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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Download de livros que ajudam quem quer deixar o homossexualismo

Amor Restaurado
"Amor Restaurado" é um livro importante por diversos motivos. Antes de mais nada, porque muitos que necessitam de libertação e cura das neuroses sexuais as encontrarão enquanto ainda o estiverem lendo. Ele indica um caminho bastante seguro a todos que se disponham a percorrê-lo.

Não existe livro que retrate melhor (do ponto de vista de alguém que sofreu intensa perturbação), o que significa assumir seus verdadeiros problemas - nem até que ponto, as barreiras que as pessoas erguem para se proteger da maldade e das privações contribuem para o desenvolvimento de uma sexualidade distorcida e da homossexualidade.
Mário Bergner descreve sua neurose sexual como a ambivalência do "mesmo sexo" e a homossexualidade como de fato é: o modo pelo qual a sentia e via, sob a perspectiva de alguém que se encontrava do lado de dentro e como a deixou. Descreve-a também como um transtorno relacionado aos símbolos e conta o que fez para se desvencilhar dos símbolos doentios e substituí-los por outros, sadios, que o Senhor lhe deu.


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Homossexualidade Masculina: Escolha ou Destino?
Há milênios as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo intrigam e comovem sociedades em várias partes do mundo. O que leva dois homens a se relacionarem sexualmente? Por que esse fenômeno constrange a maioria das pessoas? Ainda não temos todas as respostas. Apesar disso, a discussão sobre esse tema gerou mitos e tabus que fomentam o preconceito e a discriminação contra os homossexuais.

Algumas pessoas acreditam que o desejo homossexual seja uma escolha consciente do sujeito; outras pensam que a homossexualidade não passa de uma variação normal da sexualidade humana. Enquanto isso, milhares de pessoas sofrem por não saberem o que fazer para viverem em harmonia com seus instintos sexuais e conceitos morais. Este livro expõe as incoerências do debate sobre esse assunto e apresenta alternativas que podem contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas que enfrentam direta ou indiretamente as conseqüências da atração pelo mesmo sexo.

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Ilusões do Movimento Gay
Muitos cristãos ainda possuem dúvidas ou não tem opinião formada sobre o movimento gay. Neste livro, o autor trata do assunto para que o cristão possa expressar sua opinião com base bíblica, não apoiando o pecado.

A maioria dos meios de comunicação apóiam a homossexualidade, mas não mostram a verdade, então, devemos conscientizar as pessoas e falar o que é certo.

O livro trata temas como: origem genética, se a homossexualidade em si; pornografia; pedofilia; o que a Bíblia diz sobre sexo entre homens e crianças; causa da homossexualidade; fatores sociais; riscos de saúde; sodomia; tolerância, entre outros.

A intenção do livro não é atacar pessoas, mas mostrar os bastidores de um movimento que vem crescendo muito nos dias de hoje.

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Homossexualidade: Um engano em minha vida
Conheça na íntegra o testemunho de Saulo Navarro, sua jornada de restauração sexual e conquistas.

Através de sua infância, adolescência e juventude o autor apresenta motivos e raízes que o levaram a prática da homossexualidade durante anos.
Após um marcante encontro com Deus, começa sua jornada rumo a uma nova sexualidade.
Conheça não só a história de vida, mas as reflexões e ensinos de um novo homem.

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Impulsionados Pelo Amor
“Amor” é uma palavra que nunca sai de moda. Mas muitos se esquecem que amor é mais que uma palavra. Amar é uma atitude. O verdadeiro Amor não se resume em palavras, mas em atos. Restauração Sexual também não se resume em palavras, ensinos ou até mesmo em um “milagre’, mas em atitudes.

Descubra em “Impulsionados pelo Amor”, históriais reais de pessoas que resolveram dar um novo rumo para suas vidas. Descubra você também, nestas páginas, que Amor é este que põe uma vida de ponta cabeça. O que faria alguém remar contra a maré, senão um grande Amor? Abra seu coração, leia e apaixone-se!

Download do livro:


Restaurando a Identidade
É possível mudar Este livro foi escrito por pessoas que venceram o homossexualismo e o lesbianismo e, hoje, servem a Cristo de maneira integral. Nele são retratados diversos casos de homens e mulheres que restauraram sua identidade sexual e redescobriram a verdadeira vontade de Deus para suas vidas. Restaurando a identidade (anteriormente publicado sob o título Deixando o Homossexualismo) aborda todos os ângulos da problemática homossexual, permitindo um claro entendimento das questões biológicas, espirituais, psicológicas e bíblicas que são invariavelmente usadas por aqueles que defendem a opção gay como algo normal e definitivo. Com base na revelação bíblica e no aconselhamento cristão, os autores defendem a plausibilidade de uma mudança completa na orientação sexual. Este livro contém as estratégias para a cura, a reorientação e o crescimento espiritual que foram desenvolvidas e utilizadas por pessoas de diversas idades e nacionalidades. 

Download do Livro:



Techos dos livros, "Homossexualidade e Esperança"; "Homossexual - Quem é Você? Pra Onde Vai?" e "A Batalha pela Normalidade Sexual" em nosso perfil no orkut.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Dica de Leitura: Imagens Partidas

A oração como chave da libertação de pessoas com problemas na área da sexualidade. Este é o tema central deste livro. Dra. Leanne Payne, fundadora do Ministério Cuidados Pastorais, participou da libertação de milhares de pessoas e reparte aqui os casos mais marcantes enquanto mostra como a oração é uma aliada poderosa e como Deus torna o processo de cura muito simples. Um livro encorajador para quem enfrenta tais problemas e valioso para todos os que estão envolvidos com a cura de alguém.

A homossexualidade é vista como uma das mais complexas neuroses sexuais. A condição para a Este livro destina-se a quem vivencia uma crise de identidade sexual, em especial, o homossexualismo. Pessoas com imagem interior partida, ansiosas por algo que lhes restaure a personalidade e atue como um bálsamo em suas almas feridas.

Destina-se, também, à quem ministra cura interior e deseja orar mais eficazmente em favor dos que enfrentam esse tipo de crise. Com sua experiência de décadas de aconselhamento, Leanne Payne mostra-nos como Deus torna isso extremamente simples. de Deus, apesar de crença contrária amplamente divulgada, é surpreendentemente simples. Este é um livro sobre como devemos orar para alcançar a cura desse problema.

terça-feira, 19 de julho de 2011

A Crise da Verdade: Por que é difícil deixar o homossexualismo? Será que tem cura?

Neste artigo Bob Ragan apresenta algumas das razões, e como superá-las.

Vários eventos levaram-me a compartilhar os motivos pelos quais creio que certas pessoas parecem não receber ajuda de ministérios de apoio àqueles que enfrentam luta contra o homossexualismo. O fato de maior motivação para este trabalho foi a leitura do livro de Jeffrey Satinover, O Homossexualismo e a Política da Verdade. Eu fortemente recomendo este livro, pois oferece uma importante discussão e dados que o mundo secular evita, seja de propósito ou por ignorância sobre o assunto.

No capítulo 13, o qual é entitulado: Tratamentos Cristãos, o Dr. Satinover afirma que “sempre haverão pessoas que procurarão mudança para suas vidas, porém sem sucesso, mesmo após muitos anos de esforços. Até mesmo de forma compreensível a nós, alguns destes indivíduos adotam uma postura ativista gay bastante visível, e tornam-se hostis em relação aos ministérios que abandonaram, pois acreditam que os mesmos os tenham enganado ou iludido.” Tenho conhecido alguns que não foram capazes de lidar com o processo de saída do homossexualismo e voltaram a envolver-se no velho estilo de vida. No entanto, entendo como eles se sentem, pois sei quão longo e penoso tal caminho pode ser.

Todavia, tenho dificuldade em sentir simpatia por aqueles que tornam-se ruidosamente militantes contra ministérios de apoio aos que lutam contra o homossexualismo, após terem feito parte de tais ministérios. O fato é que a afirmação de que a mudança desejada não aconteceu em suas vidas pode ser resultado de suas próprias escolhas. Além disso, a afirmação de que tais ministérios não funcionam em geral não leva em consideração os muitos homens e mulheres que prosseguiram e venceram seus desafios, tendo-se tornado capazes de experimentar segurança em sua identidade heterossexual. Parece-me que para justificar sua escolha, aqueles que deixaram os ministérios de ajuda e tornaram-se militantes necessitam desacreditar os outros que persistiram na jornada.

Os conceitos abaixo fazem parte do que tenho experimentado e observado em outros durante os últimos nove anos. Procurei focalizar a atenção naquilo que creio constituir as razões básicas pelas quais os ministérios de ajuda parecem não poder ajudar alguns homens e mulheres. Não tenho a intenção de jogar vergonha ou condenação sobre aqueles que abandonaram os ministérios de ajuda; pelo contrário, desejo compartilhar o que creio tratar-se de algumas condições fundamentais para todo aquele que está passando pelo processo de mudança.
A Modificação do comportamento é apenas uma pré-condição para a mudança.
O tratamento de áreas de domínio de nossas vidas exige o reconhecimento de que não posso superá-las por mim mesmo. Em geral os israelitas respondiam a Deus com um sonoro “Sim, faremos isto!” No entanto, geralmente eles voltavam às suas velhas práticas pecaminosas. Muitas pessoas procuram nossos ministérios ao perceberem que não poderão encontrar vitória em sua luta isoladamente. No entanto, chegar a tal percepção nem sempre significa que chegaram ao fim de sua auto-suficiência. Em geral tentamos inicialmente mudar a partir de nossos próprios recursos; no entanto, somente o Senhor pode produzir mudança verdadeira, a qual exige nossa entrega e obediência a Ele.

A integridade sexual não pode ser obtida sem o poder de Jesus. Muitos tentam mudar através de atitudes legalistas, modificando os padrões carnais externos. No final da carta aos Colossenses Paulo pergunta por que é que nos colocamos novamente sob a lei de “não fazer isto ou aquilo” tendo já morrido com Cristo! O fato é que a modificação de comportamento pela lei não apresenta qualquer valor no sentido de controlar as indulgências da sensualidade (Colossenses 2:23). Alguns precisam o estabelecimento inicial de alguns limites com relação a comportamentos que viciam; porém, a decisão de mudar meu comportamento é apenas o início de tal processo, e não o alvo principal, ou o final da jornada!

Por outro lado, mudança duradoura tem a ver com a disposição do coração e da mente, e não apenas com a modificação do comportamento. Tal mudança (isto é, o não envolvimento em comportamentos que viciam) é apenas uma pré-condição para uma verdadeira mudança. Caso eu utilize comportamento como indicador de vitória, estarei perdendo o verdadeiro foco da questão (veja Colossenses 3:1-2) e estarei caminhando em direção ao fracasso. Caso faça isto, tal mudança estará dependendo de meu desempenho, o qual é dirigido pela carne, e não pelo coração. Nosso processo de mudança geralmente fica mais difícil quando nossos comportamentos pecaminosos começam a ser abandonados. Isto porque à medida em que deixamos de tentar escapar ou fugir de nossas dores emocionais através de nossos vícios, passamos a vivenciar nosso conflito com intensidade ainda maior. Portanto, neste estágio de nossa luta, somos confrontados com duas opções: retornamos aos nossos velhos mecanismos de fuga ou inventamos novos mecanismos, ou encaramos nosso conflito plenamente. Caso escolhamos a última opção, que sem dúvida é a mais difícil, começamos a experimentar a realidade do processo e mudança permanente.

Alguns podem achar que os ministérios de ajuda não funcionaram para eles por fundamentarem sua mudança somente na modificação de seu comportamento ou desempenho. Assim que conflitos mais profundos vêm à tona, exigindo perseverança de sua parte neste momento do processo, tais pessoas não entendem que é necessário que se entreguem ao Senhorio de Jesus Cristo, e que dependam apenas de Sua força e compreensão. Do contrário, tais pessoas passaram a confiar em sua auto-suficiência e portanto não conseguem prosseguir na longa jornada que faz parte da mudança.
A verdadeira mudança exige uma recuperação de longo prazo – toda a vida!
Eu creio que empregamos mal a palavra “cura”. Considere o seguinte: ser curado de um pequeno corte no dedo causado por um pedaço de papel é bem diferente de ser curado de um acidente de automóvel. Podemos experimentar cura emocional semelhante à cura de um pequeno corte no dedo, ou seja, um processo relativamente rápido. No entanto, também podemos experimentar a cura emocional como um processo de recuperação semelhante ao que ocorre após um grave trauma físico, como um acidente automobilístico ou algo parecido. Eu procuro limitar o uso da palavra “cura”, pois muitos comparam o processo de mudança como uma recuperação de um pequeno corte no dedo, e não de um trauma severo. Geralmente pequenos cortes sequer deixam cicatrizes, ao contrário dos grandes traumas. Este é o caso de nossa luta com a homossexualidade. Muitos indivíduos desejam que seu processo de mudança esteja de acordo com suas expectativas quanto a tempo e definição. Estas pessoas transformaram tal “cura” em seu alvo, e não o fato de estarem submissos a Jesus Cristo. Em geral estas pessoas medem seu grau de mudança pelos tipos de tentações que ainda enfrentam e/ou a presença ou não de atração pelo sexo oposto. De certa forma se esquecem de que enfrentar tentação é algo que todos enfrentaremos até o final de nossas vidas! Eu somente comecei a sentir atração (observe que não estou me referindo a lascívia sexual ao mencionar isto) em relação a mulheres após muitos anos; somente depois que Deus tratou de várias outras questões relacionadas a esta em minha vida.

Caso eu tivesse escolhido utilizar atração por mulheres e a falta de tentações como medidas de mudança, eu teria deixado o ministério muitos anos atrás. Ao invés disso, confiei em Deus no sentido de tratar meu processo de mudança como Ele sabe que deve ser tratado. Meu enfoque está em meu relacionamento com Ele, e não nas circunstâncias temporais do presente. Minha motivação provem do desejo de amor, e não do desejo de provar! Deus tem produzido mudança em minha vida de acordo com o Seu tempo, e não o meu. Esta mudança tem ocorrido com resultado de perseverança e confiança.
O Comportamento Homossexual não é mais uma opção aceitável.
Para muitos que estão lutando com esta questão, a opção em relação à homossexualidade ainda não foi resolvida. Há uma porta que ainda está aberta, em que o comportamento homossexual ainda é visto como algo que não é totalmente errado, ou ainda existe a ilusão de que há um príncipe ou princesa encantada esperando por mim em algum lugar. O coração destas pessoas ainda não tomou a decisão de que seguirá a Jesus, não importa o que venha a acontecer. Largo é o caminho que leva à destruição; enquanto eu considerar o comportamento homossexual como uma opção viável, não terei verdadeiramente abraçado o processo de mudança.

É importante ressaltar que experimentaremos incertezas e dúvidas durante o processo de saída da homossexualidade. À medida em que nossos conflitos ficarem mais intensos, maior será a pressão para que busquemos conforto nos velhos hábitos e mecanismos de escape, como forma de enfrentar a dor do conflito. Inclusive não é incomum que aqueles que estão lutando enfrentem períodos de comportamento pecaminoso à medida em que se aprofundam no tratamento de suas feridas emocionais. Apesar do fato de que alguns escolhem atividades homossexuais como forma de fuga da dor emocional, a esperança de mudança ainda está presente. Sei que posso caminhar em Sua misericórdia e graça, mesmo caso eu tenha um envolvimento sexual.

Na minha própria experiência, percebi que tinha que entregar a Deus meu “direito de ser puro.” Isto pode parecer estranho, mas enquanto eu procurasse atingir pureza (ou seja, ficar contando os dias e horas desde meu último envolvimento), eu não estava descansando na verdade de que Ele somente é a minha pureza. Eu sei que sou capaz de retornar a velhos hábitos nesta caminhada. Por outro lado, também sei que a minha pureza pessoal é resultado da minha identificação com Cristo, e não do meu desempenho!
No entanto, tenho que crer e tomar a decisão de que é verdade que a prática da homossexualidade é algo que Deus não aceita sob nenhuma circunstância. Trata-se de pecado. Qualquer forma de envolvimento sexual não é mais uma opção para mim. Como adulto, sou responsável por minhas escolhas; e a autoridade da Palavra de Deus estabelece que comportamento homossexual não é aceitável a Ele.
Todos nós enfrentamos os mesmos conflitos.
Minha luta não é diferente da luta de outras pessoas. Todos nós lutamos com algum tipo de pecado, e as raízes das nossas lutas são as mesmas. A manifestação exterior de nossa pecaminosidade pode ser diferente, porém interiormente todos carecemos igualmente da graça de Deus. Caso persista em enfocar apenas meu comportamento, é justamente ali onde permanecerei – na superfície, o que não resulta em mudança permanente. Temos que identificar as áreas mais profundas que nos estão destruindo e nos mantendo prisioneiros.

Sim, ministérios de ajuda podem não ajudar muito certas pessoas. Há aqueles que deixarão o processo, recusando-se a encarar as raízes profundas de seus conflitos, ou que estarão dispostos a comprometer a verdade. Estamos vivendo em um momento quando as pessoas estão em busca de gratificação e mudança instantâneas. No entanto, há um preço para se experimentar mudança, e este preço envolve seguir a Jesus, e morrer para tudo aquilo que não procede dEle. A morte não é uma experiência agradável! No entanto, embora meus sentimentos fiquem abalados em certas circunstâncias, sei que Deus continua constantemente presente em minha vida. Escolho não viver por meus sentimentos, mas sim depender de Sua misericórdia e graça. Eu escolho enfrentar minhas lutas aos pés da Sua cruz, em submissão e obediência. É aqui que ocorre a mudança verdadeira e duradoura.

Quero concluir com estas duas perguntas:
1) Você já decidiu seguir a Jesus, não importa qual seja o preço?
2) Você já fechou a porta para a opção do homossexualismo? Creio que estas são duas áreas cruciais que devem ser encaradas, as quais são fundamentais para o processo de saída do homossexualismo.

(Traduzido por Willy Torresin de Oliveira)

sábado, 16 de julho de 2011

O que é o homossexualismo?

Definindo os termos
Neste artigo, ao falar de homossexualismo, estou-me referindo, não à simples tendência homossexual, mas à prática da união carnal entre pessoas do mesmo sexo. Ao falar de homossexual, não me refiro às pessoas que têm tendência homossexual, mas que a ela resistem, às vezes heroicamente, com grande mérito. Chamo de homossexual a quem voluntariamente pratica atos de homossexualismo, e deles não se arrepende.
Feitas essas distinções, prossigamos.

O que é o homossexualismo?
Hoje dificilmente alguém fala de maneira precisa sobre o homossexualismo. Seus defensores qualificam-no como uma “opção” sexual. Seus opositores referem-se a ele como um transtorno, uma anomalia ou disfunção sexual.

Nenhum desses conceitos abrange o cerne da questão. O homossexualismo é, antes e acima de tudo, um vício, ou seja, algo que se opõe diretamente a uma virtude[1]. O homossexualismo opõe-se à virtude da castidade, que regula o instinto sexual segundo a reta razão.

Mas entre os vícios opostos à castidade – genericamente chamados pelo nome de luxúria – o homossexualismo tem uma gravidade especial. Ele contraria não apenas à razão, mas à própria natureza.

O vício contra a natureza
Ensina-nos S. Tomás de Aquino (1225-1274) que se pode pecar pela luxúria de dois modos:
primeiro, de um modo que contrarie a reta razão (é o caso da fornicação e do adultério, por exemplo);
segundo, de um modo que, além disso, contrarie a própria ordem natural do ato sexual que convém à espécie humana. É o que constitui o vício contra a natureza.[2].
Tal vício inclui a masturbação, a bestialidade (conjunção carnal com animais), o homossexualismo (conjunção carnal entre duas pessoas do mesmo sexo) e a prática antinatural do coito, embora realizada entre pessoas de sexo oposto e até mesmo casadas (a cópula “oral” ou “anal”, por exemplo).
O vício contra a natureza, explica o teólogo adiante,[3] tem uma gravidade especial em relação às outras espécies de luxúria. Estas só contrariam o que é determinado pela reta razão, pressupondo, porém, os princípios naturais. Sim, pois o adultério e a fornicação, por abomináveis que sejam, são praticados entre um homem e uma mulher, e de um modo conforme a natureza. O que faz o adultério ser pecado não é o ato sexual em si (que é natural), mas a circunstância “com quem” ele é praticado (com alguém que não seja o próprio cônjuge). Da mesma forma, se dois namorados praticam o ato sexual, esse pecado (fornicação) não está no ato em si (que é natural), mas na circunstância “quando” ele é praticado (antes do matrimônio).
O homossexualismo, porém, corrompe a própria natureza do ato. E como os princípios da razão fundam-se sobre os princípios da natureza, a corrupção da natureza é a pior de todas as corrupções. Donde conclui S. Tomás que o vício contra a natureza (que inclui o homossexualismo) é o mais grave entre todas as espécies de luxúria.

Os homossexuais têm direitos?
Como o homossexualismo é um vício, a Sagrada Escritura não hesita em incluir os homossexuais entre os que não herdarão o Reino de Deus:
“Não vos iludais! Nem os impudicos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os depravados, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os injuriosos herdarão o Reino de Deus” (1Cor 6,9-10).
Nessa passagem o Apóstolo usa duas palavras para designar os homossexuais: malakói (efeminados) e arsenokóitai (sodomitas).
Será que nenhum dos que foram enumerados acima têm direitos? Certamente têm. O empregado que trabalhou para mim durante um mês tem direito a receber seu salário, mesmo que lamentavelmente se tenha embriagado. O ladrão que furtou meu dinheiro conserva seu direito à vida (e por isso eu não posso matá-lo).

Mas o ladrão não tem direito à vida como ladrão, e sim como pessoa. Da mesma forma, o bêbado não tem direito ao salário como bêbado, e sim como trabalhador.
Assim, se o homossexual tem algum direito, não o tem como homossexual, mas como pessoa. E assim como não faz sentido elaborar uma Carta dos Direitos dos Ladrões ou uma Declaração dos Direitos dos Bêbados, é absurdo uma lei que defenda os “Direitos dos Homossexuais”. Sendo um vício (e um vício contra a natureza!), o homossexualismo não acrescenta direitos à pessoa. Ao contrário, priva-a de direitos, a começar pelo direito ao Reino de Deus.

Existe o “bom” homossexual?
A tradição popular costuma referir-se a um dos companheiros de suplício de Jesus como o “bom ladrão”[4]. Na verdade, ele não pode ser “bom” na qualidade de ladrão. Tornou-se bom por ter-se arrependido dos roubos cometidos, por ter censurado o outro ladrão que insultava Jesus, e por ter suplicado misericórdia.

Analogamente, um homossexual, como tal, não pode ser “bom”. Por definição, ele é alguém que – como praticante de atos antinaturais – carece de idoneidade moral. Por essa razão, está impedido de adotar crianças, uma vez que o Código Civil, em seu artigo 1638, inciso III, cassa o pátrio poder (hoje chamado “poder familiar”) ao pai ou à mãe que “praticar atos contrários à moral e aos bons costumes”. Além disso, por seu vício, o homossexual, longe de oferecer “reais vantagens para o adotando” (art. 43, Estatuto da Criança e do Adolescente), submete-o a permanente risco de corrupção moral.

A Lei de Introdução ao Código Civil declara, em seu artigo 17, que “as leis, atos e sentenças de outro país, bem como quaisquer declarações de vontade, não terão eficácia no Brasil, quando ofenderem a soberania nacional, a ordem pública e os bons costumes”. Por esse motivo, os civilistas Pablo Stolze Gagliano e Rodolfo Pamplona Filho entendem não ser possível o reconhecimento do “matrimônio” entre homossexuais fora do Brasil.[5]

Com razão, portanto, o Código Penal Militar considera crime a pederastia ou qualquer outro ato de libidinagem:
Art. 235. Praticar, ou permitir o militar que com ele se pratique ato libidinoso, homossexual ou não, em lugar sujeito a administração militar:
Pena - detenção, de seis meses a um ano.
Assim, é contraditória a sentença judicial que reconhece ao homossexual o direito de adotar uma criança sob o seguinte argumento: “O que interessa é que a pessoa seja idônea e que a criança esteja bem em sua companhia. O resto é preconceito”.[6] Ora, o homossexual é, por definição, uma pessoa não idônea. Por conseguinte, a criança não estará bem em sua companhia.

À semelhança do “bom” ladrão, o único “bom” homossexual é aquele que se arrependeu do vício e está disposto a abandoná-lo. A este a Igreja acolhe de braços abertos e lhe oferece, em nome de Deus, o perdão.

Os homossexuais que, reconhecendo a gravidade de seus atos, procuram a Igreja para se reconciliar com Deus, “devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza”[7].

Existe o “preconceito” contra o homossexual?
Preconceito é um conceito antecipado, um juízo emitido antes de um real conhecimento dos fatos. Comete preconceito quem afirma que os negros são ladrões, que as crianças anencéfalas não são pessoas, que as mulheres são assassinas. Pois não há razão alguma para afirmar que os que têm pele escura não respeitam a propriedade alheia, que os bebês gravemente deficientes não têm direitos, que as mulheres se comprazem em matar seus filhos.

Dizer, porém, os assassinos são maus não é preconceito, mas um conceito verdadeiro. Isso porque a malícia está na essência do assassinato.

Da mesma forma, dizer que o homossexual é alguém que pratica um vício não é preconceito, mas um conceito verdadeiro. Isso porque o vício está na essência do homossexualismo.

E quanto à discriminação para como os homossexuais?
Diz o Catecismo: “evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta”.[8] O texto supõe, portanto, que há discriminações justas para com os homossexuais. E de fato há. Uma delas é a proibição de receberem a Sagrada Comunhão, enquanto não abandonarem seu pecado. Outra é a impossibilidade de serem admitidos em seminários e casas religiosas.

Lamentavelmente, o Projeto de Lei 5003-B, de 2001, aprovado pela Câmara em 23/11/2006, e agora encaminhado ao Senado (PLC 122/2006), pretende punir até mesmo as discriminações justas, chamadas com o nome pejorativo de “homofobia”. A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno (“manifestação de afetividade”) por homossexuais (art. 7°). Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°). A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo 8°, (“ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”).

Como se não bastasse, em 13/12/2006, uma Comissão Especial aprovou o Substitutivo da Deputada Teté Bezerra (PMDB/MT) ao Projeto de Lei 6.222, de 2005, do Senado Federal. O texto aprovado pretende incluir no Estatuto da Criança e do Adolescente, entre outros, o artigo 38-I, cujo parágrafo único (inciso II) permite a adoção por "casal" "homoafetivo” desde que haja “comprovação da estabilidade da convivência”.

Conclusão
O impulso ou tendência homossexual é uma disfunção, que pode ter várias causas. Segundo o psicólogo holandês Gerard J. M. Van Den Aardweg, “as evidências todas no campo biológico mostram uma causalidade não fisiológica, não biológica”.[9] Para ele, os sentimentos de auto-compaixão e inferioridade que caracterizam o homossexual têm origem na relação com os pais e com os companheiros na infância e na adolescência.

No entanto, a causa direta dos atos de homossexualidade é a livre vontade humana. Nesse sentido, é correto dizer que o homossexualismo é uma “opção” (considerando a prática homossexual). Uma opção má, mas uma opção. O homossexual é alguém que, como todas as pessoas humanas, foi chamado a fazer a opção pela castidade. Lamentavelmente, optou pelo vício oposto, a luxúria. E entre as espécies de luxúria, escolheu uma que contraria não apenas a reta razão, mas a própria natureza.

Bons psicólogos podem ajudar na terapia da tendência homossexual. Mas a cura dos atos de homossexualismo, como a de qualquer pecado, está no arrependimento sincero e no pedido de perdão a Deus.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis

[1] Cf. S. Tomás de Aquino, Suma Teológica Iª-IIæ, questão 71, artigo 1.
[2] Cf. Suma Teológica, IIª-IIæ, questão 154, artigo 11, corpo.
[3] Cf. Op. cit., artigo 12, corpo.
[4] Cf. Lc 23,39-43
[5] Cf. Novo Curso de Direito Civil: parte geral: volume 1. São Paulo: Saraiva, 2002, p. 85.
[6] JUIZ dá a gay direito de adotar uma criança. Jornal do Brasil, 7 jul. 1999, p. 22.
[7] Catecismo da Igreja Católica, n.º 2358.
[8] Catecismo da Igreja Católica, n.º 2358.
[9] AARDWEG, Gerard J. M. A batalha pela normalidade sexual e homossexualismo. Aparecida, SP: Santuário, 2000. p. 24.


terça-feira, 12 de julho de 2011

O Homossexualismo segundo a Palavra de Deus e a falácia da Teologia gay

Há alguns anos atrás assisti a uma conferência (Série de Estudos) onde foi abordado o assunto “O Homossexualismo e a Igreja”. Um irmão de certa idade e maturidade espiritual comentava o fato que anos atrás tais assuntos nem eram mencionados em público, mas que hoje em dia era necessário falar. Tem razão. O homossexualismo tem mais e mais aceitação no mundo como “estilo de vida alternativo”, tão aceitável quanto à heterossexualidade.

A legislação na Inglaterra recentemente foi alterada para dar lugar a “casamentos” entre casais do mesmo sexo, com direito a adotar crianças. Não é nenhum segredo que uma ministra do governo está a favor de uma mudança semelhante na legislação brasileira. Existem até “igrejas” que ensinam que o homossexualismo é certo uma vez que os casais permanecem fiéis um ao outro. O que é o homossexualismo? O mestre Aurélio nos fornece a seguinte definição para “homossexual”: “Relativo à afinidade, atração e/ou comportamento sexuais entre indivíduos do mesmo sexo”. Comportamento homossexual, portanto se diz respeito a relações sexuais entre homem e homem ou mulher e mulher (o lesbianismo).

Reconhecemos que num bem pequeno número de ocorrências pode existir problemas de natureza hormonal ou até física. Tais casos necessitam tratamento medicinal ou mesmo cirúrgico, junto com todo apoio que é possível dar. Deve ser registrado, todavia, que em geral o homossexualismo não se refere a uma doença, e sim a uma opção de vida, o que é exatamente como a própria comunidade homossexual o define.

A irmã Susan Dibble se coloca corretamente frente à tendência moderna: “Existem muitas teorias sobre as causas do homossexualismo. Mas, não importa qual seja a razão, Deus nos diz que é um pecado” (“Antes do Dia do Casamento”, pág. 36). Ser “gay” é uma opção, mas não é uma opção válida para quem deseja obedecer ao Senhor. O ensino da Bíblia é claro desde Gênesis até Apocalipse. A prática do homossexualismo é pecado perante os olhos de um Deus santo. Não é o único pecado de natureza sexual, todavia é um deles.

Como era no principio?!
O Senhor Deus criou o ser humano – homem e mulher (Gênesis 1 e 2). Foi estabelecido o casamento como sendo a Sua vontade para o Seu povo. O ato sexual foi criado pôr Deus dentro do matrimonio para prazer e procriação. No casamento o sexo é santo (Hebreus 13:4). Qualquer ato sexual fora do casamento é ilícito e sujeito à condenação divina. Logo se percebe que o homossexualismo está bem longe de ser o que o Altíssimo planejou para a raça humana.
Em Gênesis 3 lemos sobre a tragédia da queda humana e a entrada do pecado e a morte no mundo. Começando com este triste acontecimento a história humana está num declínio marcante. A maioria das pessoas ao ler esta afirmação não concordaria. Desde a publicação do livro “Sobre a Origem de Espécies” por Charles Darwin em 1859 muitos acreditam que a humanidade só está melhorando com a evolução do ser humano desde os supostos ancestrais que compartilhamos com os macacos até o homem sofisticado do século 21. A história da crença religiosa é tratada sob a mesma ótica. Entendem que o homem começou com um politeísmo primitivo (adoração do sol, rios, rochas etc.), passou através de um politeísmo mais sofisticado (ídolos) e chegou ao monoteísmo dos judeus, cristãos e muçulmanos.

O homem “moderno” acha que sabe bem melhor e adora a si mesmo! O apóstolo Paulo em Romanos 1 demonstra que a verdade é bem diferente. Desde o início, o homem conhecera a Deus, mas em vez de glorificar este Deus de bondade e amor e demonstrar gratidão ficou possesso de um tipo de cegueira moral. “Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos” (Romanos 1:22). Como resultado desta loucura a humanidade trocou a glória do Deus incorruptível por todo tipo de idolatria.

A resposta de Deus a tudo isso foi que Ele os abandonou ou os entregou (Romanos 1:24, 26, 28). Como diz outra versão da Bíblia: “Eles abandonaram a Deus e por isso Deus os abandonou”. É uma expressão muito forte falando do ato pelo qual Deus entregou a raça humana para ser julgado por causa do pecado. É como se o Eterno estivesse dizendo: “Tudo bem, vocês não me querem, vou deixá-los irem embora. Nada farei para impedi-los, mas terão que arcar com as conseqüências”. Por este motivo a ira de Deus se manifesta do céu sobre a humanidade (Romanos 1:18). Individualmente sentimos os efeitos desta ira todos os dias por vivermos num mundo cheio de problemas e pecado.

Se as pessoas individualmente não crêem em Cristo estão condenados a permanecerem sob a ira de Deus eternamente. O que acontece ao homem deixado na sua própria concupiscência é amplamente demonstrada em Romanos 1:24-32. Inclui a imoralidade sexual (24-25), o homossexualismo generalizado (26-27) e a devassidão moral total (28-32). O último passo neste carnaval de libertinagem é o louvor público para quem pratica estas coisas (32). Assim podemos ver porque estamos onde estamos nos dias de hoje. O homossexualismo, junto com outros pecados, é condenado por Deus mas praticado e apoiado mais e mais por uma humanidade corrupta, rapidamente correndo para o julgamento divino.

Homem + Mulher = Família
"Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne." Gênesis 2:24
Dois homens ou duas mulheres jamais serão uma família verdadeira. Somente um homem e uma mulher formam uma verdadeira família, é abençoada por Deus.

O pecado de Sodoma: a sodomia!
O apóstolo Paulo usa a palavra “sodomita” como sinônimo de homossexual (I Coríntios 6:10). O motivo pode ser discernido no relato de Gênesis 19. O pecado mais evidente de Sodoma era o homossexualismo. Os homens de Sodoma queriam que Ló entregasse seus convidados a eles para a prática de torpeza. Acharam que eram apenas rapazes bonitos, não sabiam que eram anjos de Deus! Depois que Deus enviou os seus servos fora da cidade, junto com Ló e a sua família, destruiu Sodoma e Gomorra com fogo e enxofre. Na época da Lei, o homossexualismo era considerado como abominação perante Deus e ofensa digna de morte (Levítico 18:22; 20:13).
Paulo não é mais brando ao tratar este assunto. O homossexualismo traz conseqüências físicas e espirituais (Romanos 1:27), quem o pratica não há de herdar o reino de Deus (I Coríntios 6:9-10) e quem nisso permanece há de sofrer toda a penalidade da lei de Deus (I Timóteo 1:9-10) ou seja a morte física e espiritual que leva à separação eterna.

Uma palavra de Esperança: homossexualismo tem cura
"Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus. " (1 Coríntios 6:9-11)

1 Coríntios 6 cita uma lista de pessoas injustas que não herdarão o reino de Deus que inclui (entre outros) “efeminados” e “sodomitas”. Ao considerar os irmãos daquela igreja Paulo diz estas palavras extraordinárias: “Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (I Coríntios 6:11).

O mundo diz que uma vez “gay” sempre “gay”, só que isso é uma grande mentira. Quanto a pratica do homossexualismo, esta afirmação não é verdade. Muitas pessoas que eram gays se converteram ao Senhor Jesus e pela graça e força do nosso Deus não praticam mais este pecado. E muitas outras foram curadas do homossexualismo e alcançaram a heterossexualidade. Não é fácil, pois semelhantemente a outros pecados a pessoa muitas vezes fica escravizada, mas Deus é poderoso e fiel! William McDonald escreve: “Quanto à tendência para o homossexualismo um cristão pode ter que lutar contra isto pelo resto da vida, mas pode achar vitória ao direcionar toda a sua energia em serviço dedicado ao seu Rei, o Senhor Jesus” (“Vida Nova com Jesus”, pág. 40).

Desmascarando as mentiras da Teologia gay (inclusiva)
A Bíblia apóia o homossexualismo?
Talvez pareça estranha esta pergunta, mas tristemente existem pessoas, com Bíblias abertas nas mãos, que usam versículos seletivos mal interpretados para “provar” que a escuridão é luz e o errado é certo. É insinuado que Davi tinha um relacionamento homossexual com Jônatas. Não diz II Samuel 1:26 “Angustiado estou pôr ti, meu irmão Jônatas; quão amabilíssimo me eras!"
“Mais maravilhoso me era o teu amor do que o amor de mulheres”?
Os relatos acerca de Davi e Jônatas, incluindo este lamento proferido depois da morte do grande amigo de Davi, em nada sugerem um relacionamento homossexual. Que existia amor fraternal e companheirismo mesmo na adversidade, isto sim, mas de paixão erótica, nada. Interessante que é justamente acerca de Davi que inventam esta estória! É fato conhecido que o ponto fraco dele era as mulheres!

As teorias de “lobos cruéis” vestidos de pastor evangélico não se restringem ao Velho Testamento. O apóstolo João recostou sobre o peito de Cristo na ceia e se considerava o “discípulo a quem Jesus amava” (João 21:20). Por isso diz que ali há prova de relacionamento homossexual. É só citar a teoria para ver que vem de mente torpe. Mais uma vez, não existe o mínimo apoio nas Escrituras para esta blasfêmia contra a figura santa do Filho de Deus. “Eunuco” não é sinônimo de homossexual, como fazem crer os tais ensinadores.

Em Mateus 19:12 Cristo fala de vários tipos de eunuco, palavra que significa “homem castrado”. Existem os que nasceram assim, os que foram feitos assim pelos homens e, em figura, os que se tornaram assim pôr amor do reino de Deus. Não é difícil entender este ensino. Existem irmãos que voluntariamente renunciam o casamento para melhor servir ao Senhor. Podem se casar e viver uma vida sexual plena. Não o fazem. Esta renuncia não é pôr motivo físico ou pôr imposição eclesiástica, mas pôr vontade própria. Tais são os “eunucos” pelo reino de Deus e damos graças pela memória e o exemplo de todos assim.

"Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só, como se aquentará?" (Eclesiastes 4: 9-11)

O trecho acima não serve como uma aprovação do homossexualismo, em nenhum momento se falou em contatos sexuais. No trecho, dois, significa amizade, cooperação, ajuda mutua. Em vez de discórdia enraizada na inveja, a cooperação produz sucesso e fornece proteção contra a cobiça.

Contra o amor não há lei?

"Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne. Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis. Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei. Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito. Não sejamos cobiçosos de vanglórias, irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros." (Gálatas 5: 16-26)

O amor citado, não é o "amor" entre dois homens que é fruto da concupiscência da carne e sim o amor à Deus, que é fruto do espírito. Contra as paixões da carne, há condenação sim, como fica claro na leitura de parte do capítulo e não de um trecho de um versículo que foi manipulado por homossexuais para tentarem justificar suas impurezas.

"Para Deus não há acepção de pessoas". (Romanos 2:11)

"Pois todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus. Porque todos quantos fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo. Não há judeu nem grego; não há escravo nem livre; não há homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus." (Gálatas 3:26-28)

Correto, Deus não faz distinção entre as pessoas, ele aceita a todos, mas isso não quer dizer que ele aprove suas práticas. Deus ama os homossexuais, mas abomina o homossexualismo e quer curá-los.

Em resumo, a prática do homossexualismo é pecado, não deve ser admitido na vida do filho de Deus. As pessoas que sentem atração pelo mesmo sexo não devem jamais fazer parte de uma "igreja" gay (inclusiva) que deturpa a verdadeira interpretação da Bíblia segundo a sua livre vontade para justificar seus atos abomináveis. "Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas dos demônios." (1 Timóteo 4:1); "Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens." (Mateus 15:9). A pessoa que se encontra nesta situação deve buscar auxilio em Deus em uma igreja que pregue a verdade da Palavra.

A Teologia gay (inclusiva) é uma bizarra e grotesca tentativa de manipular da Palavra de Deus, onde os homossexuais tentam justificar suas práticas abomináveis, porém somente estão tentando se enganar e o pior, tentando enganar outros também. Todavia, por se tratar de uma opção voluntária pode ser renunciada e abandonada, mesmo com muita dificuldade. Ninguém escolhe ser hétero, pois todos já nascem predestinados a heterossexualidade. Ninguém escolhe ser homossexual, mas também ninguém nasce homossexual, a pessoa se torna homossexual e escolhe praticar os atos abomináveis à Deus. Um homossexual pode perfeitamente se curar do homossexualismo e se tornar heterossexual. O homossexualismo tem cura. Quem nega esta verdade, está negando o poder de Deus. A graça de Deus é mais do que suficiente para salvar e redirecionar qualquer um para uma vida de utilidade espiritual que traz glória ao Senhor Jesus.


sexta-feira, 8 de julho de 2011

As mentiras sobre as causas biológicas do homossexualismo

A pesquisa científica tem sido usada para sustentar a pressuposição de que há uma orientação homossexual predestinada. Ou seja, ela é usada para sustentar o argumento de que a homossexualidade é parte da nossa constituição biológica e não da nossa natureza pecaminosa.

Já que as Escrituras indicam consistentemente que a homossexualidade é expressão de um coração pecaminoso, deveríamos prever certos resultados encontrados na literatura científica. De um ponto de vista negativo, a observação científica não será capaz de estabelecer uma causa biológica da homossexualidade. De um ponto de vista positivo, a ciência deveria ser aliada da posição bíblica. E esta, de fato, é a situação real: em lugar de desafiar a perspectiva bíblica, as descobertas científicas lhe oferecem apoio.

Talvez o estudo mais divulgado acerca da biologia do homossexualismo tenha sido publicado na revista Science. O pesquisador principal, Simon LeVay, examinou os cérebros de dezenove homossexuais masculinos que morreram de AIDS e de dezesseis homens supostamente heterossexuais, dos quais seis morreram de AIDS. Os resultados obtidos mostraram que o cérebro dos heterossexuais tinha mais neurônios em determinada área (INAH3) supostamente relacionada ao comportamento sexual. Considerando a suposição de que o homossexualismo é determinado biologicamente, a conclusão é que o homossexualismo está localizado no cérebro.

Cristãos e nãocristãos têm percebido com freqüência que os resultados deste estudo não estabelecem de forma alguma um vínculo de causa entre a atividade cerebral e o comportamento homossexual. Até mesmo LeVay reconhece as limitações de seu estudo, afirmando que ele é pouco mais que um convite a maiores pesquisas. Ele sabe que suas observações não passam de meras tentativas até que se jam confirmadas por outros pesquisadores, e esta confirmação ainda não se deu. Ele reconhece que a AIDS talvez tenha interferido nos resultados, que o tamanho da amostragem foi muito pequeno para se chegar a conclusões claras, e que suas medidas poderiam ser propensas a erro. Além do mais, três dos cérebros de homossexuais não apresentaram distinção em áreas específicas quando comparados aos de heterossexuais. Até mesmo a suposição de que há uma relação entre INAH3 e o comportamento sexual nunca foi claramente estabelecida.

A conclusão, portanto, é que não podemos concluir nada com base neste estudo. A revista Science chegou até mesmo a publicar uma carta ao editor que criticava a publicação prematura de um artigo de qualidade duvidosa.[1] Digamos que um dia venha a ser realizada uma pesquisa que estabeleça de fato alguma conexão entre o INAH3 e o homossexualismo. Ainda assim, LeVay reconhece que “os resultados não nos permitem decidir se o tamanho do INAH3 em um indivíduo é causa ou consequência de sua orientação sexual”. Em outras palavras, do ponto de vista de LeVay, é provável que as possíveis diferenças encontradas no cérebro sejam resultado do homossexualismo e não causa.[2]

Embora seja difícil de acontecer nos próximos cinquenta anos, devido aos problemas metodológicos inerentes a tal pesquisa, vamos supor que alguém fosse capaz de demonstrar que o INAH3 tem participação efetiva na determinação do desejo sexual e que esta área do cérebro é menor desde o nascimento em pessoas que mais adiante tornam-se homossexuais. Em outras palavras, o cérebro não estaria revelando padrões de neurônios como resultado de uma experiência homossexual, visto que o tamanho reduzido do INAH3 estaria evidente antes de qualquer atividade homossexual. Se tal pesquisa existisse, cristãos e muitos não cristãos fariam pelo menos três observações. Em primeiro lugar, sempre haverá exceções à regra. Alguns heterossexuais podem ter um INAH3 menor e outros, um INAH3 maior. Em segundo lugar, até mesmo escritores seculares iriam afirmar, como já fazem, que biologia não é destino. A resposta sexual do ser humano é muito complexa para ser reduzida a um déficit de neurônios. Em terceiro lugar, os cristãos continuariam firmes na sua posição de que a biologia não é capaz de nos fazer pecar. No melhor dos casos, a biologia é semelhante a um amigo que nos tenta a pecar. Em certos casos o amigo pode nos perturbar, mas podemos repreendê-lo e resistir a ele.[3]

Uma outra maneira de estudar as bases biológicas do homossexualismo é observar a ocorrência de homossexualismo em gêmeos, a fim de sugerir uma tendência genética para o comportamento. Um exemplo frequentemente citado deste tipo de pesquisa foi realizado por Michael Bailey e Richard Pillard.[4]

O estudo realizado com 56 homossexuais masculinos gêmeos idênticos mostrou que em 52% dos casos ambos os irmãos eram homossexuais. A percentagem era de 22% entre gêmeos não idêntico, 9% entre irmãos não gêmeos, e 11% entre irmãos por adoção. O grupo de pesquisa também levantou dados estatísticos semelhantes entre mulheres.[5] O que esperaríamos se houvesse um componente genético determinante do homossexualismo é que, de fato, quanto mais perto a relação genética, mais alto o índice de homossexualidade compartilhada.

Com toda franqueza, este estudo é irrelevante. Ainda que ignoremos a parcialidade na seleção de amostras para pesquisa (as pessoas foram recrutadas por intermédio de publicações homossexuais) e o fato de que nenhum outro pesquisador encontrou percentagens tão altas entre gêmeos idênticos, o estudo não é de importância. Isto porque gêmeos idênticos costumam ter uma profunda influência um sobre o outro. Se um dos gêmeos descobre algo novo, é provável que ele envolva o outro na mesma atividade. E por que irmãos adotivos, que não têm relação genética, apresentam, segundo as pesquisas, um índice tão alto de homossexualismo? A taxa de incidência de 11% é cinco vezes maior do que o esperado (acredita-se que o índice de incidência de homossexualismo ativo na população geral seja em média2%).[6] O estudo seria mais adequado se usado para provar a influência das companhias no desenvolvimento do homossexualismo.

Os pesquisadores estão cientes de que a única coisa que eles realmente provaram é que o homossexualismo não é causado apenas por fatores genéticos. Se a genética fosse o único elemento contribuinte para a atividade homossexual, a incidência em gêmeos idênticos seria de 100%. Se um dos gêmeos fosse homossexual, o outro sempre seria homossexual. Visto que a estatística se mantém bastante abaixo do esperado, a homossexualidade não pode ser um traço diretamente genético. O estudo não é capaz de provar nada além disso. Gêmeos idênticos compartilham semelhanças mais acentuadas que outros irmãos. Portanto, não é raro que compartilhem os mesmos pecados. A única maneira de fortalecer a pesquisa seria estudar gêmeos que foram separados por ocasião do nascimento.

Vamos supor, porém, que esta pesquisa se apoiasse em estudos melhor estruturados. E se ela descobrisse que gêmeos idênticos compartilham o homossexualismo com maior frequência mesmo sem ter contato um com o outro? Se isso viesse a acontecer, ainda ilustraria a verdade bíblica. Em primeiro lugar, nunca haverá um índice de 100% de ocorrência. Em segundo lugar, o princípio bíblico é que o corpo físico é nosso contexto de vida. Devemos esperar, então, que o corpo (o cérebro neste caso) tenha alguma maneira de representar biologicamente os intentos do coração. É até possível que um certo tipo de cérebro seja necessário para manifestar a tendência homossexual. Este cérebro ou “hardware genético” não é suficiente para causar o homossexualismo, mas pode ser necessário. Em outras palavras, uma certa predisposição genética pode ser necessária para a orientação homossexual, mas não é determinante.

É importante tratar esta questão com precisão. Pode parecer que estamos afirmando que biblicamente é possível o corpo causar a homossexualidade; e de fato é assim. Mas o termo “causar” neste contexto significa “modelar ou influenciar biologicamente”, não “compelir irresistivelmente”. Especificando o uso do termo, não há nada chocante em nossa afirmação. Ela está simplesmente dizendo que a expressão do coração pecaminoso em determinado comportamento é resultado de centenas de fatores, entre os quais o biológico. Uma pessoa cujo coração pecaminoso se manifesta em homicídio pode ter sido influenciada por tratamento injusto, por pais que lhe permitiram ventilar sua ira, e pelo encorajamento incessante de Satanás.No entanto, nenhuma destas influências remove a responsabilidade pessoal. A causa final do pecado é sempre um coração pecaminoso.

Usando termos mais científicos como necessário e suficiente, o fator biológico pode ser necessário de certa forma para o homossexualismo, mas o fator biológico não é uma causa suficiente. Considere a seguinte ilustração. Para lavar meu carro, vou precisar de um balde de água. O balde de água com sabão será necessário, pois se eu não dispuser dele, não terei como lavar o carro. É claro que há um número de outras condições necessárias como um dia de bom tempo, o tempo disponível para a tarefa e um carro sujo. Nenhuma destas condições, no entanto, são suficientes para a tarefa de lavar o carro. Nenhuma delas pode me forçar irresistivelmente a lavar o carro. Eu tenho que querer fazer a tarefa.[7] No caso do homossexualismo, esta condição suficiente é função do coração, e é algo pelo qual eu sou sempre responsável.

Um terceiro tipo de pesquisa sobre as bases biológicas do homossexualismo também focaliza informação genética, mas olha para o gene. A equipe de pesquisa mais conhecida é a do National Institute of Health (Instituto Nacional de Saúde) liderada por Dean Hamer.[8] Trata-se de um trabalho altamente técnico que está em fase inicial, mas nem o amadurecimento da pesquisa nem a sofisticação devem impedir que o cristão afirme a autoridade funcional das Escrituras sobre a informação científica.

Assim como nos outros dois estudos previamente mencionados, neste também há falhas metodológicas. Ele não foi reproduzido, e por enquanto há ainda muito pouco a ser dito. E ainda que os homossexuais praticantes fossem geneticamente distintos dos heterossexuais, isso não faria do homossexualismo um comportamento com base biológica pelo qual as pessoas não seriam moralmente responsáveis.

Estes três estudos são os mais recentes de uma tentativa relativamente longa mas infrutífera, de localizar o homossexualismo no nível biológico. Um médico que fez uma revisão de literatura sobre o assunto disse: “Estudos recentes admitem fatores biológicos como a base primária da orientação sexual. No entanto, não há evidência até o momento para comprovar uma teoria biológica, bem como não há evidência para apoiar qualquer explicação psicossocial distinta.”[9] A única certeza que podemos ter é que a sexualidade humana é complexa demais para ser reduzida ao trabalho do cérebro.

Visto que o comportamento é mediado (não causado) por fatores biológicos, não ficaríamos surpresos se tomássemos conhecimento de estudos que oferecessem melhores evidências para um vínculo entre biologia e comportamento. Mas as Escrituras são claras: nosso corpo não pode nos fazer pecar. O corpo é fraco, mas não é a causa do pecado. Este é um princípio inviolável que, quando usado coerentemente, pode trazer esclarecimento à pesquisa sobre o cérebro. As ciências que estudam o cérebro podem oferecer observações emocionantes, mas estas observações só podem ser corretamente interpretadas quando as Escrituras providenciam os limites.
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Edward T. Welch - Tradução e adaptação de Homosexuality: current thinking and biblical guidelines.Publicado em The Journal of Biblical Counseling.Glenside, Pa., v. 13 n. 3, Spring 1995. p. 33-42.2 O conteúdo completo pode ser baixado http://www.segundabatista.org.br/recursos/downloads/6-artigos.html

Notas

1 Carta de Joseph M. Carrier e George Gellert publicada em Science, n. 254, 1991, p. 630.

2 Outra possibilidade é que as diferenças observadas no cérebro não sejam nem causa nem resultado. Por exemplo, pessoas que se expressam em ira pecaminosa poderiam apresentar padrões diferentes de atividade cerebral daquelas que são mansas devido à sua fé em Cristo. Mas tal observação não significa que o cérebro é responsável por sermos irados. Simplesmente significa que o cérebro é uma representação física de um intento do coração.

3 Esta analogia é aplicável também a outras situações como, por exemplo, a síndrome pré-menstrual.

4 BAILEY, J. Michael, PILLARD, Richard C. A genetic study of male sexual orientation. Archive of General Psychiatry, n. 48, 1991, p. 1089-1097

5 BAILEY, J. Michael, PILLARD, Richard C. NEALE, Michael C., AGYEI, Yvonne. Heritable factors influence sexual orientation in women.Archives of General Psychiatry, n. 50, 1993, p. 217-224.

6 BILLY, John O., TANFER, Koray, GRADY, William R., KLEPINGER, Daniel H. The sexual behavior of men in the United States. Family Planning Perspectives, n. 25, 1993. P. 52-61.

7 Quando eu era jovem, meu pai obrigava-me a lavar o carro; freqüentemente contra a minha vontade. Não podemos traçar, porém, uma analogia com a experiência homossexual

8 HAMER, Dean H. et al. A linkage between DNA markers on the X chromosome and male sexual orientation. Science, n. 261, 1993, p. 321-327.

9 BYNE, William, PARSON, Bruce. Homosexual orientation: the biologic theories reappraised.

sábado, 2 de julho de 2011

A Santidade Homossexual

cancaonova.com: O que os pais devem fazer para que seus filhos não venham a viver no homossexualismo?
Padre Joãozinho: A primeira coisa que um pai precisa fazer é dialogar com seu filho e, uma vez que o filho se mostra homossexual, a rejeição dos pais aumenta a tendência homossexual. Os homossexuais que conseguem superar essa condição e acabam se casando e tornando-se pais de família e desempenham este papel de maneira satisfatória, são aqueles que foram aceitos e amados por seus pais.

Não adianta o pai rejeitar, punir, falar um monte de coisa. Na verdade, o diálogo e a transparência são o melhor a fazer. É muito comum que os pais descubram que o filho é homossexual quando a coisa já está bastante adiantada.

Também na questão da internet, os pais deveriam tomar uma atitude radical de tirar o computador dos quartos de seus filhos e colocá-lo na sala. Os computadores, em casa, deveriam ser mais públicos, porque grandes problemas de pseudo-homossexualidade estão relacionados a chats, MSNs, nos quais aquela menina, que nem é homossexual, simula uma homossexualidade. O rapaz também, dentro do quarto dele, muda de sexo todos os dias.

cancaonova.com: Como alguém que vive no homossexualismo pode voltar a ter uma vida normal?
Padre Joãozinho: Eu conheço homossexuais que vivem este drama como um espinho na carne, que vivem a sua santidade, na castidade, com muito sofrimento.
Um homossexual tem de pensar muito antes de assumir um casamento, porque pode fazer o outro sofrer muito.

Muitos homossexuais vivem um celibato voluntário, eles não estão interessados em casar. Isso, às vezes, é uma imposição da sociedade, de que os homossexuais formem um tipo de casal homossexual. É uma imposição cultural que tem como referência o matrimônio. Mas o homossexual tem de procurar um outro caminho de felicidade para viver a sua santidade e que também não seja, necessariamente, o sacerdócio.

cancaonova.com: Como é possível viver a santidade no homossexualismo?
Padre Joãozinho: Primeiro, é preciso não se deixar contagiar por essa cultura gay. Não assumir a sua homossexualidade como uma coisa boa. Este documento da Congregação para a Doutrina da Fé fala que um dos critérios para a santidade homossexual é assumir essa realidade não a aceitando como parte dele. O homossexual está homossexual, ele não é homossexual, no coração de Deus ele é heterossexual. Ele tem uma condição, um limite humano que nós não sabemos tratar ainda direito. É como alguém que nasce sem uma perna, ele não vai poder correr, mas pode fazer um monte de outras coisas. O homossexualismo é um limite a mais, mesmo que ele não queira e não consiga superar isso, existem muitos homossexuais [celibatários] no céu.

O fato de uma pessoa ser homossexual, não faz dela um pecado, ela não é um pecado. Inclusive, alguns comportamentos externos como o tom da voz, a delicadeza no agir, alguns trejeitos, são um peso ainda maior, embora nem todos os tenham, mas os que os têm, não conseguem se superar sem serem pessoas extremamente tristes e artificiais.

Nós temos de aceitar um homossexual na santidade até com esses trejeitos. O coração da Igreja está aberto a eles que, como tantas outras pessoas, têm limites e sofrem

Fonte