo."8

Jacque Lynn Schultz, Diretor de Projetos Especiais de Ciências Animais da ASPCA, explica mais adiante:

Usualmente, um cachorro macho não esterilizado montará em um outro cachorro macho como uma exibição de dominação social – em outras palavras, como um caminho de permitir o outro cachorro saber quem é o chefe. Embora não seja freqüente, um cachorro fêmea poderia montar pela mesma razão.9

Cachorros montarão também em um outro por causa da veemência de sua puramente reação química ao cheiro de um cio fêmeo:

Não surpreendentemente, o cheiro de um cachorro fêmea no cio pode instigar um frenesi de comportamentos de montar. Até outras fêmeas que não estão no cio montarão naquelas que estão. Machos montarão em machos que tenham estado somente com estro fêmea se eles ainda reproduzem seu odor…. E machos que capturam o vento do odor de estro pode montar na primeira coisa (ou pessoa azarada) que eles se envolvam em contato.10

Outros animais se engajam em aparentemente comportamento "homossexual" porque eles falham em identificar o outro sexo propriamente. Nas espécies mais baixas no reino animal, a mais tênue e difícil em detectar são as diferenças entre os sexos, conduzindo a mais freqüente confusão.

• Animais "Homossexuais" Não Existem

Em 1996, o cientista homossexual Simon LeVay admitiu a evidência assinalada a atos isolados, não o homossexualismo:

Embora o comportamento homossexual seja mais comum no reino animal, parece ser muito incomum que animais em particular tenham uma predisposição permanente em se engajar em tal comportamento à exclusão de atividades heterossexuais. Assim, uma orientação homossexual, se alguém pode falar de tal coisa nos animais, parece ser uma raridade.11

A despeito das aparências "homossexuais" de algum comportamento animal, esse comportamento não deriva de um instinto "homossexual" que é parte da natureza animal. Dr. Antonio Pardo, Professor de Bioética na Universidade de Navarra, Espanha, explica:

Propriamente falando, o homossexualismo não existe entre animais…. Por razões de sobrevivência, o instinto reprodutivo entre animais é sempre dirigida rumo a um indivíduo do sexo oposto. Portanto, um animal nunca pode ser homossexual com tal. Todavia, a interação de outros instintos (particularmente a dominação) pode resultar em comportamento que parece ser equacionado com uma "homossexualismo animal". Tudo isso significa que o comportamento sexual animal abrange aspectos além daqueles da reprodução.12

É NÃO CIENTÍFICO "LER" MOTIVAÇÃO E SENTIMENTO HUMANOS NO COMPORTAMENTO ANIMAL

Como muitos ativistas dos direitos dos animais freqüentemente "lêem" motivação e sentimento humano dentro do comportamento animal. Enquanto isso, aproximação antropopático aproveita cidadania completa nos reinos da arte, literatura e mitologia que faz pela pobre ciência. Dr. Charles Socarides do National Association for Research and Therapy of Homosexuality (NARTH) observa:

O termo homossexualismo deveria ser limitado a espécies humanas, porque em animais o investigador pode certificar-se somente de comportamento motor. Tão logo ele interprete a motivação animal, ele está aplicando psicodinâmica humana -- uma arriscada, se não apressada aproximação científica.13

O etologista Cesar Ades explica a diferença entre relações sexuais humana e animal:

Seres humanos têm sexo de uma forma, enquanto animais tem de outra.

Sexo humano é uma questão de preferência onde alguém escolhe a pessoa mais atrativa para ter prazer. Isso não é verdadeiro com animais. Para eles, isso é uma questão de acasalar-se e reprodução. Não há prazer físico ou psicológico….O cheiro é decisivo: quando uma fêmea está no cio, ela emite um odor, conhecido como feromônio. O odor atrai a atenção do macho, e faz com que ele queira acasalar-se. Esse é o intercurso sexual entre animais. É a lei da natureza.14

Até o biológo Bruce Bagemihl, cujo livro Exuberância Biológica: homossexualismo animal e Diversidade Natural foi citado pela Associação Psicológica Americana e a Associação Psiquiátrica Americana em seu resumo amici curiae em Lawrence v. Texas e é angariado como prova que o homossexualismo é natural entre animais, é cuidadoso a incluir em uma advertência:

Qualquer descrição de homossexualismo e animais transgêneros é também necessariamente uma descrição de interpretações humanas a esses fenômenos.…Nós estamos no escuro a respeito da experiência interna dos participantes animais: como resultado, os preconceitos e limitações do observador humano –tanto na reunião como na interpretação de dados- vêm a frente nessa situação.….Com pessoas nós podemos falar diretamente a indivíduos (ou ler descrições escritas)….Com animais em contraste, nós podemos freqüentemente diretamente observar seus comportamentos sexuais (e associados), mas somente podemos inferir ou interpretar seus significados e motivações."15

A interpretação do Dr. Bagemihl, porém, por toda o seu livro de 750 páginas favorece sem vergonha a teoria da "homossexualismo animal". Suas páginas são preenchidas com descrições de atos animais que teriam uma conotação homossexual em seres humanos. Dr. Bagemihl não prova, porém, que esses atos tenham o mesmo significado para animais. Ele simplesmente lhes dá uma interpretação homossexual. Não surpreendentemente, esse livro foi publicado pela Stonewall Inn Editions, "uma impressão da St. Martin's Press dedicada aos livros de interesse de gays e lésbicas."

COMPORTAMENTO IRRACIONAL ANIMAL NÃO É PLANO PARA O HOMEM RACIONAL

Alguns pesquisadores estudando comportamento "homossexual" animal extrapolam do reino da ciência ao interior daquele da filosofia e moralidade. A razão desses estudiosos da premissa que se animais fazem isso, está de acordo com sua natureza e assim é bom para eles. Se é natural e bom para animais, eles continuam, é também natural e moralmente bom para o homem. Porém, a definição da natureza humana pertence não ao reino da zoologia ou biologia, mas da filosofia, e a determinação do que seja moralmente bom para o homem pertence à ética.

Dra. Marlene Zuk, professora de biologia na Universidade da Califórnia em Riverside, por exemplo, declara:

Sexualidade é um termo muito mais largo do que as pessoas querem pensar. Você tem essa idéia que o reino animal é estrito, católico romano antiquado, que eles têm sexo para procriar. … Repressão sexual significa mais do que fazer bebês. Por que nós estamos surpresos? Pessoas são animais.16

Simon LeVay se entrete com a esperança que o entendimento do "homossexualismo" animal ajudará mudanças nos costumes sociais e crenças religiosas a respeito do homossexualismo. Ele declara que: parece possível que o estudo do comportamento sexual em animais, especialmente em primatas não-humanos, contribuirá para a liberalização das atitudes religiosas rumo a atividade homossexual e outras formas de sexo não-procriativo. Especificamente, esses estudos desafiam um particular senso do dogma que o comportamento homossexual seja "contra a natureza": a noção que é única àquelas criaturas que, experimentando a fruta da árvore do conhecimento, tem somente se tornado moralmente culpável.17

Outros pesquisadores sentem-se compelidos a apontar a impropriedade de transpor comportamento animal ao homem. Embora muito favorável à interpretação homossexual do comportamento animal, Paul L. Vasey, da Universidade de Lethbridge no Canadá, todavia previne:

Para algumas pessoas, o que os animais fazem é um parâmetro do que é e não é natural. Eles fazem um salto em dizer se isso é natural, isso é moralmente e eticamente desejável. Infaticídio é freqüente no reino animal. Para se aventurar em dizer que é desejável não faz nenhum sentido. Nós não deveríamos estar usando animais para esculpir políticas morais e sociais para as espécies de sociedades humanas que nós queremos viver. Animais não tomam cuidado com os idosos. Eu não penso particularmente que deveria ser uma plataforma para fechar casas de assistência.18

O reino animal não é lugar para o homem procurar um padrão para moralidade humana. Esse padrão, com o bioeticista Bruto Maria Bruti registra, deve ser procurado no próprio homem:

É um erro freqüente para as pessoas contrastar comportamento humano e animal, como se os dois fossem homogêneos. …. As leis governando o comportamento humano são de uma natureza diferente e elas deveriam ser procuradas onde Deus as inscreveu, em outras palavras, na natureza humana.19

O fato que o homem tenha um corpo e uma vida sensitiva em comum com animais não significa que ele seja estritamente um animal. Nem significa que ele seja metade animal. Um homem racionalmente impregna a totalidade de sua natureza de forma que suas sensações, instintos e impulsos não sejam puramente animais, mas tenham aquele selo de racionalidade que os caracteriza como humano.

Assim, o homem é caracterizado não pelo que ele tem em comum com os animais, mas pelo que o diferencia deles. Essa diferenciação é fundamental, não acidental. O homem é um animal racional. A racionalidade do homem é o que faz a natureza humana única e fundamentalmente distinta da natureza animal.20

Considerar o homem estritamente como um animal é negar sua racionalidade e, portanto, seu livre arbítrio. Da mesma forma, considerar animais como se eles fossem humanos é atribuir-lhes uma não existente racionalidade.

DA CIÊNCIA PARA A MITOLOGIA

A pesquisa de Exuberância Biológica do Dr. Bagemihl revela seu fundamental descontentamento com a ciência e o entusiasmo pela mitologia aborígene:

A ciência Ocidental tem muito a aprender sobre as culturas aborígines a respeito dos sistemas de gênero e sexualidade …21

Para a ciência Ocidental, homossexualismo (tanto animal quanto humana) é um comportamento anômalo e não esperado sobre tudo o que requer algum tipo de "explicação" ou "causa" ou "raciocínio." Em contraste, para muitas culturas indígenas ao redor do mundo, o homossexualismo e transgênero são uma rotina e ocorrência esperada tanto nos mundo humano quanto animal …22

A maioria das tribos nativas americanas formalmente reconhecem –e honram- homossexualismo e transgenêro humanos na função da pessoa de 'dois-espíritos' (algumas vezes conhecido formalmente como berdache). Os 'dois-espíritos' é um homem ou mulher sagrado que mistura categorias de gênero para vestir roupas de sexos opostos ou de ambos…. E freqüentemente se engajando nas mesmas –relações sexuais. … Em muitas culturas nativas americanas, certos animais são também simbolicamente associados com duas-energias, freqüentemente na forma de mitos da criação e lendas de origem relacionados ao primeiro ou "supernatural" dois-espíritos….Uma história da criação Zuni relata como as primeiras criaturas dois espíritos que eram nem macho nem fêmea, ainda que ambos ao mesmo tempo fossem as doze descendências de um par irmão-irmã mítico. Algumas dessas criaturas eram humanas, mas uma era um morcego e outra um velho veado.

Dr. Bagemihl aplica esse mito andrógino, tão espalhado no movimento homossexual hodierno, ao reino animal com a ajuda de mitologia indígena e aborígene. Ele convida o Ocidente a adotar "um novo paradigma:"

No fim das contas, a síntese de visões científicas representadas pela Exuberância Biológica nos traz um círculo fechado pra trás do caminho de olhar para o mundo que esteja de acordo com algumas das mais antigas concepções indígenas de variabilidade de gênero sexual animal (e humana). Essa perspectiva dissolve oposições binárias….Exuberância Biológica é…uma visão de mundo que é uma só vez primitiva e futurística, em que gênero é caleidoscópico, sexualidades são múltiplas e as categorias de macho e fêmea são fluídas e transmutáveis.

CONCLUSÃO

Em conclusão, o movimento homossexual tenta estabelecer que o homossexualismo esteja de acordo com a natureza humana, provando sua teoria do "homossexualismo animal", baseada mais em crenças mitológicas e errôneas doutrinas filosóficas do que em ciência.
__________________
1. A expressão movimento homossexual é usada para designar uma vasta rede organizações, grupos de pressão, intelectuais e ativistas que aspiram impor mudanças nas leis, costumes, moralidade e mentalidade, de forma que o homossexualismo não seja somente tolerada mas também aceita como sendo boa e normal. Portanto, ativistas homossexuais pressionam a sociedade para legalizar tanto a prática e as manifestações públicas de homossexualismo, tais como "casamento," do mesmo sexo enquanto com crueldade atacam aqueles que defendem a moral tradicional.
2. Para um breve resumo da evidência desvendando o "está nos genes" e a irreversibilidade das teorias de orientação homosexual, veja o boletim de propaganda "Not Genetic! Not Irreversible! Not Natural!"
3. Cf. Simon LeVay, Queer Science: The Use and Abuse of Research into Homosexuality (Cambridge, Mass.: MIT Press, 1996). Bruce Bagemihl, Biological Exuberance: homossexualismo animal and Natural Diversity (New York: St. Martin's Press, 1999).
4. Cf. Régis Jolivet, Traité de Philosophie, (Lyon-Paris: Emmanuel Vitte, Éditeur, 1950), Vol. 2, pp. 306-396.
5. Sarah Hartwell, Cats that kill kittens, at http://www.messybeast.com/kill_kit.htm (Our emphasis.)
6. "Cannibalism in Animals."(Our emphasis.)82-88,www.songweaver.com/info/bonobos.html. (Our emphasis.)
7. Frans B. M. de Waal, "Bonobo Sex and Society," Scientific American, Mar. 1995, pp.
8. "Cachorro Gay?" Focinhos Online, www2.uol.com.br/focinhos/petsnodiva/index.shtml.
9. Jacque Lynn Schultz, "Getting Over the Hump," ASPCA Animal Watch, Summer 2002, www.petfinder.org/journalindex.cgi?path=/public/
animalbehavior/dogs/1.2.36.txt&template. (Our emphasis.)
10. Ibid. (Our emphasis.)
11. LeVay, p. 207.
12. Antonio Pardo, "Aspectos médicos de la homosexualidad," Nuestro Tiempo, Jul.-Aug. 1995, pp. 82-89.
13. "Exploding the Myth of Constitutional Homosexuality," National Association for Research and Therapy of Homosexuality, www.leaderu.com/orgs/narth/exploding.html. (Our emphasis.)
14. "Cachorro Gay?"
15. Bagemihl, p. 2. (Our emphasis.)
16. Dinitia Smith, "Love That Dare Not Squeak Its Name," The New York Times, Feb. 7, 2004. (Our emphasis.)
17. LeVay, p. 209.
18. Quoted by Dinitia Smith, "Love That Dare Not Squeak Its Name."
19. Bruto Maria Bruti, Domande e risposte sul problema dell'omosessualità, www.paginecattoliche.it/domande_omosessualita.htm. (Our emphasis.)
20. "O homem é corretamente definido como um animal racional; animal refere-se ao gênero próximo; racional refere-se à diferenciação específica." Joannes di Napoli, Manuale Philosophiae (Turin, Italy: Marietti Editori, 1961), Vol. II, p. 165.
21. Bagemihl, p. 5.
22. Ibid., p. 215.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Os homossexuais também são filhos de Deus

A prática do homossexualismo e do lesbianismo são desordens no plano de Deus. A tendência de procurar a pessoa do mesmo sexo tem raízes de ordem educacional. Não há nenhuma comprovação médica de que o homossexualismo seja fruto de uma disfunção glandular.

Ninguém nasce com a tendência ao homossexualismo, mas que este desequilíbrio se desenvolve na criança ou no jovem por problemas familiares (separações, brigas, etc.), obsessão da mãe pelo filho, desinteresse e grosseria do pai, forte insegurança, experiência sexual fracassada ou traumática na adolescência, educação sexual mal conduzida, e muitas outras causas.

A experiência tem mostrado que muitos jovens se tornam homossexuais por alimentarem a mente com pornografia homossexual, ou por terem experimentado o homossexualismo uma só vez para ver como é e acabaram se viciando.

Alguns homossexuais chegaram a confessar que começaram por curiosidade e depois não puderam mais parar. Mas não é o fato de a pessoa ter tido uma única experiência sexual com outra do mesmo sexo que a torna homossexual. Muitos jovens que, na infância, passaram por uma experiência assim puderam se tornar pessoas heterossexuais, casadas e levando uma vida normal.

Não se deve manter o menor preconceito contra essas pessoas. É falta de caridade cristã debochar deles, dar-lhes apelidos pejorativos e degradantes, ou zombar deles.

São seres humanos, filhos de Deus e nossos irmãos. Na verdade esses jovens travam uma terrível batalha; a mais solitária que exista talvez. Às vezes são desprezados pelos amigos, pela própria família, e até pelos pais. É como se fossem um cordeiro separado do rebanho, ferido e abandonado, necessitando de ajuda.

A tendência ou a tentação ao homossexualismo não é pecado, mas se torna pecado se houver o consentimento e a prática do ato sexual com pessoas do mesmo sexo.

A condenação da Bíblia e da Igreja à pratica do homossexualismo é expressa, desde o Antigo Testamento: “Não te deitarás com um homem como se fosse uma mulher: isto é uma abominação” (Levítico 18,22). São palavras claras, pelas quais Deus classifica a prática do homossexualismo como uma abominação. No Novo Testamento o homossexualismo também é condenado.


(Texto baseado no livro: Jovem, levanta-te, Professor Felipe Aquino)