sábado, 30 de abril de 2011

Estudo diz que gays podem se deixar de sentir desejos homossexuais e virar heterossexuais

Um polêmico estudo feito nos Estados Unidos concluiu que homossexuais podem virar heterossexuais. Bastaria ter força de vontade.

A conclusão da pesquisa contraria a já estabelecida opinião de que a orientação sexual é fixa.

A pesquisa foi feita com 200 pessoas, 143 homens e 57 mulheres, que disseram ter conseguido mudar sua orientação homossexual.

Eles responderam, em entrevistas de 45 minutos feitas pelo telefone, a 60 perguntas sobre desejo e comportamento sexual antes e depois da mudança.

Ex-gays

Entre os entrevistados, 66% dos homens e 44% das mulheres conseguiram completar o que chamaram de "uma mudança bem sucedida".

Eles descreveram o estado de suas vidas amorosas no último ano como equilibrado e sexualmente ativo.

A maioria disse ter usado mais de uma estratégia para mudar.

Quase a metade dos entrevistados disse que o método mais eficiente era contar com o auxílio de um profissional de saúde, geralmente um psicólogo.

Mentor sexual

Outros usaram livros e contaram com os conselhos de um "mentor heterossexual".

O psicólogo Douglas Haldeman, da Universidade de Washington, disse que o resultado do estudo não é convincente.

Ele disse que os participantes mostraram ter uma forte tendência religiosa e conservadora.

"Os participantes provavelmente acreditam que ser gay é errado e se sentiram pressionados a dizer que não eram mais homossexuais", disse Haldeman.

Ele disse que 43% dos participantes foram indicados por programas de ajuda a gays que querem mudar sua orientação sexual.

Outros 23% foram indicados pela Associação Nacional de Pesquisa e Terapia da Homossexualidade, cuja maioria dos membros considera o homossexualismo uma doença.

Os resultados da pesquisa serão apresentados por Robert Spitzer, professor de psiquiatria da Universidade de Columbia, nesta quarta-feira, no encontro da Associação Americana de Psiquiatria em Nova Orleans.


domingo, 17 de abril de 2011

A Verdade sobre o homossexualismo

Não leia apenas superficialmente, leia o artigo na íntegra para compreendê-lo.

Uma Abordagem sobre o homossexualismo independente de Conceitos Ideológicos. Defendendo os direitos de pacientes e de terapeutas de lidar com a questão do homossexualismo segundo o respeito à ética da liberdade e da autonomia individuais.
“Ninguém é tão desesperançosamente escravizado como aqueles que falsamente acreditam que são livres” Goethe 

“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade (...)” Constituição da República Federativa do Brasil: Art.5 

“É vedado ao médico: - Exercer sua autoridade de maneira a limitar o direito do paciente de decidir livremente sobre a sua pessoa ou seu bem-estar.” Código de Ética Médica; Capítulo IV; Art.48 

“O psicólogo baseará o seu trabalho no respeito e na promoção da liberdade, da dignidade, da igualdade e da integridade do ser humano, apoiado nos valores que embasam a Declaração Universal dos Direitos Humanos” Código de Ética Profissional do Psicólogo; Princípios Fundamentais – I
Ciência e Ideologias 

A ciência não é um fim em si mesmo, mas é antes um precioso e poderoso instrumento através do qual inegáveis progressos têm surgido visando o conforto e o bem estar dos seres humanos. Ciência autêntica implica, obrigatoriamente, em imparcialidade e em respeito ao conhecimento legítimo, não deturpado ou deformado por interesses escusos, sejam eles quais forem e procedam de onde quer que seja. 

O objetivo deste artigo é o de tratar da questão do homossexualismo sob o prisma científico e desvinculá-la de quaisquer ideologias. É também o de ressaltar o direito que temos às livres escolhas, à autonomia e ao acesso a informações não distorcidas, livrando-nos de meias-verdades e do pseudoconhecimento científico, os quais têm sido grosseiramente utilizados com finalidades político-ideológicas, sobretudo quando se trata da indisfarçável propaganda neocomunista e totalitária que tem sido lançada sobre a nação brasileira nos últimos anos. Propaganda esta que tem por finalidade transformar o estado brasileiro em um estado aleijado de liberdades fundamentais, à semelhança de nações como China, Rússia, Venezuela, Irã, Zimbábue e Cuba (esta última carrega em sua história os registros da mais corrupta, devassa e assassina ditadura que a América Latina jamais assistiu: o regime comunista de Fidel Castro - uma sangrenta versão sul-americana da ideologia contida no Manifesto Comunista de Karl Marx, um homem profundamente pervertido e satanista professo). 

A meta final do totalitarismo contemporâneo (totalitarismo é qualquer sistema de governo em que um grupo centraliza todos os poderes políticos e administrativos) é o domínio político e econômico através da manutenção no poder de um determinado grupo de indivíduos adeptos de ideologias em comum, amordaçando, aterrorizando e perseguindo dissidentes, e em grande medida e de modo grosseiramente dissimulado, acobertados por mídias vendidas e subservientes. Para tanto, os mais eficazes dos métodos dos quais se utilizam os totalitaristas para o atingimento destes objetivos são a propaganda mentirosa e a repressão. Se o amigo leitor manifestar algum interesse em saber o que, de fato, se encontra por trás da ideologia comunista (hoje também chamada de socialista), sugiro que leia e reflita sobre o conteúdo profundamente imoral e fraudulento das obras de Karl Max. 

A Falácia do Aquecimento Global e a Sofismática Homofobia, meros Pretextos à serviço da Ideologia Neocomunista 

“Não há nenhum dado experimental que possa suportar a hipótese que assevera que o acréscimo de dióxido de carbono e de outros gases (ditos causadores do efeito estufa) estejam causando, ou que possam vir a causar mudanças catastróficas nas temperaturas globais ou no clima. Pelo contrário, nos 20 anos passados com os mais elevados índices de dióxido de carbono, as temperaturas atmosféricas decaíram.” (2007 - Oregon Institute of Science and Medicine Environmental Effects of Increased Atmospheric Carbon Dioxide) 

“A verdadeira agenda dos ambientalistas extremistas tem pouco ou nada que ver com mudança climática. Sua agenda real é encontrar meios de controlar nossas vidas. O tipo de controle repressivo do homem, sem contar genocídios sancionados pelo governo, vistos sob o comunismo perdeu qualquer medida de respeitabilidade intelectual. Assim, as pessoas que querem esse tipo de controle devem aparecer com um novo nome, e esse novo nome é ambientalismo.” (Walter E. Williams, Ph.D - Nuremberg for global warming skeptics ? Nuremberg para os céticos do aquecimento global ?) 

Mitos como o fictício aquecimento global são de grande utilidade aos agentes operadores do estabelecimento de estados neocomunistas totalitários e neoescravagistas, pois é através destes mitos que se forjam falsos consensos de opinião pública (chamados de "politicamente corretos") transformando em candidatos à perseguição quem quer que discorde de tais mitos. Sem o saber, multidões estão aderindo ao novo status quo do totalitarismo contemporâneo, o qual marcha, a passos largos, para a maior onda de cessação de liberdades individuais de que jamais se ouviu falar. O que está em curso é um doutrinamento sistemático das massas objetivando sua submissão irrestrita aos controles governamentais. Estamos caminhando rumo à uma ditadura em larga escala, e os tentáculos desse monstro insaciável já penetraram, há muito, na nação brasileira. E seu modo de atuação é muito mais agressivo do que se possa visualizar de imediato, mas na realidade é como as metástases de um grave carcinoma. 

Parte importante da agenda dos neocomunistas é a perseguição religiosa, pois nada lhes é mais inconveniente e obstaculizante do que os valores judaico-cristãos os quais são inconciliáveis com o relativismo moral e a tirania, ingredientes indispensáveis da agenda neocomunista, uma expressão autêntica do pensamento ateu e satânico de homens como Karl Max, o pai do Manifesto Comunista, a cartilha dos partidos esquerdistas brasileiros. E a solução encontrada pelos iluminados vermelhos não é outra senão a perseguição religiosa. Para isto é necessário minar os valores judaico-cristãos aos poucos. Para tanto escolheram alvos estratégicos, quais sejam: a defesa do aborto e a promoção do homossexualismo, pois se as massas puderem ser induzidas a um consenso ideológico sobre estas questões, isto fatalmente as porá em conflito com os “dissidentes”, ou seja, contra os judeus e contra os cristãos, os quais não aceitam nem o aborto e nem o homossexualismo, pois tanto o Antigo como o Novo Testamento são solenemente contrários a estas práticas. 

“Ademais, há verdades eternas, como a liberdade, a justiça etc., que são comuns a todos os regimes sociais. O comunismo, porém, abole as verdades eternas, abole a religião e a moral, ao invés de constituí-las sobre uma nova base, o que contradiz toda a experiência histórica anterior.” (Karl Max/Manifesto Comunista) 

E se indivíduos heterossexuais estão sendo sistematicamente doutrinados a aceitar o homossexualismo como sendo natural e normal, e consequentemente discordar de quem assim não pense, quão mais suscetíveis serão os que experimentam inclinações homossexuais a também assim fazê-lo? Ressaltando que aqui ainda não estamos tratando da questão do homossexualismo em si, mas sim de como esta condição está sendo astuciosamente manipulada e utilizada para os objetivos ideológicos já anteriormente citados. As atuais militâncias homossexuais com vínculos ideológicos neocomunistas têm divulgado a falsa idéia de que as pessoas com inclinações homossexuais fazem parte de um grupo monolítico de indivíduos cujas características em comum seriam principalmente a atração pelo mesmo sexo e a defesa de suas preferências sexuais e de seus direitos políticos. Porém isto não é verdade, haja vista que muitos indivíduos que possuem inclinações homossexuais não estão nem satisfeitos e muito menos felizes com esta condição. A generalização que faz a assim chamada militância gay (sobretudo a esquerdista) sobre o homossexualismo é fictícia e autoritária, e suas argumentações são falaciosas. Essa suposta homogeneidade entre os homossexuais está longe de se constituir em um fato indiscutível. E é precisamente aqui que entra em foco o direito legal e legítimo que possuem as pessoas portadoras de uma sexualidade egodistônica (distoa do ego), homossexual ou não, de buscarem tratamento psicológico ou psiquiátrico, caso assim bem o desejem, além de não compartilharem com a ideologia de tais militâncias, o que também é um direito que possuem.
Homossexualismo não é Doença – Uma Afirmação Questionável. A evidente Contradição dos Dados fala por si. 

Este é um dos argumentos preferidos do ativismo homossexual ideológico. Baseiam-se no fato de que em 1973 a Associação Psiquiátrica Americana (APA) "decidiu" remover o Homossexualismo como transtorno mental de seu DSM (Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais). Em 1987 também foi removida do DSM a categoria Homossexualismo Ego-Distônico. E em 1990 uma resolução também removeu o Homossexualismo como transtorno mental da Classificação Internacional de Doenças (CID), uma publicação da Organização Mundial de Saúde. Baseados nestas informações (e desconhecendo outras) esses ativistas passaram a postular o seguinte: “A ciência diz que o homossexualismo não é uma doença. Logo, é algo natural. E se é natural, tem que ser aceito”. Todavia, o que muitos ignoram é que a Classificação Internacional de Doenças (CID) mantém outros diagnósticos perfeitamente aplicáveis a pessoas não satisfeitas com suas condições de inclinação sexual, o que inclui o homossexualismo. Citemos duas delas: 

- Orientação sexual egodistônica (F66.1) - Definição: "Não existe dúvida quanto a identidade ou a preferência sexual (heterossexualidade, homossexualismo, bissexualismo ou pré-púbere) mas o sujeito desejaria que isto ocorresse de outra forma devido a transtornos psicológicos ou de comportamento associados a esta identidade ou a esta preferência e pode buscar tratamento para alterá-la." (CID 10) 

- Transtorno do relacionamento sexual (F66.2) - Definição: "A identidade ou a orientação sexual (hetero, homo ou bissexual) leva a dificuldades no estabelecimento e manutenção de um relacionamento com um parceiro sexual." (CID 10) 

Estas duas categorias diagnósticas podem ser perfeitamente aplicáveis a indivíduos cuja orientação sexual não esteja em harmonia com suas consciências e personalidade, podendo causar-lhes sofrimentos variados. Uma vez que estejam em desarmonia com as suas consciências e auto-percepção da identidade de suas personalidades (por isso são chamadas ego-distônicas, ou seja, destoam do eu), os conflitos internos surgem. E como a própria definição de ambas as categorias diagnósticas postula, nestes casos a orientação sexual pode ser hetero, homo ou bissexual. E se a sexualidade egodistônica pode ser vista como um fator desencadeante de transtornos mentais, que sentido ético poderia ser levantado ao se negar ao indivíduo o direito de ser tratado por especialistas em saúde mental (psicólogos e psiquiatras) sem serem discriminados? O direito de buscar terapias a fim de modificar a adaptação sexual de alguém deve ser respeitado e considerado um direito perpetuamente inalienável. 

Importante notar que a Classificação Internacional de Doenças (CID) não excluiu o Transexualismo de suas categorias diagnósticas no rol dos transtornos da personalidade e do comportamento do adulto. 

- Transexualismo (F64.0) - Trata-se de um desejo de viver e ser aceito enquanto pessoa do sexo oposto. Este desejo se acompanha em geral de um sentimento de mal estar ou de inadaptação por referência a seu próprio sexo anatômico e do desejo de submeter-se a uma intervenção cirúrgica ou a um tratamento hormonal a fim de tornar seu corpo tão conforme quanto possível ao sexo desejado. (CID 10) 

O que podemos ver até aqui é o fato inquestionável de que determinados comportamentos e condutas sexuais podem não apenas fazer sofrer, bem como podem elas próprias (estas tais condutas) serem o fator desencadeante, ou mesmo causal, de uma miríade de transtornos psiquiátricos. E do conjunto de comportamentos sexuais perturbadores (não conciliados com a identidade íntima do indivíduo) não está excluído o homossexualismo, pelo menos não de acordo com a CID 10 ou com o DSM. A exclusão da homossexualismo como doença do DSM e da CID apenas transferiu para outras posições o foco de avaliação psicopatológica de pacientes que sofrem em razão de um comportamento sexual (ou de um desejo sexual) que não desejariam ter, o que não é o caso de poucos. Ora, se um determinado comportamento sexual, seja ele qual for, possuir tamanho poder de transtornar a mente, o humor, os afetos e as emoções de alguém, o mínimo que desse comportamento se pode dizer é que não é uma condição saudável per se. Ainda que politicamente alguém tenha o direito legal de afirmar sua preferência sexual por sexo anal, por exemplo, seria, no mínimo, uma grave deturpação da realidade afirmar que tal prática seja inócua, e as evidências de que esta prática sexual seja morbígena são de tal ordem abundantes que chega a ser aqui desnecessária qualquer referência bibliográfica especializada, tal a enormidade de publicações existentes a respeito deste assunto, território da Psiquiatria, da Proctologia, da Infectologia e de tantas outras disciplinas. A atual visão conceitual, intencionalmente forjada e deturpada, do homossexualismo como sendo algo totalmente inócuo e inofensivo em se tratando de uma abordagem médica é absolutamente questionável e não encontra embasamento nem no DSM IV norte-americano e nem na CID 10 européia. Isto sem falar que o DSM IV e a CID 10, embora sejam instrumentos de grande utilidade para a classificação de transtornos mentais (classificação operacional-pragmática), nem de longe se constituem em aprofundados tratados de Psicopatologia (o estudo dos transtornos mentais). E mesmo a despeito da decisão da APA (American Psychiatric Association) de excluir o homossexualismo do elenco de doenças mentais (mais especificamente da Psicopatologia operacional-pragmática) do DSM IV, há ainda o fato de haver respeitados autores os quais consideravam, e ainda consideram, o homossexualismo uma doença, e também outros autores que a consideram também como um coadjuvante mórbido para o surgimento de diversos outros transtornos mentais e/ou físicos. Elencamos aqui um grupo de renomados especialistas, alguns deles já falecidos, outros em plena atividade clínica ou de pesquisa: 

- Dr. Charles Socarides, Professor de Psiquiatria da Universidade de Columbia e da Universidade Estadual de Nova York; Professor de Psiquiatria do Albert Einstein College of Medicine de Nova York. 

- Dr. Samuel Bernard Hadden, International Association for Group Psychotherapy; Philadelphia Psychiatric Society; premiado com o Strittmatter Award da Philadelphia County Medical Society. 

- Dr. Aquilino Polaino-Lorente, Doutor em Medicina e Catedrático de Psicopatologia na Universidade Complutense de Madri 

- Dr. Lionel Ovesey, um dos pioneiros no estudo do homossexualismo sob a perspectiva psicanalítica.
- Dr. Harold Lief, Pisiquiatra e Psicanalista, Professor de Psiquiatria e organizador do Centro para o Estudo de Educação Sexual em Medicina da Universidade da Pensilvânia. 

- Dr. Irving Bieber, Psicanalista - Yale Medical College, New York University e New York Medical College 

- Dr. Jeffrey Satinover, Phd, Psiquiatra, Psicanalísta e Físico, Harvard University; University of Texas; Yale University. 

- Dr. Neil Macdonald, Cientista e Dr. Barry Evans, Epidemiologista, autores do trabalho: Aumento do Comportamento Sexual de Alto Risco em Homens Homossexuais, publicado pelo Public Health Laboratory Service HIV and STI Centre, Londres. 

Há ainda uma enorme quantidade de livros e de artigos recentes publicados neste mesmo sentido, bastando que se consulte a PubMed, por exemplo. E isto tudo significa que de modo algum é uniforme, e muito menos unânime, a posição da comunidade científica internacional quanto ao fato do homossexualismo não ser uma doença. A afirmação de que "A Ciência afirma que o homossexualismo não é doença" é, na realidade, uma meia verdade, não um fato concreto e finalizado.
A verdade é que houve uma politização proposital da questão do homossexualismo, onde muitos homens e mulheres homossexuais foram estrategicamente arregimentados (massa de manobra) para a causa pró-comunista (muitos ignoram essa realidade), tornando-se militantes à serviço de um enorme estratagema montado com a finalidade de implantar o totalitarismo em larga escala, inclusive na nação brasileira.
O Comunismo é uma ideologia nefasta desde a sua concepção até a sua expressão mais prática (totalitarismo e tirania), e o Brasil, no momento governado por comunistas com ambições insaciáveis de poder e de domínio sobre uma sociedade ignorante e submissa, sofre debaixo dos que se esforçam no obsessivo propósito, ideologicamente utópico e arquiteturalmente embusteiro, de transformar o Brasil em uma nação comunista. E o que muitos também desconhecem é que antes da Revolução Russa (comunista), os ativistas marxistas prometeram uma liberdade sexual total para todo cidadão. Porém, uma vez que os bolcheviques chegaram ao poder absoluto deu-se uma perseguição severa contra o homossexualismo. Stalin, por exemplo, criminalizou o homossexualismo e lançou muitos homossexuais na prisão. Logo, os que julgam poder contar com o totalitarismo neocomunista a fim de garantir suas liberdades estão, na verdade, trabalhando em prol da alimentação de seus próprios algozes.
Se o homossexualismo é ou não uma doença, não existe nenhum consenso sobre este tema na comunidade científica internacional.
Em 1973, baseados em dados empíricos, juntamente com considerações sobre mudanças de normas sociais e também em consequência do desenvolvimento de uma comunidade politicamente ativista gay nos Estados Unidos da América, o Conselho de Administração da Associação Psiquiátrica Americana decidiu retirar o homossexualismo do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM). Alguns psiquiatras que se opuseram a esta ação posteriormente enviaram uma petição solicitando uma votação sobre a questão por membros da Associação. Essa votação foi realizada em 1974, e a decisão do Conselho de Administração foi ratificada. E, como já dito acima, em 1990 uma resolução também removeu o homossexualismo como transtorno mental da Classificação Internacional de Doenças (CID). 

Notemos, pois, que a remoção do homossexualismo do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (o que se estendeu à CID), se deu por votação, evidenciando assim uma atitude completamente desprovida de substrato fundamental científico. Logo, afirmar que o homossexualismo não é uma doença simplesmente porque um grupo de indivíduos votou, a favor de sua remoção do DSM não se constitui em uma afirmação científica. Não se submete a votações aquilo o que já está cientificamente demonstrado, e se assim não ocorreu com o homossexualismo, isto é uma evidência de que a retirada do homossexualismo do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) não se baseou em dados científicos comprovados, mas em um conjunto de fatores que incluiu opiniões, posicionamentos ideológicos, políticos, dentre outros interesses. E como já dito, a ratificação da decisão se deu por votação . 

Quem em sua sã consciência se atreveria a submeter à votação a retirada da CID de diagnósticos tais como a Hipertensão Arterial, a Doença de Refluxo Gastroesofágico ou a Sinusite Crônica? No máximo, o que se poderia fazer seria mudar o nome destas doenças, mas negar o vastíssimo corpo de estudos e de comprovações científicas diretamente relacionados a estas doenças seria algo virtualmente impossível de ser feito. E isto porque há sólido consenso científico sobre os dados disponíveis sobre a Hipertensão Arterial, a Doença de Refluxo Gastroesofágico e sobre a Sinusite Crônica. O mesmo, todavia, não pode ser dito sobre o homossexualismo, pois não há consenso sobre se esta condição é ou não é uma doença. E se não há consenso sobre este assunto, como afirmar que o homossexualismo não é uma doença?

O Termo "Homofobia" 

O termo Homofobia tem sido frequentemente usado de modo inadequado a fim de descrever qualquer pessoa que se oponha ao comportamento homossexual, seja por questões religiosas, ou de outra ordem. Tecnicamente, contudo, o termo Homofobia significa: homós: igual; e phóbos: medo; denotando alguém que tenha fobia – ou medo irracional – do homossexualismo, um neologismo criado pelo psicólogo George Weinberg, em 1971. Embora Homofobia seja um termo controverso (pois etimologicamente não se refere a medo do homossexualismo, ou de homossexuais), passou a ser usado com a tentativa de denotar um medo irracional do homossexualismo (se assim o contrapusermos à claustrofobia-medo de lugares fechados, ou à acrofobia- medo de alturas, por exemplo). Para quem não concorde com o homossexualismo, aplicar-lhe o termo homofobia é uma distorção deste termo, pois discordar de algo não é a mesma coisa que ter medo de algo. O termo em si também nada tem a ver com “ódio a homossexuais”, como alguns desejam nos fazer acreditar. Trata-se, neste caso, de mais uma deturpação do termo Homofobia.
O homossexualismo é Genético? 

Outra argumentação pseudocientífica é a de que o homossexualismo seria genética. Isto jamais foi comprovado. O pesquisador Simon LeVay, que estudou as diferenças no hipotálamo em cérebros de homens homossexuais e heterossexuais atestou: 

“É importante observar o que eu não encontrei. Eu não provei que o homossexualismo é genético, nem tampouco encontrei uma causa genética para o homossexualismo. Eu não demonstrei que homens homossexuais nasçam assim, o erro mais comum que as pessoas cometem quando interpretam meus trabalhos. Nem tampouco localizei nenhum centro gay no cérebro.” (Homosexual Urban Legends, The Series; Traditional Values Coalition) 

“Não existe nenhuma pesquisa que possa identificar uma causa biológica ou genética para a homossexualidade. Fatores biológicos podem desempenhar um papel na predisposição para a homossexualidade. Todavia, isto também pode ocorrer em diversas outras condições psicológicas. As pesquisas sugerem que fatores psicológicos e sociais podem ser fortemente influentes para o surgimento da condição homossexual. Exemplos incluem problemas de relacionamentos familiares no início da vida do indivíduo, sedução sexual, e sentimentos de inadequação com pares do mesmo sexo, com resultante perturbação quanto à identidade de gênero. A sociedade também pode vir a influenciar um jovem com questionamentos sobre suas preferências sexuais quando o incentiva a se auto-intitular gay.” (National Association for Research & Theraphy of Homosexuality; The Three Myths About Homosexuality) 

Qualquer investigação honesta, desprovida de partidarismos, poderá verificar que a literatura científica atual não dispõe de nenhum material conclusivo a respeito da gênese (se não a considerarmos uma doença), ou da patogenia (se a considerarmos uma doença) do homossexualismo.
A Orientação Sexual é uma Escolha? 

Embora seja evidente que qualquer um possa optar por diferentes formas de expressão sexual, quando se trata da atração física não deliberadamente preferida, sobre esta última situação a Associação Americana de Psicologia se posiciona da seguinte maneira: 

"A Orientação Sexual é uma Escolha? Não, os seres humanos não têm como escolher se serão ou gays ou heterossexuais. Para a maioria das pessoas, a orientação sexual emerge cedo na adolescência sem nenhuma experiência sexual anterior. Embora possamos escolher se agiremos sobre os nossos sentimentos, os psicólogos não consideram a orientação sexual como sendo uma escolha consciente que possa ser voluntariamente modificada." (American Psychological Association; Sexual Orientation and Homosexuality) 

Todavia, quando se fala em mudança da orientação sexual, a Associação Americana de Psicologia tem mantido um posicionamento cético quanto a este ponto específico: 

"A Terapia pode mudar a Orientação Sexual? Não; mesmo embora muitos homossexuais vivam vidas felizes e bem sucedidas, algumas pessoas homossexuais ou bissexuais podem vir a buscar mudança de sua orientação sexual através da terapia, frequentemente obrigadas por familiares ou grupos religiosos a tentar e a assim fazer. A realidade é que o homossexualismo não é uma doença. Não requer tratamento e não é modificável. Todavia, nem todas as pessoas que buscam a ajuda de um profissional da saúde mental desejam mudar sua orientação sexual. Pessoas gays, lésbicas, e bissexuais podem vir a buscar ajuda psicológica para o processo de assumirem-se como tal ou em busca de estratégias para lidar com o preconceito, mas a maioria ingressa na terapia pelas mesmas razões e pelos mesmos problemas da vida que trazem pessoas heterossexuais aos profissionais da saúde mental." (American Psychological Association; Sexual Orientation and Homosexuality) 

As informações acima devem ser analisadas com muito cuidado. Primeiramente, há um contra-senso gritante nessas asseverações, pois se ainda não se conhecem as causas que podem fazer com que uma pessoa seja homossexual, como afirmar que não se pode mudar aquilo o que não se conhece? Outra afirmação sectária é que indivíduos homossexuais buscariam ajuda obrigados por grupos religiosos. Porém, o texto não diz que grupos religiosos seriam esses, infletindo assim no texto um viés de oportunidade para a intolerância religiosa, como se a religião fosse um agente tirano que "obrigaria" indivíduos a buscar mudar suas orientações sexuais. Porém a afirmação de que a maioria ingressa na terapia pelas mesmas razões e pelos mesmos problemas da vida que trazem pessoas heterossexuais aos profissionais da saúde mental, parece ser bem condizente com a realidade dos consultórios de psicologia e de psiquiatria. Quanto à afirmação de que a orientação sexual não é modificável, existem diversos posicionamentos contrários a esta afirmação. Citemos um exemplo: 

"Psicoterapeutas ao redor do mundo que tratam homossexuais reportam que um significante número de seus clientes experimentaram cura substancial. A mudança veio através de terapia psicológica, espiritualidade, e do suporte de grupos de ex-gays. Seja em uma vida matrimonial ou celibatária compromissada, muitos informam que seus sentimentos homossexuais diminuíram grandemente, os quais não os perturbam mais como no passado. As chaves para a mudança são vontade, persistência, e o desejo de investigar os conflitos conscientes e inconscientes dos quais a condição se originou. A mudança vem lentamente, normalmente em vários anos. Os clientes aprendem a lidar com suas necessidades e carências relacionadas ao mesmo sexo e à afirmação, sem erotizar a relação. Quando crescem em seu potencial heterossexual, homens e mulheres tipicamente experimentam uma maior e mais profunda percepção de si mesmos como sendo machos ou fêmeas. Se alguns homossexuais não desejam a mudança, isto é a escolha deles, ainda que seja profundamente triste que ativistas dos direitos gays lutem contra o direito ao tratamento de outros homossexuais que anseiam pela libertação de suas atrações." (National Association for Research & Theraphy of Homosexuality; The Three Myths About Homosexuality). 

De fato, não parece nada justo que pessoas que aceitem o homossexualismo para si próprias como sendo algo que lhes pareça adequado, ou até mesmo vantajoso, procurem impedir que outros com as mesmas inclinações, todavia infelizes com sua condição, procurem tratamento psicológico ou psiquiátrico para buscar uma mudança de orientação sexual ou de comportamento sexual. Isto não implica dizer que o homossexualismo seja uma doença, mas ressalta ainda mais as verificações que sugerem que o homossexualismo não seja uma opção apenas, mas uma condição adquirida com um potencial evidente para se tornar um fator coadjuvante de transtornos mentais em ambientes de egodistonia sexual (onde se incluem os chamados transtornos de ansiedade e os transtornos do humor), o que, diga-se, nem sempre obrigatoriamente acontece. 

E se alguém preza pela verdadeira liberdade, o que têm os homossexuais militantes do homossexualismo (estilo de vida) a ver com os direitos daqueles que, também sentindo atração pelo mesmo sexo, desejam uma mudança de orientação sexual? Se alguém aceita e até aprecia sua própria condição homossexual chegando ao ponto de considerá-la até mesmo como um ganho ou vantagem, que a esta pessoa sejam garantidos todos os direitos a que faz jus a fim de buscar viver uma vida digna e honrada, livre de preconceitos sociais ou de qualquer outra ordem, porém quem delegou a estas pessoas o direito de decidir, ou de sequer opinar, sobre a privacidade íntima dos que deles discordam? Se eu sou obeso, por exemplo, e amo a minha obesidade, opto por viver obeso e ponto final. Todavia, quem haveria me delegado o direito de procurar impedir que outros obesos, assim como eu próprio, busquem emagrecer? Sinceramente, não acreditamos que tais pretensões partam dos corações de seres humanos sinceros e íntegros, sejam eles homossexuais ou não. Porém, temos a certeza de que a manipulação político-ideológica da questão do homossexualismo parta, esta sim, de corações perversos e insinceros, movidos por ambições doentias e camuflados em discursos fantasiosos. O inaceitável é que tais pessoas reivindiquem o apoio da ciência autêntica para buscar corroborar posições ideológicas absurdas e argumentações pseudocientíficas artificialmente forjadas a fim de que sirvam às suas próprias causas e interesses egoístas. A verdadeira liberdade é dependente da verdade. Ora, a última coisa que queremos com a publicação deste breve estudo é causar tristeza a quem quer que seja. Como já desde o início propomos, nosso objetivo é o de libertar a questão do homossexualismo das questões de cunho ideológico e/ou político. Nossa intenção é a de abordar o assunto sob uma perspectiva sóbria e isenta, em nenhum momento deixando de reconhecer que existem pressões sociais de rejeição a pessoas homossexuais, e sabendo também que muitos dos que criticam pessoas que possuem esta condição o fazem de modo hipócrita. 

Por outro lado, radicalizar a questão do homossexualismo a ponto de buscar incriminar quem não aceite esta condição para si próprio, chamando-o de homofóbico ou de preconceituoso, não parece ser uma posição coerente com os direitos às liberdades individuais da pessoa humana. Se um ativista dos direitos dos homossexuais se manifesta e defende seu posicionamento diante da questão do homossexualismo, por que, de modo semelhante, não poderiam também fazê-lo os que não aceitam o homossexualismo para si próprios?
Dependência e Compulsão Sexual 

Este nos parece ser um dos pontos mais importantes de toda a questão. Vícios sexuais, compulsão sexual e dependência sexual são transtornos psiquiátricos já muito bem conhecidos e estudados. E podem acometer tanto heterossexuais, bissexuais como também homossexuais. Seja a abordagem de tais transtornos psicodinâmica ou não, é fato consumado que este grupo de transtornos figura entre os que mais sofrimentos causam às pessoas, e isto por diversas razões. Talvez a mais importante delas seja a terrível sensação de carência afetiva que frequentemente se encontra associada a estes transtornos, quando não sejam elas mesmas (as carências de ordem afetiva) a própria causa desencadeante de comportamentos sexuais de adição, ainda que pelo menos parcialmente. A questão é que vícios sexuais e compulsões sexuais podem levar a profundas carências afetivas, as quais por sua vez possuem um potencial inerente de suscitar comportamentos sexuais compulsivos de repetição sistemática, formando-se assim um ciclo de comportamentos mórbidos e de sofrimentos recorrentes. E que opção teriam os que destas condições padecem senão a de buscar tratamento especializado para o alívio ou para a cura de suas enfermidades? E seria até mesmo desumano e cruel procurar negar acesso ao tratamento especializado (psicologia e psiquiatria) aos que desejam a cessação do sofrimento psíquico e o aprimoramento de sua saúde mental. Embora, evidentemente, isto seja algo de cunho estritamente pessoal. 

"Pessoas que sofrem de dependência sexual não necessariamente aproveitam o sexo mais do que as outras pessoas...A dependência é frequentemente mal interpretada pelos dependentes sexuais como sendo "amor", mas amor realmente nada tem a ver com isso. O que passa como sendo amor é na realidade um comportamento negativo e intrusivo que acaba roubando toda a auto-estima do dependente. Tem muito pouco a ver com verdadeira intimidade, mas envolve muito mais a exploração e o uso do poder de manipulação... A fim de lidar com a dor, o dependente sexual pode passar a outras dependências, tais como o etilismo, transtornos alimentares e abuso de drogas. Em muitas das vezes, o suicídio é um pensamento constante. Ou os dependentes sexuais procurarão punir a si próprios pelo envolvimento com atos sexuais degradantes." (AllPsych Journal; Sexual Addiction, Roschbeth Ewald, May 13, 2003) 

"A dependência sexual vem sendo rapidamente reconhecida como um problema social maior, com semelhanças mais conhecidas com a dependência do álcool e das drogas ou com o jogo compulsivo. Já estamos nos acostumando a ouvir sobre escândalos sexuais em nossas comunidades, locais de trabalho, igrejas e escolas, e até mesmo na Casa Branca, envolvendo aqueles a quem dispensamos nossa confiança. E, por vezes, experimentamos descobertas sexuais em nossas próprias famílias, envolvendo pessoas que conhecemos pessoalmente. Muitas dessas situações são melhor entendidas se tivermos algum conhecimento sobre dependência sexual." (Counseling Affiliates/Sexual Addiction Treatment Program - Houston, Texas/Sexual addiction is a wide-spread problem that is now better understood and can be effectively treated) 

O Dr Michael Herkov, Phd, propõe os seguintes sintomas a fim de caracterizar a dependência sexual: 

- A pessoa frequentemente se envolve com mais sexo e com mais perceiros do que intencionava. 

- Preocupação constante com sexo ou desejo sexual (craving) persistente. 

- Tentar, sem sucesso, interromper o ciclo de práticas sexuais com fins a limitar a atividade sexual. 

- Pensar em sexo em detrimento de outras atividades ou se envolver em práticas sexuais excessivas a despeito do desejo de parar. 

- Passar um tempo considerável em atividades relacionadas ao sexo, como a busca de parceiros nas ruas ou passar horas visitanto sites pornográficos. 

- Negligenciar obrigações tais como o trabalho, escola ou família devido à procura por sexo. 

- Continuamente se envolver em comportamentos sexuais a despeito de consequencias negativas, tais como relações pessoais rompidas ou potenciais riscos à saúde. 

- Uma escalada na frequencia das atividades sexuais a fim de obter os efeitos desejados, assim como mais visitas a prostitutas ou tendo mais parceiros sexuais. 

- Sentir-se irritado quando impossibilitado de se engajar no comportamento sexual desejado. (Psych Central; Michael Herkov, Ph.D; Symptoms of Sexual Addiction) 

"Não é incomum vermos pessoas afetivamente carentes se envolverem em práticas sexuais abusivas (dependência sexual), assim como vermos dependentes sexuais passando a reconhecer suas legítimas carências afetivas e mudando o foco de atenção de sua sexualidade, ou seja, buscam interromper os comportamentos compulsivos e passam a procurar lidar com suas carências reais (afetivas). Em muitas das vezes, entretanto, tal posicionamento é difícil sem o auxílio de um profissional da saúde mental. Caso isto não aconteça, a tendência da compulsão sexual pode vir a piorar. A maioria dos dependentes sexuais vive um processo de negação de sua dependência, e tratar a dependência depende da aceitação e do reconhecimento de que ele ou ela tem um problema. Em muitos casos, um evento significativo precisa acontecer para compelir o dependente sexual a admitir seu problema, o que pode ocorrer após a perda de um emprego, a ruptura de um casamento, prisão, ou crise de saúde." (MedicineNet; Sexual Addiction - How Is Sexual Addiction Treated ?) 

E quando falamos sobre homossexualismo, não seria honesto que certos dados fossem deliberadamente omitidos em uma abordagem técnica sobre o tema.
Um estudo conduzido por Bell e Weinberg revelou que 78% dos relacionamentos afetivos, com intenções de compromisso, entre indivíduos homossexuais do sexo masculino, duraram menos do que 3 anos. Apenas 12% desses relacionamentos duraram por um período de 5 anos ou mais. (Study by Alan P. Bell and Martin S. Weinberg, “Homosexualities: A Study of Diversity Among Men and Women”, (New York, Simon and Shuster, 1978) p.314 

Bell and Weinberg reportaram ainda evidências de compulsão homossexual difusa entre homens homossexuais. 83% dos indivíduos homossexuais do sexo masculino entrevistados estimaram que haviam tido relações sexuais com 50 ou mais parceiros em suas vidas, 43% estimou que fizeram sexo com 500 ou mais parceiros e 28% com 1000 ou com mais parceiros. (Study by Alan P. Bell and Martin S. Weinberg, “Homosexualities: A Study of Diversity Among Men and Women”, (New York, Simon and Shuster, 1978) p.308 

A taxa de divórcios ocorridos nos Estados Unidos em 2005, por exemplo, foi de 3.6 divórcios para cada 1.000 habitantes, segundo a revista norte-americanaDivorce Magazine. Estes dados sugerem que, pelo menos estatisticamente, os indivíduos homossexuais estão muito mais propensos do que os indivíduos heterossexuais a decepções e a tristezas quando se trata de relações afetivas com intenção de compromisso. 

Os estudos de Bell e Weinberg, com 505 páginas, foram posteriormente revizados pelo médico Ethel Person e publicados no Jornal da Associação Psicanalítica Americana. (1983). Journal of the American Psychoanalytic Association, 31:306-315 ta
Oportunismo Hedonista 

Aqui seria interessante refletirmos um pouco sobre os verdadeiros limites entre o que seja condicionamento sexual (comportamento adquirido) e compulsão sexual psicologicamente escravizante e comportamentalmente manifesta, uma condição psicopatológica por definição. 

Se indivíduos do sexo masculino, ou do sexo feminino, tiverem sido expostos a situações onde o condicionamento sexual psíquico foi amplamente favorecido para que houvesse a polarização da sexualidade no sentido do homossexualismo, esta não é a mesma situação de pessoas homossexuais que sofrem de compulsão sexual. E se alguns indivíduos homossexuais compulsivos, que não desejem ver mudadas as suas condições de condicionamento e compulsão sexual, mas que com estas condições até se deleitam, e se estes indivíduos se engajam na assim chamada militância gay, não se haveria de deles indagar o que realmente estão procurando defender? Seriam os simples direitos políticos de escolha de opções sexuais (os quais já existem) ou o direito à busca incessante de satisfação sexual sem que ninguém se lhes interponha no caminho? 

Ora, se a proposta inicial é a de isentar a questão do homossexualismo, livrando-a das garras do oportunismo político-ideológico, para sermos íntegros quanto a esta questão, devemos também salientar que a questão do homossexualismo não pode estar sujeita a nenhum tipo de oportunismo hedonista camuflado de defensor dos direitos dos homossexuais. 

E se já seja o caso onde exista uma autêntica carência afetiva crônica que dê ensejo a que alguém troque de parceiros sexuais com uma frequência tal a ponto de seu comportamento já poder ser reconhecido como dependência sexual, não seria o caso de se procurar identificar de modo preciso o real fator desencadeante de tal comportamento? E onde mais se poderia buscar auxílio para o tratamento destas condições, senão entre os profissionais da saúde mental? E por que motivo seria do interesse de alguém obstaculizar uma situação onde um ser humano está nada mais fazendo do que buscar sua saúde psíquica? 

Finalizando, como desde o início deste artigo propomos, a desvinculação do conceito do homossexualismo de quaisquer posicionamentos políticos, ideológicos ou mesmo filosóficos, só será benéfica a fim de lidarmos com esta questão de modo honesto, sem hipocrisias e sem sectarismos. Todos têm o direito de buscar o aprimoramento de sua saúde física, mental e espiritual, o que passa, quase que invariavelmente, por um comportamento sexual saudável, salvo para os que, por razões específicas, não têm vida sexual ativa. Não estamos dizendo que uma vida sexual saudável seja nenhum atalho para a felicidade, mas certamente estamos afirmando que uma vida sexual patológica é um gigantesco obstáculo à felicidade. E pior do que isto é a ação camuflada de oportunistas e de aproveitadores egoístas, os quais não enxergam nada diante de seus próprios olhos, senão o que consideram obstáculos às suas buscas desassossegadas por poder e por prazer, completamente desprovidos da mínima noção sequer do que seja o verdadeiro amor ao próximo. 

Meu respeito, meu carinho e meu amor sincero a todos os que sofrem de transtornos sexuais, sejam eles quem forem. E que, depressa, a felicidade da verdade lhes venha ao encontro. 

Dr Eduardo Adnet - Médico Psiquiatra

Referências: 
- Classificação Internacional de Doenças – CID 10 
- Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM IV) 
- American Psychological Association 
- Alan P. Bell and Martin S. Weinberg, “Homosexualities: A Study of Diversity Among Men and Women 
- Freedomhouse.org 
- Dalgalarrondo, Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais 
- National Association for Research & Theraphy of Homosexuality 
- Traditional Values Coalition 
- PubMed 
- Peoplecanchange.com 
- Sexaddictionhelp.com 
- AllPsych Journal 
- Psych Central 
- American Psychiatric Association 
- Journal of the American Psychoanalytic Association 

Para referência de citação de fonte: 
"Dr Adnet - Homossexualismo é doença? / Em: www.dradnet.com/" 

http://dradnet.com/section1/homossexualismo-homossexualidade-e-doenca.html

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Homossexualismo na adolescência

Introdução:
Este é um assunto muito discutido há um bom tempo. E a mídia (programas de televisão, novelas, filmes ...) tem sido utilizada para tratar deste assunto dentro da sociedade de forma que deixe de ser algo diferente para as pessoas e se torne natural. Mas, o que você sabe sobre este assunto? (deixe cada um falar)
Desenvolvimento:
Começaremos a falar deste assunto passando alguns conceitos: Homossexualidade: é o atributo, a característica ou a qualidade daquele ser que é homossexual (grego homos = igual + latim sexus = sexo) e, lato sensu, define-se por atração física, emocional, estética e espiritual entre seres do mesmo sexo. Transexual: é um indivíduo que possui uma identidade de gênero oposta ao sexo designado (normalmente no nascimento). Ele não aceita o seu corpo e tenta de alguma forma mudá-lo para se parecer com o sexo oposto. (ex: Homem que faz cirurgia para mudança de sexo) Drag queen (homem que se veste como mulher) e Drag king (mulher que se veste como homem): são pessoas que se mascaram como sendo do sexo oposto, fantasiando-se com o intuito geralmente profissional de fazer shows e apresentações, na maioria das vezes e boates e bares GLBTT, de cujo movimento fazem parte. Bissexualismo: consiste na atração física, emocional e espiritual por pessoas tanto do mesmo sexo como do oposto, com níveis variantes de interesse por cada um, e à identidade correspondente a esta orientação sexual. A adolescência é uma fase de muitos questionamentos a respeito da vida. Por isso, é tão importante buscarmos a Deus e à sua vontade que é boa perfeita e agradável (Rom 12:2). Na palavra de Deus encontramos a resposta para muitas perguntas que surgem na nossa mente. Então vamos ver o que a bíblia diz sobre este assunto. Em Gênesis 2 é descrito a criação do homem. Deus viu que o homem estava só e criou-lhe alguém que seria como que sua outra metade, para lhe fazer companhia e se casarem. Deus fez a mulher com características genéticas e fenotípicas diferentes do homem.
Em Gênesis 17:22 e 19:1-11, 24-25, conta a história de Sodoma e Gomorra, neste mostra como os homens estavam cometendo pecados graves. E no capítulo 19:5 fala na história de Ló que lê recebe anjos em sua casa e os homens de Sodoma queriam ter relações sexuais com eles. Em Lev 18:22 e 20:13 vemos que a pessoa perdia a vida se ela tivesse relação homossexual. Em Rom 1:26-27 Paulo fala que os homens e as mulheres mudaram as suas relações naturais pelas contrárias à natureza., e Deus entregou o castigo merecicido por todos os seus erros. Em I Cor 6:9-10 a bíblia faz uma separação entre efeminados (Malacoio – relação sexual de forma passiva) e os sodomitas (relação sexual de forma ativa) e diz que os que praticam tais coisas não herdarão o reino de Deus. Em I Tim 1:9-10 e em Judas, deixa clara a sua idéia a respeito da homossexualidade. Como vimos, Deus fez o homem e a mulher diferentes para juntos constituírem uma família e terem filhos. Cada célula do ser humano possui 46 cromossomos, exceto as germinativas que possuem 23 cromossomos. Ao conjunto organizado desses cromossomos denominamos de cariótipo. As mulheres possuem cariótipo 46,XX e os homens 46,XY. O estudo do cariótipo permite, além de saber o sexo genético do paciente, identificar se ele é portador de alguma anomalia genética resultante de um desbalanceamento de seu conjunto de cromossomos. Um macho homossexual e um macho heterossexual têm a mesma ordem cromossômica. Uma fêmea homossexual e uma fêmea heterossexual têm a mesma ordem cromossômica. Não existe uma raça homossexual (até mesmo porque não haveria procriação). É homem ou mulher por determinação genética, e homossexual por imposição ou preferência. (Fonte: Revista Cristã, 2008). Diante destes argumentos, para você, por que existe o homossexualismo? Por que alguém se torna homossexual? (deixe cada um falar, dar exemplo de alguém que conheça...)
O homossexualismo é um comportamento adquirido que foi influenciado por fatos e circunstâncias que ocorreram ao longo da vida ou na infância de uma pessoa. Não pode ser resumida a uma única causa, mas é desenvolvida por múltiplas razões, como por exemplo:
- Influência: pela necessidade de ser aceito e de se auto-afirmar, o adolescente experimenta “aventuras” das quais muitas vezes não consegue se livrar depois. Ex: drogas, relações sexuais, homo ou bissexuais...
- Abuso sexual: cada um reage de uma forma diferente a um trauma e uma das conseqüências disto pode ser o homossexualismo.
- Inveja: ao se comparar com indivíduos do mesmo sexo buscando o padrão estabelecido pelo mundo, associado à insatisfação consigo mesmo e ao complexo de inferioridade, pode-se surgir a atração física homossexual.
- Sexualidade prematura: A exposição prematura a cenas eróticas ou obscenas pode distorcer a sexualidade da criança.
- Apelidos e rótulos: Apelidos são ministrações que fazemos na vida das pessoas sem percebermos, e isso, pode gerar dúvidas quanto à sexualidade. Ex: maria-joão, boiola, gay, viadinho ...
- Família: A falta de referência de pai ou mãe na vida de uma criança, ou a forma como ela é criada são muito significativas na determinação de sua identidade sexual.
- Dependência emocional: O adolescente, na necessidade de ser aceito, amado, receber afeto, se entrega totalmente a amizades que podem constituir laços tão fortes ao ponto de despertar sentimentos e atração pela amiga ou amigo com quem convive. Aí estão exemplos que podem ser realidade na vida de vários adolescentes que conhecemos. Mas como ajudar e demonstrar o amor de Deus por estas pessoas? Há um primeiro passo que é fundamental: não termos preconceito e nunca fazermos brincadeiras em relação a esse assunto. O que é preconceito? (deixe cada um falar) Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória contra pessoas ou lugares diferentes daqueles que consideramos nossos. Quando agimos com preconceito afastamos as pessoas porque transmitimos rejeição, falta de amor, não aceitação ... O homossexualismo é um estado em que a pessoa se encontra. Esta pessoa foi criada por Deus, assim como toda a humanidade. Ela precisa de Deus, de conhecê-lo verdadeiramente e de ter a oportunidade que nós tivemos um dia, de reconhecer a Jesus como único Senhor e Salvador de sua vida e ser salvo, restaurado, liberto e lavado pelo sangue de Jesus. Mas o que você acha que é preciso para uma pessoa deixar o homossexualismo? Você acha que é fácil? Você conhece alguém que passou por isso? (Deixe cada um falar) Devemos lembrar que o homossexualismo é conseqüência de situações vividas no passado. Cada indivíduo é único e tem uma história diferente. Não há como resolver o problema se não encontramos a causa. É preciso descentralizar o homossexualismo e descobrir o que causou o seu desenvolvimento. E então tratar a questão sexual juntamente coma origem do problema.
O processo de restauração pode ser resumido em alguns passos básicos:
1- Reconhecer o estado em que se encontra e que precisa de ajuda.
2- Acompanhamento com dedicação e amor.
3- Conhecer a Deus e discernir sua verdadeira identidade.
4- Romper com os elos que o ligam à homossexualidade.
5- Tratar as causas e as questões sexuais atuais (desejos, pensamentos. Práticas...).
6- Viver relacionamentos (amizades) saudáveis.
7- Trejeitos ou comportamentos que não condizem com o seu sexo.
8- Depois de todo o processo e de plena convicção da restauração, o adolescente está pronto para começar a sentir atração pelo sexo oposto. Mas isto não deve ser imposto, é com o tempo.

Conclusão: Não se trata de um processo instantâneo que se resolve com uma simples oração de libertação. É um processo gradativo que precisa de oração diária, aconselhamentos, perseverança. É preciso renunciar o próprio eu, liberar o perdão a quem causou os traumas e resistir às tentações. Como vimos o primeiro passo é reconhecermos que precisamos de ajuda. (Rom 3:23; Jo 16:8) Deus é amor e também é o nosso libertador, restaurador, transformador, é o que sara as nossas feridas, cura-nos dos traumas, e cuida de nós a cada dia. Não é um processo fácil e nem rápido, mas temos que crer na sua palavra que nos fortifica para vencermos. II Co 5:17 É preciso contar com alguém em possa confiar e que tenha condições de ajudá-lo com amor neste processo. A ferida deve ser curada de dentro para fora para que haja completa cicatrização, por isso, Deus começa a tratar-nos a partir das causas. Temos que estar com o coração aberto para Deus agir, operando a sua vontade em nós e o seu poder transformador.
http://migre.me/4fudw

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Como opera o complexo homossexual

Quando se trata de descobrir a verdadeira natureza do amor homossexual se produz muitas vezes uma resistência indignada: "Porque não me é permitido ser feliz assim como sou?", esta é a dramática pergunta facilmente previsível. Mesmo assim, a questão não é se está permitido ou não. Muitas pessoas com tendências homossexuais não estão dispostas a ser desligadas de seus sentimentos ilusórios, de igual modo que os alcoólatras e drogados de seus estimulantes. A partir da literatura e a experiência clínica, podemos estabelecer umas pautas no complexo homossexual, tanto em homens como em mulheres:
•Busca repetitiva de um amante
Apesar de que as mulheres com tendências homossexuais têm geralmente relações mais duradouras que os varões com tendências homossexuais, em nenhum caso suas relações duram mais de uns poucos anos. A dependência neurótica ao desejo nunca satisfeito - queixa neurótica - lhes domina e lhes força a ter sempre novas ilusões.
•O desejo homossexual é transitório e superficial
Estes desejos homossexuais, e os que estão associados a eles ("calor", compaixão,...), deveriam ser experimentados como o mais gozoso na vida de uma pessoa. Desde logo isto é uma autodecepção. Os sentimentos homossexuais, louvados às vezes como "amor puro" ("mais profundo inclusive que o amor matrimonial"), tem de fato pouco que fazer ante o amor real e verdadeiro. O "amor" homossexual é egocêntrico. É uma súplica de atenção. Isto se observa na forma em que usualmente se rompem as relações. O companheiro serve para aliviar a necessidade infantil do próprio ego, assim que não é realmente amado pelo que é. O resultado é que, por um lado, o homossexual se "agarra" ao seu companheiro; por outro, existe uma falta real de interesse ou indiferença. Resulta muito gráfica a forma que tem de falar sobre suas relações passadas: sem emoção, igual que uma criança quando abandona um brinquedo no qual já não está mais interessado.
•As pessoas com tendências homossexuais e outros neuróticos padecem autocompaixão compulsiva
Não todos expressam sua autocompaixão e tendência à queixa de um modo dramático. Se os conhecemos um pouco mais, mesmo assim, é fácil adivinhar neles a autocompaixão. Tendem a pensar em termos de problemas e preocupações; alguns são evidentemente demasiados emocionais; outros são mais do tipo queixoso e choroso; outros são hipercríticos consigo mesmo ou com outros; às vezes sentem mal-estar físico (que dramatizam), depressões, crises nervosas, solidão, apatia, dificuldade para relacionar-se com os demais, etc. A verdadeira alegria e júbilo autêntico são justamente o contrário a esta enfermidade. É verdade que alguns homossexuais interpretam o papel de bufão ou engraçado, mas analisando-o de perto, parece claro que detrás disso se esconde o menino autocompassivo e depressivo. Poderia ser uma maneira pueril de que esse ego infantil queira chamar a atenção. Aqui subjaz sempre um desassossego.
•As pessoas com tendências homossexuais anseiam chamar a atenção
Aferram-se aos demais para chamar sua atenção. Apresentam-se inconscientemente como vítimas e apelam a ajuda e proteção dos sentimentos compassivos dos demais. Alguns se impõem em seu ambiente e outros o tiranizam, igual que uma criança. Buscam, em primeiro lugar, a atenção de um companheiro desejado, mas esta busca pode converter-se no modo habitual de relacionar-se com os demais.
•O egocentrismo é outra característica neurótica universal
Isto implica que, em grande parte, sentir e pensar egocentricamente produz como resultado um reduzido interesse ou amor pelos demais. "Meu esposo se desmancha pelas pessoas de seu entorno", me disse uma vez a esposa de um homossexual, "mas é incapaz de dar amor. Não sabe o que é isso". Quanto mais predomina o complexo homossexual na vida emocional de uma pessoa, tanto mais é verdadeira esta descrição.
•O "menino autocompassivo" no adulto é imaturo emocionalmente em outras áreas, além da sexual
O infantilismo emocional das pessoas que tem um complexo homossexual faz que se comportem e pensem como meninos, e que reprimam - dependendo da força do complexo - a maturidade emocional normal.
•Permanecer parcialmente como um menino afeta também a relação com os pais
Os homens com este complexo mantêm muitas vezes algum tipo de "vínculo materno" ou uma atitude hostil de reprovação em relação ao seu pai porque existe um "vínculo negativo" para com ele. Algo parecido vale para as mulheres lesbianas. O vínculo estabelecido com os pais pode conter elementos ambivalentes: apegar-se dependentemente a mãe, e tender ao mesmo tempo a manter disputas com ela, que descarregam a irritação.
•O "entranhável menino de antes" mantém sentimentos e atitudes infantis para com o sexo oposto
É possível que o homem homossexual continue odiando as mulheres, do mesmo modo que o adolescente de seu passado as via como intrusas em sua vida, rivais que lhe roubavam seus amigos ou, simplesmente, como "essas meninas estúpidas" que entram de monte no mundo dos meninos. É possível que se siga sentindo inferior e tenha medo diante delas envergonhando-se de sua masculinidade insuficiente. É possível também que siga vendo a certas mulheres como figuras protetoras, maternais, afetuosas; e não como mulheres com as que se relacionarem como um adulto. Em termos similares, a "menininha que persiste na mulher lesbiana" segue vendo aos homens através do cristal da aversão, da inveja, do medo ou da moléstia.
•As pessoas com tendências homossexuais têm dificuldades em aceitar plenamente sua identidade sexual, a chamada "identidade de gênero"
O homem experimenta o masculino como se não lhe pertencesse; a mulher lesbiana sente-se intranqüila diante das coisas femininas. Mesmo assim, é incorreto pensar que estes homens sentem-se como mulheres; ou que as lesbianas sentem-se homens.
•Finalmente, não é supérfluo ressaltar que o complexo homossexual é só uma parte da personalidade de um sujeito
A pessoa inteira é muito mais que sua personalidade infantil, ainda que alguns com tendências homossexuais sejam muito imaturos. Se nos fixamos um pouco mais, descobriremos que cada homem ou mulher afetado de homossexualidade tem muitas tendências ou qualidades adultas. Uma vez que nosso estudo está centrado na parte infantil da personalidade, podemos dar a impressão equivocada de que estamos falando de pessoas totalmente enfermas. De fato, o psicoterapeuta trata em maior medida a parte adulta da personalidade homossexual, e fazendo finca-pé nesta parte adulta é como podemos esperar observações realistas, boa vontade e outros elementos curativos. A parte adulta da personalidade é também a mais interessante dos dois: está viva, enquanto que o rasgo infantil do ego é mais parecido a um mecanismo rígido e estereotipado. Na vida de cada dia, o que mais abunda é uma mistura dos aspectos maduros e infantis da personalidade. A bissexualidade deriva desta estrutura de dupla personalidade: a inclinação sexual da parte adulta, em seu máximo desenvolvimento, está enfocada diretamente para o objeto maduro da personalidade, quer dizer, o sexo oposto. O "menino autocompassivo", por sua parte, empurra a sexualidade para seus objetos imaturos. Posto que uma parte da personalidade bissexual anula a outra, é evidente que a heterossexualidade destas pessoas não está ainda desenvolvida.
http://www.cnd.org.br/art/schuster/complexo.asp

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Dica de Leitura: "A Batalha pela Normalidade Sexual"

Este livro destina-se em primeiro lugar àquelas pessoas que sofrem com sua homossexualidade e procuram um conselho prático na tentativa de mudar ou, ao menos, de lidar com ela de modo construtivo e (moralmente) responsável. Em síntese: O autor é PhD. em Psicologia pela Universidade de Amsterdam (Holanda) e escreve na base de mais de trinta anos de terapia com homossexuais. Julga que a homossexualidade não é normal, não podendo ser tida como “o terceiro sexo”. Não se deve a genes nem a fatores hereditários, mas tem geralmente sua origem em falhas da educação ministrada a um menino ou a uma menina, que cria em si o complexo de inferioridade em relação aos indivíduos do mesmo sexo; daí querer o menino comportar-se como menina e vice-versa.
O autor da obra procura propor pistas que contribuam para a recuperação da pessoa homossexual ou lésbica: dirija-se a um bom terapeuta; tome consciência de que há um tanto de infantilidade em suas tendências homossexuais; aplique a vontade para combater o ego infantil; seja perseverante na luta; se religioso(a), recorra à oração e à ascese, pois se pode crer que é da vontade de Deus a normalização sexual do indivíduo afetado. Gerard van den Aardweg é Ph.D. em Psicologia pela Universidade de Amsterdam. Exerceu a psicoterapia desde 1963 na Holanda por mais de trinta anos, especializando-se no tratamento da homossexualidade. Entre as suas diversas obras, está o livro “A Batalha pela Normalidade Sexual”, que pretende levar ajuda às pessoas que sofrem problemas de sexualidade. A obra tem valor científico, bem documentado como é, e divide-se em duas partes: 1) O conceito de homossexualismo; 2) Recursos terapêuticos.
1. Homossexualismo: conceito
O autor é categórico ao afirmar que o homossexualismo não é algo de normal. A anormalidade caracteriza-se por traços típicos:
1.1. Linhas características
Eis as três linhas características apontadas por van den Aardweg: a) O homossexual sofre de um complexo de inferioridade sexual; fica sendo uma criança ou um adolescente – atitude esta que os psicólogos classificam como infantilismo psíquico: “A personalidade do homossexual é, em parte, a de uma criança (ou de um adolescente). Esse fenômeno é conhecido como “a criança que se queixa no íntimo”. Alguns homossexuais permaneceram emotivamente adolescentes em quase todas as áreas do comportamento; na maior parte, a “criança” alterna com o adulto dentro deles, dependendo do lugar e das circunstâncias. As maneiras de pensar, de sentir e de comportar-se típicas de um adolescente que se sente inferior são observáveis no adulto homossexual. Ele permanece – em parte – o pobre solitário indefeso que fora na puberdade: o menino tímido, nervoso, apegado, abandonado, socialmente difícil, que se sente rejeitado por seu pai e companheirospor causa de sua feiúra (estrábica, de lábios leporinos, ou pequenos, por exemplo, vê-se como o oposto da beleza masculina); o menino mimado que se auto-admira; o menino efemina, arrogante, vaidoso; ou o menino intrometido, exigente e ainda poltrão; e assim por diante. Fica preservada toda a personalidade do menino, ou menina, no tempo de sua infância. Isso explica as características de comportamento como a tagarelice infantil de alguns homossexuais masculinos, seus hábitos de fraqueza, a ingenuidade, o modo narcisista de cuidar do corpo, o modo de falar etc. A lésbica pode permanecer a menina magoada, rebelde, levada, a menina mandona orientada pelos hábitos imitados de auto-afirmação masculina, ou a menina eternamente injustiçada, mal- humorada, cuja mãe não tem “o mínimo interesse por ela”, etc. O adolescente explica o adulto. E tudo aí está ainda: modo de se ver, de ver os pais e os outros” (pp. 64s). b) Auto-dramatização e auto-compaixão: “Como observamos acima, um modo comum de se ver é o do “pobre em mim” injustiçado, rejeitado. Por isso, os homossexuais facilmente se sentem insultados, vivem á “cata de injustiças”, como o psiquiatra Bergler tão bem colocou, e estão sujeitos a verem-se como vítimas. Isso explica a manifesta auto-dramatização dos militantes, que exploram habilmente sua neurose para obter o apoio público. Apegados à sua autocompaixão são internamente (ou manifestantes) queixosos, ou queixosos crônicos muitas vezes. A auto-compaixão e o protesto não estão distantes entre si. Certa rebeldia e hostilidade íntimas (ou manifestas) com os outros que os tratam injustamente e com a “sociedade” e um determinado cinismo são típicos de muitos homossexuais. Esse fato está diretamente ligado à dificuldade que tem o homossexual de amar. Seu complexo dirige sua atenção a si mesmo; procura atenção e amor, reconhecimento e admiração para si mesmo, como uma criança. O centrar-se no eu impede sua capacidade de amar, de interessar-se realmente pelos outros, de assumir responsabilidade por outros, de dar e servir (algumas maneiras de servir, de fato, são expedientes para obter atenção e aprovação)... “A metade do gênero humano – a metade feminina – não existia para mim até a pouco”, disse certa vez um cliente homossexual. Ele tinha visto as mulheres como figuras da mãe carinhosa, como certos homossexuais casados às vezes vêem, ou como rivais em sua caça da afeição masculina. Viver ligado a uma mulher de sua idade pode ser uma ameaça a um homossexual masculino, porque se sente como um menino que não está à altura do papel masculino em relação às mulheres adultas ... “As mulheres lésbicas podem ver os homens também como seus rivais: podem querer um mundo sem homens; os homens fazem-nas sentirem-se inseguras e tiram do meio delas suas possíveis amigas como mulheres” (pp. 65-67). c) Neurose – “O termo “neurótico” descreve bem tais relações. Sugere o egocentrismo da relação; a procura de atenção em vez do amor; as contínuas tensões, que geralmente nascem da contínua lamentação: “Você não me ama”, o ciúme, que tantas vezes lança a suspeita: “Ele (ela) está mais interessado (a) em outra pessoa”. Neurótico, em suma, sugere todos os tipos de dramas e conflitos infantis como também o desinteresse básico no parceiro, não obstante as vagas pretensões de “amor”. Não existe maior auto-decepção no homossexual do que na representação que ele faz de si mesmo. Um parceiro só é interessante para o outro na medida em que satisfaz aquilo de que o outro necessita. O amor real, desinteressado por um parceiro desejado, de fato acabaria destruindo o “amor” homossexual. As uniões homossexuais são relações apegadas de dois “pobres coitados” absorvidos essencialmente em si mesmos... A insatisfação subjacente ao estilo de vida homossexual evidencia-se no elevado índice de suicídios entre homossexuais “assumidos”. Freqüentemente, o lobby dos gays dramatiza os “conflitos de consciência”. A “situação de emergência psíquica” em que os homossexuais seriam lançados por aqueles que declaram que a homossexualidade é imoral ou neurótica. Podem estar sendo levados ao suicídio” (pp. 62s).
1.2. Homossexualismo: causas
Gerard van den Aardweg não é favorável à tese de que o homossexualismo seja devido a fatores biológicos, genéticos e hereditários: “Se algum fator biológico fosse descoberto como estreitamente relacionado com a homossexualidade, isso não seria argumento em favor da sua normalidade. Nem seria necessariamente uma causa direta ... Entretanto, ainda é um grande “se”. As evidências todas no campo biológico mostram uma causalidade não fisiológica, não biológica” (pp. 23s). O autor da obra em foco julga que o homossexualismo tem sua explicação em falhas da educação por parte de pai ou mãe como também no relacionamento com colegas e companheiro(a)s de infância ou adolescência. Eis o que escreve às pp. 35s: “Muitos homossexuais, por exemplo, tiveram uma mãe super-protetora, ansiosa, preocupada, ou dominadora, ou que os admirou ou mimou excessivamente. Seu filho era “o bom menino”, “o menino obediente”, “o menino bem-comportado”, e muitas vezes um menino psicologicamente retardado em seu desenvolvimento,sempre visto como “um bebê” por um período excessivamente longo. E o futuro homossexual masculino em parte permaneceu esse filhinho da mamãe. Porém, uma mãe dominadora, que vê em seu filho um “homem de fato” e quer tomá-lo um homem, não há de produzir um “efeminado”. O mesmo se aplica à relação pai-filha. É a mãe dominadora (super-protetora, super-ansiosa etc._ que não soube como fazer um homem de seu menino, que sem querer contribuiu para a sua malformação psicológica. Muitas vezes, não teve a idéia certa do que significa fazer um homem de um menino, talvez por faltar bons exemplos em sua família. Ficou ansiosa em fazer dele um modelo de menino bem comportado ou em prendê-lo a si ao ficar sozinha e muito insegura (como a mãe que manteve o filho em sua cama até a idade dos doze anos). Em suma, o estudo da homossexualidade revela a importância de os pais terem noções e hábitos sadios com relação à masculinidade e à feminilidade. Na maior parte dos casos, entretanto, é a combinação de atitudes de ambos os pais que prepara o terreno para um desenvolvimento homossexual”.
2. Como tratar o problema?
Se a homossexualidade é um desvio que não pode ser considerado normal, é lógico que o psicólogo se interesse por ajudar seu paciente a evitar a prática homossexual ou mesmo a livrar-se por completo da tendência anormal. O Dr. Van den Aardweg julga que em certa porcentagem é possível a plena recuperação do paciente.
Para tanto propõe os seguintes recursos :
2.1. Procurar um bom terapeuta
“Ninguém pode seguir este caminho (da recuperação) sozinho ... Muitos psicoterapeutas não estão qualificados para ajudar homossexuais a superar seu complexo por que ... carregam o preconceito de que nada se possa ou se deva fazer a respeito ... O terapeuta deve possuir uma boa inteligência e ser eficiente em estabelecer uma relação de simpatia com o necessitado. Acima de tudo, terá uma personalidade equilibrada e costumes morais sadios” (p. 91).
2.2. Tomada de consciência
Tome consciência de que o homossexualismo é uma deformação da personalidade. Essa tomada de consciência é indispensável para que o paciente colabore com o seu psicoterapeuta; esteja convencido de que deve procurar modificar seus costumes ou mesmo suas tendências. O Dr. Van den Aardweg é incisivo a propósito: “Uma ajuda importante é ver como são infantis esses contatos homoeróticos – na realidade ou na fantasia. Procure perceber em tais anseios que você não é uma pessoa madura, responsável, mas uma criança que quer mimar-se a si mesma, ter afeição e prazer sensual para si mesma. Compreenda que isso não é amor real, mas a busca de si, em que o parceiro é mais objeto de prazer do que uma pessoa” (pp. 125s). “Os pequenos hábitos de mimar-se devem mudar, como o do homossexual masculino que sempre calçava seus chinelos macios quando saía para uma visita, porque pareciam tão confortáveis para seus pés (talvez seja um pouco desrespeitoso, mas este é um exemplo típico de alguém que parece uma velha ou um efeminado). Um outro homem deve parar de concentrar-se excessivamente em seu hobby de costurar ou fazer arranjos com flores, quando percebe que gosta dessas atividades como uma criança o faria, como um menino delicado mergulhado em sua natureza meio- feminina” (p. 137).
2.3. Autodisciplina e força de vontade:
“Para a maioria das pessoas a autodisciplina diz respeito a coisa triviais como: acordar na hora certa, ter hábitos regulares de cuidados com o corpo, alimentação, vestuário, cabelos; ter ordem razoável nos pequenos assuntos da vida e do trabalho de cada dia, não adiar tarefas ou negócios que mereçam prioridade; planejar o dia (a grosso modo, não meticulosa ou obsessivamente), as diversas, a vida social. Se existirem pontos de autodisciplina incertos ou ausentes, anote-os e comece trabalhando com eles. Muitas pessoas inclinadas ao homossexualismo têm dificuldade com alguma forma deautodisciplina. Não dar a devida importância a esses problemas, esperando uma cura emocional que resolva todo o resto, é loucura. Nenhuma (auto) terapia pode ter algum êxito satisfatório, se for negligenciada essa dimensão terra-a-terra da autodisciplina, invente métodos simples para seus pontos fracos característicos. Comece com uma ou duas áreas de autodisciplina deficiente, quando melhorarem, o resto seguirá mais facilmente” (p. 112). “O homossexual deve atingir uma plena decisão da vontade: não deve deixar nenhum espaço a nenhum desses impulsos homossexuais. Ele deve crescer gradativamente nesta decisão...” Na grande maioria dos casos em que um homossexual tem boa vontade; mas tem pouco sucesso, isso é devido a uma vontade que não está completamente decidida; por essa razão, é incapaz de combater vigorosamente e estará inclinada a criticar a força de sua orientação homossexual ou as circunstâncias desses magros resultados e não o caráter incompleto de sua decisão. Depois de vários dias de relativo sucesso e recaídas periódicas em fantasia homossexual, um homossexual masculino descobriu que nunca desejara plena e realmente ficar livre de seu prazer. “Agora é claro para mim por que tinha sido tão difícil. Quisera a minha cura, certamente, mas não cem por cento”. A primeira batalha por isso é esforçar-se por ter uma vontade purificada. Uma vez alcançado isso, deve- se renovar esta decisão de forma regular, de modo que se torne estável, um hábito. Caso contrário, a decisão novamente se enfraquecerá” (p. 124).
2.4. Oração "O bom cristão também deve recorrer à oração."
A oração pode ser a coisa mais eficiente na superação das fantasias sexuais e dos impulsos de masturbação. Isso, porém, não exclui a luta pela vontade de que falamos acima. Em primeiro lugar, porque não deve ser oração em geral, mas oração nos momentos cruciais, quando os impulsos se apresentam. Uma observação interessante que pode ser feita aqui é que muitas pessoas religiosas com complexo homossexual, embora rezem em outras horas, recusam-se a orar justamente no momento da tentação. Ora nestas circunstâncias requer um esforço da vontade. Se este for feito, e a pessoa procurar com sinceridade aplicar os métodos disponíveis, embora ainda se sinta incapaz de superar um forte ímpeto a estar com o companheiro, a masturbar-se, a tolerar sonhos acordados homoeróticos, perceberá que uma oração honesta com a estrutura mental de um filho que se dirige ao bom Pai não o deixará sucumbir. Quem realmente procura fazer o que pode e então sinceramente pede ajuda, experimenta-a de modo sutil, mas sem falta. (p. 129).
Conclusão
A voz do Dr. Van den Aardweg é baseada em sérios estudos (que a ampla bibliografia indicada no livro parece comprovar) e em longa experiência. Ela soa em tom diverso do de quantos pensam em reconhecer o homossexualismo como normal e legal. Merece consideração. O próprio Dr. Van den Aardweg escreve: “Muitos dos que iniciam o tratamento de sua homossexualidade, bem como outras pessoas interessadas, estão ansiosos por saber a porcentagem de curas ... De acordo com minha experiência, cerca de 10 a 15% de todos os que iniciam o tratamento (30% interrompem-no depois de alguns meses) recuperam-se radicalmente. Isto é, após anos de tratamento, não têm mais sentimentos homossexuais e são normais em sua heterossexualidade; sua mudança aprofunda-se cada vez mais com o correr dos anos ... A maior parte dos que tentam praticar regularmente os métodos propostos, melhoram segundo avaliação feitas após vários anos de tratamento (uma média de três a cinco anos). Seus desejos e fantasias homossexuais perdem força e desaparecem; a heterossexualidade surge ou é consideravelmente fortalecida e suas personalidades tornam-se menos neuróticas. Alguns, não todos, sofrem recaídas ocasionais (sob stress, por exemplo) em suas antigas representações homossexuais, mas, se voltam à luta, a recaída não dura muito” (p. 10).
Livro: "A Batalha pela Normalidade Sexual e Homossexualismo"
Autor: Gerard Van Den Aardeweg

Editora Santuário 

http://arquidiocesedecampogrande.org.br/arq/formacao-igreja/fe-catolica/2694-a-batalha-pela-normalidade-sexual.html

O que todo homossexual precisa saber sobre a Bíblia

Levítico 18:22"Não te deitarás com um homem como se fosse mulher. É uma abominação"

Levítico 20:13"Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles."

1 Coríntios 6:9-20
"Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus. Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma. Os alimentos são para o estômago e o estômago para os alimentos; Deus, porém, aniquilará tanto um como os outros. Mas o corpo não é para a prostituição, senão para o Senhor, e o Senhor para o corpo. Ora, Deus, que também ressuscitou o Senhor, nos ressuscitará a nós pelo seu poder. Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei, pois, os membros de Cristo, e fá-los-ei membros de uma meretriz? Não, por certo. Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque serão, disse, dois numa só carne. Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espírito. Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo. Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus."

Romanos 1:19-32
"Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro. E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm; Estando cheios de toda a iniqüidade, prostituição, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade; Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães; Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia; Os quais, conhecendo a justiça de Deus, que são dignos de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem."

1 Reis 14:24
"e havia também sodomitas na terra: fizeram conforme todas as abominações dos povos que o Senhor tinha expulsado de diante dos filhos de Israel."

1 Reis 15:11-12"Asa fez o que era reto aos olhos do Senhor, como Davi, seu pai. Porque tirou da terra os sodomitas, e removeu todos os ídolos que seus pais tinham feito."

1 Reis 22-46
"Também expulsou da terra o restante dos sodomitas, que ficaram nos dias de seu pai Asa."

Deuteronômio 23:17"Não haverá prostituta dentre as filhas de Israel; nem haverá sodomita dentre os filhos de Israel."


1 Timóteo 1:9-11
"Sabemos, porém, que a lei é boa, se alguém dela usa legitimamente, sabendo isto, que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos e obstinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreligiosos, para os parricidas e matricidas, para os homicidas, para os devassos, para os sodomitas, para os roubadores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para o que for contrário à sã doutrina."


Quem são os sodomitas - definição:


Quem tem praticas sexuais anormais, fora da naturalidade que Deus deu, todo aquele que tem as mesmas praticas da cidade de Sodoma.


A Tentação

Romanos 8:7
"Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus."

Tiago 1: 14-15
"Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado (enganado) pela sua própria concupiscência (desejo). Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte."
A Cruz do homossexualismo - Lucas 9:23
"Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me."



Se você pratica o homossexualismo, arrependa-se e mude de vida.
Assuma Jesus Cristo em sua vida e seja verdadeiramente feliz.

Primeiro, reconhecer o seu pecado. A Bíblia diz em Salmos 51:2-4 “Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado. Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim.”

Segundo, pedir que o seu pecado seja perdoado. Deus diz que pode começar uma vida nova. A Bíblia diz em Salmos 51:7-12 “Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve. Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que se regozijem os ossos que esmagaste. Esconde o teu rosto dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniqüidades. Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito estável. Não me lances fora da tua presença, e não retire de mim o teu santo Espírito. Restitui-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário.”

Terceiro, acreditar que Deus lhe perdoou deveras e parar de se sentir culpado, ele sempre nos perdoa se verdadeiramente nos arrependermos. Diz Jesus em Lucas 15:7 : "Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento." Em Romanos 8:1 diz a Bílbia: "Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito. Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte."

A Bíblia diz em Salmos 32:1-6 "Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui a iniqüidade, e em cujo espírito não há dolo. Enquanto guardei silêncio, consumiram-se os meus ossos pelo meu bramido durante o dia todo. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha iniqüidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a culpa do meu pecado. Pelo que todo aquele é piedoso ore a ti, a tempo de te poder achar; no trasbordar de muitas águas, estas e ele não chegarão.
"