quinta-feira, 26 de maio de 2011

Libertando-se do Homossexualismo: Em busca da normalidade sexual

I - INTRODUÇÃO

Devido ao crescente interesse da sociedade pelo homossexualismo e à contínua imposição desse comportamento pela mídia televisiva, impressa e radiofônica, além de toda literatura que ocupa as principais prateleiras das livrarias e bancas de jornais, decidimos realizar este trabalho.

Este trabalho tem por objetivo esclarecer algumas das principais dúvidas sobre o tema e desfazer alguns mitos propositadamente criados pelos militantes do movimento gay. Nosso desejo é que cada pessoa que tiver acesso a este material possa examiná-lo de mente aberta e compreender que o homossexualismo jamais dará a última palavra na vida daqueles que buscam em Deus a porta de saída. Se isso acontecer, já nos sentiremos recompensados. Boa leitura!

II - ARGUMENTOS A FAVOR DO HOMOSSEXUALISMO

Muitos argumentos a favor do homossexualismo têm sido levantados para justificar e/ou explicar porque alguém sente atração por pessoas do mesmo sexo. Dentre os mais comuns destacam-se os seguintes:

1. "Homossexualismo é genético"

As pessoas que utilizam este argumento afirmam que há "causas biológicas" para o homossexualismo. Segundo esse argumento, os homossexuais (tanto homens como mulheres) já nascem assim. Quem defende esta idéia procura sempre transmitir uma aparência de verdade cientificamente comprovada e inquestionável. Estudos para provar que o homossexualismo é genético já foram feitos, mas sem qualquer êxito. Muitos cientistas - alguns dos quais homossexuais e simpatizantes - têm-se esforçado em achar qualquer prova, mas tudo o que conseguiram foi fortalecer o fato de que o homossexualismo não é genético.

2. "Homossexualismo não é doença"

Se há uma coisa que causa verdadeira cólera entre os defensores da militância gay é dizer que o homossexualismo é doença. Não é necessário nem utilizar a palavra doença. Basta dizer que não é normal ou que tem cura, para que eles logo se manifestem.

O que a maioria das pessoas não sabe é que até 1973 a Organização Mundial de Saúde (OMS), entidade ligada à ONU, afirmava que homossexualismo era distúrbio psicológico. Essa declaração só foi removida depois de muitas pressões dos movimentos de militância gay e dos homossexuais infiltrados nas altas rodas do poder. Não houve nenhuma razão científica para essa modificação. No Brasil, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) baixou uma resolução em 23 de março/99 proibindo os psicólogos de dizerem para os homossexuais que eles podem ser ajudados a mudar sua orientação sexual

3. "A Psicologia admite o homossexualismo como natural"

Existem alguns psicólogos que incentivam a prática homossexual. Isso não deve causar admiração alguma, pois alguns homossexuais e simpatizantes da causa gay buscam os cursos de psicologia visando equilibrar sua própria vida emocional e acabam tornando-se os principais incentivadores destas práticas junto àqueles que os procuram na esperança de mudar.

Contudo, a psicologia encara o homossexualismo como comportamento adquirido e para isso fornece diversas razões. Alguns psicólogos procuram levar seu paciente à mudança de comportamento. Isso nem sempre é possível utilizando apenas os conhecimentos da psicologia, mas há diversos casos de sucesso registrados. O próprio Sigmund Freud, o pai da psicanálise, encarava o homossexualismo como perversão.

4. "Eu nunca consegui prazer com pessoas do sexo oposto"

Isso não é difícil de entender. É a mente que responde prazerosamente ou não aos estímulos físicos através da visão, audição, tato etc. Se uma pessoa começa a se relacionar com outra do mesmo sexo e alcança prazer, ela será auto-estimulada a repetir o ato em busca de mais prazer. Cada vez que essa pessoa praticar o homossexualismo e alcançar prazer, estará reforçando o hábito, até chegar ao ponto de não se interessar mais pelo sexo oposto, pois sua mente já foi condicionada pelo prazer homossexual. Entretanto, do mesmo modo que o comportamento homossexual foi adquirido, poderá ser revertido.

5. "E o hermafrodita?"

Quem chega levantar esse tipo de argumento já provou que não entende nada de homossexualismo, menos ainda de hermafroditismo.

Hermafrodita é a pessoa que nasce com duas genitálias, ou seja pênis e vagina. Essa anomalia se dá na formação do feto, mais especificamente na hora de definir o sexo do bebê.

Mas, preste muita atenção: apesar de o bebê nascer com, aparentemente, dois órgãos sexuais, ele só manifestará uma prevalência sexual (no hermafrodita uma genitália é falsa e outra é verdadeira) . E será justamente essa prevalência, somada aos exames médicos sobre sua constituição orgânica que definirão qual dos dois sexos deverá ser operado e inutilizado.

Na maioria das vezes só o órgão correspondente à sua verdadeira sexualidade nasce no tamanho normal. O outro é atrofiado. Muitas vezes, definida a sexualidade daquela pessoa, ela exercerá apenas o seu papel sexual de homem ou de mulher - nunca os dois.

Como esses casos são raríssimos e não justificam o homossexualismo nem mesmo na vida dos portadores dessa anomalia, é tolice querer justificar o comportamento gay/lésbico de milhares de pessoas fisicamente saudáveis utilizando tal argumento.


III - CAUSAS, DESENVOLVIMENTO E CONSEQÜÊNCIAS DO HOMOSSEXUALISMO

1. Causas

São diversas as causas do homossexualismo, porém sempre ligadas à vida emocional e espiritual. Há pessoas que foram iniciadas no homossexualismo quando eram crianças - na maioria das vezes por um adulto da família ou vizinhança. Outras pessoas foram vítimas de abuso sexual. Outros, ainda, cresceram em famílias desequilibradas, onde os papéis do pai ou da mãe estavam trocados ou indefinidos. Muitos gays e lésbicas trazem em seu histórico uma mãe dominadora e/ou um pai apagado. Quando o homossexualismo não é fruto de aliciamento ou violência sexual, sua causa mais comum é o desequilíbrio da família.

Não poderíamos deixar de citar as causas espirituais do homossexualismo. São inúmeros os casos de homens e mulheres que nunca sentiram qualquer atração por pessoa do seu próprio sexo, mas que depois de certos rituais religiosos começaram a manifestar tendências homossexuais e passaram a praticar o homossexualismo. Estes relatos vêm especialmente de pessoas envolvidas com umbanda, candomblé, espiritismo e religiões afins.

2. Desenvolvimento

Cada pessoa desenvolve a homossexualidade de uma forma. Umas começam a utilizar roupas e acessórios do sexo oposto, ou seja, meninos que gostam de vestir roupas da mãe ou irmãs, passar batom, brincar só com bonecas etc. Meninas que só vivem brincando com meninos, têm todo jeito de menino e gostam de usar as coisas do pai.

Todavia, não podemos ser ingênuos ao ponto de pensar que todo mundo que se torna gay ou lésbica começa assim. Pelo contrário, há meninos muito masculinos e meninas muito femininas que podem vir a assumir a homossexualidade mais tarde. E outros que, mesmo tendo as atitudes que acabamos de descrever, não se tornarão homossexuais. Mesmo assim, os pais têm que estar atentos, mas sem pânico.

Existem pessoas que sentem tremenda atração gay ou lésbica, mas não admitem. Por isso tornam-se os inimigos nº1 dos homossexuais quando estão em público. Fazem piadas depreciativas, xingam, batem etc. Mas no fundo gostariam de praticar o homossexualismo, apesar de não perceberem isso conscientemente.

Outros lutam em silêncio, mas uma vez exaustos, assumem publicamente a homossexualidade. O mesmo acontece com os que não se declaram homossexuais, mas levam uma vida ativa em boates, saunas, bares, "points" em geral.

A maioria das pessoas heterossexuais (não gays ou lésbicas) pensa que todo homossexual tem o estereótipo popularmente conhecido como "bichinha" e toda lésbica é "sapatão" (machona). Isso é outro mito. É verdade que esse estereótipo existe, mas não se aplica a todos. Muitos homossexuais poderiam ser considerados "machões" à primeira vista e muitas lésbicas verdadeiras "musas".b As aparências enganam, e muito!

Outro mito popular é que o passivo é mais gay que o ativo, ou seja, quem faz papel de "mulher" na relação sexual é mais homossexual que o que faz papel de "homem". É importante lembrar que HOMOSSEXUAL significa "pessoa que sente atração por outra do mesmo sexo", independente do papel que ela desempenha na cama. Além disso, a maioria dos homossexuais apesar de ter sua preferência, não é exclusivamente ativo ou passivo em todos os seus relacionamentos. A maioria, senão todos, já desempenha ou ainda vai desempenhar ambos os papéis. Isso vale para gays e lésbicas.

Há casos absurdos de vício homossexual. Só para exemplificar, gostaríamos de citar o seguinte:

Um caso comovente foi o que nos contou o pastor Antônio Carlos da Igreja Presbiteriana da Barra, RJ. Ele nos disse que certa vez estava evangelizando um rapaz que tentou convidá-lo para "sair" quando ele fazia caminhada numa praia do Rio. Foi quando ouviu do rapaz a seguinte confissão: "Sabe, apesar de ter tentado te conquistar, eu estou desesperado, porque quero sair do homossexualismo e não consigo. Quando transei com um homem pela última vez, quase vomitei. Mas não consigo evitar a compulsão."

Graças a Deus e à compaixão que o pastor Antonio Carlos sente em seu coração pelos homossexuais, o jovem foi evangelizado e entregou sua vida a Jesus Cristo, encontrando-o alguns dias depois e contando o que Deus estava realizando em sua vida.

Há muitos outros casos que demonstram a angústia daqueles que desenvolveram hábitos homossexuais ao longo de suas vidas (Palavras dadas ao MOSES) .

3.Consequências.

As primeiras conseqüências do comportamento gay/lésbico são o agravamento dos sentimentos de culpa, solidão e depressão. Apesar do prazer momentâneo de relação sexual, o homossexual não consegue evitar as angústias causadas por seu comportamento.Por causa disso, muitos homossexuais se entregam a inúmeras aventuras, trocando de parceiros constantemente e correndo o risco de contrair doenças venéreas e AIDS.

Além disso, correm risco de vida por saírem, na maioria das vezes, com pessoas que não conhecem. As estatísticas brasileiras são claras: "A cada três dias morre um homossexual violentamente."

Mas, as conseqüências podem ser tão variadas quanto os tipos de pessoas que praticam o homossexualismo. Por isso, há muitos que se entregam às drogas e ao álcool. Aliás, álcool, drogas e homossexualismo são como o famigerado Triângulo das Bermudas: muitos que entram em seu território, nunca mais retornam.

Além das conseqüências de ordem pessoal existem outras. A família sofre um golpe terrível ao descobrir que um dos seus membros é gay ou lésbica. A sociedade sofre porque o homossexualismo propicia práticas nada saudáveis como a pornografia, as drogas, o alcoolismo, a promiscuidade, a confusão mental (principalmente para as crianças), a prostituição etc. Quem paga a conta é sempre o contribuinte que acaba tendo seu imposto aplicado nas internações hospitalares, programa de recuperação química, encarceramento e outras iniciativas do governo que visam restaurar o que o submundo homossexual destruiu.

A própria AIDS que não é (diga-se de passagem) doença de homossexuais, apareceu primeiramente entre eles e depois espalhou-se por toda a sociedade por causa das trocas indiscriminadas de parceiros. A coisa acontece mais ou menos assim:

Um homossexual que tem AIDS transa com outro homossexual enrustido ou bissexual. Esse contrai a doença e depois transa com a esposa ou namorada. Um dia ele conhece outro homem e se relaciona com ele. Sem saber, transmite-lhe o vírus. Esse homem acaba transando com outras pessoas, e o ciclo continua.

Não poderia haver, do ponto-de-vista social, uma conseqüência mais desastrosa do que essa para a promiscuidade em que se encontra a nossa sociedade. Enquanto a mídia dá o seu colorido a essas práticas, muitas famílias entram no luto por causa da perda de seus queridos.


IV- O QUE A BÍBLIA DIZ

Antes de procurarmos saber o que diz a Bíblia sobre o homossexualismo, seria bom sabermos o que a Bíblia diz de si mesma e por que ela é tão relevante nessa discussão.

Em primeiro lugar a Palavra de Deus diz que "toda Escritura é divinamente inspirada por Deus e apta para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça..." ( 2Tm 3.l6). Jesus mesmo deu testemunho da singularidade das Escrituras Sagradas, utilizando-as para vencer as tentações no deserto e correlacionando seus ensinos, milagres e missão redentora ao que a lei, os profetas e os salmos disseram.

A Bíblia é a última palavra em matéria de fé e conduta. É interessante como todas as ciências tomam emprestado da Bíblia, mas a Bíblia não toma emprestado de ninguém. Ela é tão suprema e imutável quanto Aquele que a inspirou. Não se conforma aos nossos pontos-de-vista, mas exige que nós nos conformemos a ela. Por isso, jamais poderia ser ignorada ao tratarmos de um tema tão relevante como o homossexualismo.

Agora que já entendemos que papel a Palavra de Deus deve desempenhar em nossa vida, vejamos o que ela tem a dizer sobre o tema em questão enumerando seus ensinos para facilitar:

1. "Não tendes lido que o Criador desde o princípio os fez homem e mulher...?"

A indagação é do próprio Jesus em Mateus 19.4 e deixa claro que o homossexualismo contraria a intenção original do Criador, que nunca muda.

2. "Com homem não te deitarás, como se fosse mulher: é abominação"

A declaração é de Deus, dada a Moisés em Levítico 18.22 e deixa claro que Deus não admite a relação homossexual sob hipótese nenhuma.

3. "Ao anoitecer vieram dois anjos a Sodoma, em cuja entrada estava Ló assentado; este, quando os viu, levantou-se e, indo ao seu encontro, prostrou-se, rosto em terra... instou-lhes muito, e foram e entraram em casa dele... Mas, antes que se deitassem, os homens daquela cidade cercaram a casa, os homens de Sodoma, assim os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados; e chamaram por Ló, e lhe disseram; onde estão os homens que à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos deles... Porém os homens, estendendo a mão, fizeram entrar Ló, e fecharam a porta; e feriram de cegueira aos que estavam fora, desde o menor até ao maior, de modo que se cansaram à procura da porta... Então fez o Senhor chover enxofre e fogo, da parte do Senhor, sobre Sodoma e Gomorra. E subverteu aquelas cidades e toda a campina, e todos os moradores das cidades, e o que nascia na terra." ( Gn l9 ).

Este texto dispensa comentários, mas está completamente de acordo com o próximo texto, sendo que o primeiro está no Velho Testamento e o segundo no Novo Testamento, provando que Deus não mudou como querem alguns, e que a Bíblia é una e sem contradições.

4. "Por causa disso os entregou Deus às paixões infames; porque até as suas mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas, por outro contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo em si mesmos a merecida punição do seu erro" ( Rm 1.26 e 27 ).

Diante de tudo isso, como pode alguém dizer que a Bíblia não fala sobre homossexualismo ou que aprova o comportamento gay? Todas essas passagens são apenas uma pequena parcela de tudo quanto a Bíblia tem a dizer contra esse tipo de comportamento.

A Bíblia não apenas condena o homossexualismo. Ela também oferece esperança real ao homossexual. O pecado não é mais velho do que a graça de Deus. Pelo contrário, a graça de Deus é inseparável do próprio Deus. É por isso que na igreja do primeiro século já havia homossexuais transformados pelo poder do evangelho.

Observe o que disse o apóstolo Paulo à igreja que estava na cidade de Corinto, na Grécia, país em que o homossexualismo e a pedofilia eram considerados normais:

"Ou não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de Deus ? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas... Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus."(1 Co 6.9-11 ).

É maravilhoso saber que há perdão e cura para o homossexual. O mesmo Deus que projetou e executou a criação do homem e da mulher é plenamente capaz de consertar o que o pecado danificou. O homossexualismo não precisa ser a última palavra na vida de ninguém. Deixe que Jesus dê a última palavra: "Se vós permanecerdes na minha Palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará"(Jo 8.3l e 32).


V- PASSOS PARA A CURA

Alguns tipos de estilo homossexual são: os assumidos, os enrustidos e os iludidos.

Os assumidos são os que decidiram reconhecer sua própria homossexualidade e tornaram-na pública. Não tem constrangimento em agir como gays ou lésbicas abertamente.

Os enrustidos são os que, mesmo reconhecendo-se homossexuais, não agem como tais quando em público. Praticam o homossexualismo, mas disfarçam sua condição.

Os iludidos são aqueles que praticam o homossexualismo, mas "juraram" para si mesmos que não são e jamais serão homossexuais.

Isso acontece principalmente com os gays ativos (que fazem papel de homens na relação) e lésbicas passivas ( que desempenham papel de mulher). Apesar de se esforçarem para não assumir sua homossexualidade, essas pessoas são homossexuais com todas as letras. Simplesmente não aceitam seu próprio comportamento, mas também não o deixam.

Relacionamos, abaixo, alguns passos que qualquer um precisará levar em consideração para alcançar a libertação completa das práticas homossexuais:

1º- Passo: reconheça que você tem sido realmente homossexual, mesmo não desejando mais isso;

2º- Passo: reconheça que você não nasceu gay ou lésbica, mas adquiriu esse comportamento por influências externas e carências internas e que, por isso, pode mudar;

3º- Passo: reconheça que ao praticar o homossexualismo, bem como outros maus comportamentos, você pecou contra Deus e precisa de Seu perdão. Arrependa-se e busque sinceramente a face de Deus;

4º- Passo: nunca duvide do amor e da graça de Deus, os quais foram plenamente colocados ao seu alcance pelo sacrifício de Jesus Cristo na Cruz do Calvário;

5º- Passo: entregue-se totalmente a Cristo e rompa com todo tipo de compromissos com o estilo de vida homossexual - inclusive amizades que podem te enfraquecer -, objetos, espíritos, ídolos etc.;

6º- Passo: participe de uma igreja. A convivência com cristãos comprometidos com Deus e nos quais você possa confiar é fundamental;

7º- Passo: procure um lider religioso que entenda do assunto para marcar um horário para aconselhamentos. Esses encontros poderão ministrar cura emocional e renovação espiritual. Um psicólogo cristão pode ser de grande valia, mas escolha seu psicólogo criteriosamente;

Cada um desses passos jamais poderá substituir sua comunhão diária com Deus. Isso significa que sua vitória tem que passar pela oração e leitura bíblica diárias. Sem esse contato diário com Deus, você não se alimentará espiritualmente e obviamente enfraquecerá. Tudo isso pode parecer simples demais, mas da mesma forma que é relativamente simples o desenvolvimento da homossexualidade, a libertação também o é, mesmo que cause alguma tensão inicialmente.

VI- A MÍDIA (PRÓ E CONTRA)

Ninguém pode negar que a questão gay esteja mais presente na mídia atual do que em toda sua história. Os jornais, a TV, as revistas e tantos outros meios de comunicação têm dado ampla cobertura a todo e qualquer pronunciamento dos movimentos de emancipação homossexual, bem como eventos, points, manifestações etc.

Isso é tanto um reflexo do que está acontecendo na sociedade como um terrível incentivo à homossexualização da mesma. Muitas pessoas, por causa da curiosidade ou mesmo porque o homossexualismo está em "moda", estão experimentando o comportamento gay/lésbico e ficando presas na sua teia.

Tendo isso em mente, cuidado com o que você lê. Alimente-se com boa literatura. Se necessário fôr, escreva às editoras manifestando-se contra essa onda de notícias pró-homossexualismo. Se não houver resposta positiva, boicote seus produtos. A maioria dessas editoras só entendem a linguagem do IBOPE.


VII - ALGUMAS PERGUNTAS

1. Só é homossexual quem faz o papel passivo (o de mulher) e nunca quem faz o papel ativo (o de homem) numa relação?

Não. Uma pessoa (homem ou mulher) que transa com outra do mesmo sexo, independente do papel que pratique no momento, é considerada biblicamente homossexual. Aliás, ser ativo ou passivo pode ser só uma questão de tempo.

2. Os ex-homossexuais que ainda carregam trejeitos são menos libertos do que os ex-homossexuais que não carregam nada em sua aparência que lembre o passado?

Não. A limpeza do coração quase nada tem a ver com aparência. Um rapaz crente pode ter ainda alguns trejeitos femininos e, no entanto, já ter sido totalmente liberto das práticas, pensamentos e sentimentos homossexuais. A mesma coisa pode acontecer com uma moça que tenha sido lésbica. Por outro lado, a experiência mostra que há rapazes e moças nas igrejas que foram homossexuais, não carregam nenhum trejeito, mas podem estar ainda envolvidos com sentimentos e práticas homossexuais.

É melhor que quem viveu o homossexualismo busque cura também para sua aparência. Mas que isso não se constitua no "argumento" para julgamentos infundados, pois "O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração". (1 Sm 16.7)

3. Alguém que foi homossexual pode, depois de convertido, ainda sentir circunstancialmente atração por pessoas do mesmo sexo?

Sim. Mas a comunhão diária com Deus, a oração, a meditação bíblica e a convivência com irmãos sinceros e piedosos na igreja vai, dia-a-dia, curando os sentimentos desvirtuados pelo pecado. Aquilo que não começou da noite para o dia, em geral, também não acaba da noite para o dia. O interessante é que o processo usado por Deus para a cura, além de restaurar a sexualidade, cura também nossa personalidade, caráter, convivência familiar e social.

4. Namoro ou casamento é prova de que o homossexual está liberto?

Pode ser, quando o ex-homossexual (ou a ex-lésbica) passou pelo processo de libertação e cura. Isso acontece quando o coração é limpo pela graça e a imagem e semelhança de Deus reaparece em sua vida. Nesse caso, o namoro e o casamento são a coroação da vitória dos que viveram o homossexualismo.

Mas, por outro lado, namoro ou casamento pode ser uma tentativa de fuga do próprio homossexual quando não assume o problema para ser ajudado. Pode ser também um arma falsa com a qual responde às pressões da família, da sociedade e da igreja (que constantemente pressiona o ex-homossexual para o matrimônio julgando, com isso, ajudá-lo no ajuste de sua sexualidade).

VIII- A IGREJA E OS HOMOSSEXUAIS

O preconceito de muitos, leva-os a uma postura de completa ignorância a respeito do homossexualismo e de como lidar com os homossexuais que se convertem a Cristo. Por isso, muitos homossexuais sofrem calados depois de sua decisão por Cristo. Apesar de precisarem muito de apoio, acabam se fechando por falta de amor cristão firme e compassivo. Esses dois traços do amor têm que estar presentes, tanto a firmeza quanto a compaixão.

Mas, graças a Deus, várias igrejas já aprenderam a lidar com eles e têm sido verdadeiras agentes de cura e libertação. Líderes relogiosos esclarecidos e fiéis à Palavra de Deus têm ajudado muito essas pessoas. Alguns têm até fundado centros de recuperação especializados na libertação de gays e lésbicas. Outros têm se especializado em aconselhamento e em toda parte estão surgindo iniciativas de cristãos interessados em ajudar homossexuais a terem uma vida normal. A igreja, exerce papel fundamental na transformação de homossexuais. Não há sobre a terra outro segmento que possa oferecer mudança tão real e permanente para os homossexuais como a Igreja.

E isso porque o seu poder não vem de si mesma, mas daquele que a instituiu. Jesus mesmo disse sobre a Igreja: "... e as portas do inferno não prevalecerão contra ela."(Mt. 16:18).

A Igreja não pode tolerar o homossexualismo em suas fileiras, mas é seu dever receber todo e qualquer homossexual com amor. Precisa orar e trabalhar pela evangelização e libertação desse segmento cada vez mais evidente em nossa sociedade.

Igrejas que criam obstáculos à libertação dessas pessoas darão contas a Deus na mesma proporção que Igrejas que aceitam liberalmente a prática do homossexualismo.

Nenhum homossexual ao converter-se pode ficar fora do convívio da igreja, mas deve submeter-se à orientação pastoral para seu próprio bem-estar espiritual, emocional e social.

É muito comum o homossexual que se converte enfrentar crises em dados momentos. A igreja deve estar preparada para lidar com os altos e baixos durante o processo de libertação. Nunca deve exigir nem insinuar a necessidade de qualquer namoro/casamento heterossexual. A própria pessoa deverá decidir quando e com quem namorar e casar. Casamento não cura homossexualismo. Deve ser conseqüência da cura e tem que ser decidido por livre e espontânea vontade. O ex-homossexual pode, inclusive, optar por ficar solteiro sem que isso represente dúvida em sua nova vida.

O ex-homossexual não deve se fazer de coitadinho (autocomiseração) esperando a atenção dos outros. Deve, pelo contrário, ser autêntico e lutar por sua própria libertação, enquanto também faz novas e saudáveis amizades dentro da igreja.

É possível deixar o homossexualismo e virar heterossexual?

Algumas causas possíveis são consideradas pelo Dr. Albert Ellis, no seu livro Homosexuality, Its Causes and Cure (Homossexualismo, Suas Causas e Cura; 1965). Ele acredita que a condição se deve na maior parte a certos temores. Conta que curou muitos homossexuais por ajudá-los a se livraram destes temores subjacentes. Isto é corroborado pela recomendação de um dos líderes do movimento homossexual norte-americano, Donald Webster Cory:

"O objetivo da terapia [devia ser] aliviar a hostilidade e o temor das relações, sexuais e outras, com o sexo oposto . . . O motivo disso é duplo: . . . ajudar o homossexual a chegar à raiz do problema, e não atacar o que apenas é sintoma — seu problema não é tanto que se sinta atraído aos homens, mas é que foge das mulheres."

Por outro lado, um rapaz jovem talvez seja iniciado no homossexualismo por ser seduzido por homens homossexuais. Houve um exemplo flagrante disso em Vancouver, no Canadá, onde alguns homossexuais seduziram trinta e cinco meninos entre as idades de dez e quatorze anos, e depois fizeram comércio com eles.

Em muitos casos, os homens mais velhos davam aos meninos vinho ou bebida alcoólica, sabendo que os jovens seriam então mais vulneráveis às suas propostas imorais, assim como observa a Palavra de Deus: "Fornicação, e o vinho, e o vinho doce é que tiram o bom motivo." (Osé. 4.11) O profeta Habacuque também advertiu contra esta prática de se usar a bebida alcoólica como preliminar para a sedução: "Ai daquele que dá aos seus companheiros algo para beber, . . . a fim de embriagá-los, com o objetivo de olhar para as suas vergonhas." (Hab. 2.15) Portanto, quando homens mais velhos, estranhos, se oferecem a comprar uma bebida alcoólica para um rapaz jovem, pode haver nisso segundas intenções.

Responsabilidade dos Pais (Não crie um filho homossexual, crie um filho heterossexual)

Quando um jovem se volta para o homossexualismo, é porque, muitas vezes devido a educação recebida dos pais, isto até mesmo antes de seu filho atingir a idade de seis anos. Neste sentido, segundo o Dr. Irving Bieber, autoridade internacional no assunto: ‘O pai desinteressado e a mãe dominante são a combinação perfeita para produzir um filho homossexual.’ Declarou mais: "Não acredito ser possível produzir um pederasta quando o pai é carinhoso com sua esposa e seu filho, e apóia a masculinidade do filho."

Também, segundo este médico, "os pais parecem ter o poder de veto absoluto sobre o desenvolvimento homossexual de seus filhos". Rapazes bem criados não temem o sexo feminino.

Aplica-se, pois, ao homossexualismo, assim como a muitos outros problemas da vida, o velho ditado: "É melhor prevenir do que remediar." Cada pai deve tomar interesse ativo no filho e ajudá-lo a desenvolver uma forte personalidade masculina. Como pode fazer isso? Do modo mais importante, por dar um bom exemplo. Conforme o expressou o apóstolo Paulo: "Ficai despertos, mantende-vos firmes na fé, procedei como homens, tornai-vos poderosos." (1 Cor. 16.13) O exercício do autodomínio é básico. A forte personalidade masculina não é emocional, mas é equilibrada, razoável, em vez de agitada, e adota uma atitude protetora para com os de sua família. Cada pai deve também inculcar no filho honrar e respeitar o sexo feminino; pode fazer isto por tratar a sua esposa de modo amoroso.

Do mesmo modo, cada mãe deve respeitar a chefia de seu marido e precaver-se de não se tornar possessiva ou dominante demais, pois neste caso poderá alhear seus filhos do sexo feminino.

Pai e mãe podem também advertir os filhos explicitamente sobre os males do homossexualismo. Tal conhecimento do homossexualismo é uma proteção. Quando pai e mãe deixam de instruir e advertir seus filhos de modo correto, estes podem cair vítimas de homossexuais astutos.

Responsabilidade Individual (Não quero ser homossexual, quero ser heterossexual)

Embora exista certa medida de responsabilidade parental, há principalmente a responsabilidade individual. Cada jovem precisa estar alerta a evitar o laço do homossexualismo. Não se deve desperceber a força do impulso sexual, do apetite sexual e as armadilhas possíveis a que podem levar. Sem o temor de Deus ou o amor natural à bondade para agir como freio, o coração do homem talvez explore meios desnaturais em busca de satisfação sensual. Quanto mais se vai contrário ao que é normal e direito, tanto mais parece o sensualista sentir-se atraído a isso. (Gên. 8.21; Jer. 17.9, 10) Embora esta forte tendência não se limite ao homossexual, parece ajudar a explicar o domínio que esta prática exerce sobre tantos.

Embora, sem dúvida, para a maioria dos jovens o homossexualismo pareça abominável, caso a pessoa observar qualquer inclinação ou curiosidade neste respeito, deve resistir a ela firmemente, acatando o conselho do apóstolo Paulo: "Abominai o que é iníquo." — Rom. 12.9.

Por isso, os jovens farão bem em odiar as práticas que iniciam a pessoa na vida frustradora do homossexualismo. O Dr. D. J. West diz sobre este aspecto da questão: "Beijos, carícias, íntimo contato corporal e a masturbação mútua são formas comuns de namoro com que os homossexuais, tanto masculinos como femininos, começam a sua carreira sexual."

O que ajuda neste respeito é reconhecer, então, que o auto-erotismo ou a masturbação não é apenas um passatempo inocente, mas é antes uma prática que pode levar a atos homossexuais. Por quê? Porque a masturbação pode tornar mais fácil e mais tentador empenhar-se em masturbação mútua, que é uma forma de homossexualismo. Combater sinceramente esta prática contribuirá muito para proteger o jovem.

Igualmente útil para evitar o laço do homossexualismo é ter em mente o que se disse sobre quão frustrador e desnatural é. Que é extremamente egoísta e endurece a pessoa se vê no modo em que os homossexuais importunam pessoas estranhas, na sua sedução de rapazes e na prevalência do estupro homossexual nas prisões. A evidência indica que o desejo sexual anormal é muito mais difícil de controlar do que o desejo normal.

Libertando-se do homossexualismo

Muitos homossexuais afirmam que não podem mudar. Mas o testemunho de muitos na profissão médica diz que podem mudar, se realmente quiserem. O livro Homosexuality (Homossexualismo), da Sociedade de Psicanalistas Médicos, Comissão de Pesquisa, diz que "cada homossexual é um heterossexual latente". A Bíblia testifica adicionalmente que é possível abandonar práticas imundas e degradantes. Neste sentido, o apóstolo Paulo, depois de dizer que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, acrescenta: "No entanto, isso é o que fostes alguns de vós. Mas vós fostes lavados." — 1 Cor. 6.9-11.

O homossexual que quer mudar precisa dizer-se continuamente que, não importa quão fácil e sensualmente agradável seja a prática, ela é má. Precisa tomar a peito o conselho: "Ó vós amantes do Senhor, odiai o que é mau." Sim, precisa realmente odiar "prazeres" maus. Além disso, precisa ‘continuar a considerar as coisas virtuosas, castas e louváveis’. Encher a mente com a verdade de Deus lhe será de ajuda, pois, conforme Jesus disse: "A verdade vos libertará." — Sal. 97.10; Fil. 4.8; João 8.32.

Neste ínterim, diz o Catecismo da Igreja Católica, baseado nas Sagradas Escrituras:

2357 - A homossexualidade designa as relações entre homens e mulheres que sentem atração sexual, exclusiva ou predominante, por pessoas do mesmo sexo. A homossexualidade se reveste de formas muito variáveis ao longo dos séculos e das culturas. Sua gênese psíquica continua amplamente inexplicada. Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves, a tradição sempre declarouque "os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados". São contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados.

2396 - Entre os pecados gravemente contrários à castidade é preciso citar a masturbação, a fornicação, a pornografia e as práticas homossexuais.

É de muita importância que o homossexual se dê conta de que não pode agradar a Deus se continuar com esta prática detestável. Ela é tão imunda aos olhos de Deus, que tais pessoas moralmente impuras são chamadas de cães na Bíblia. A lei de Deus dada a Israel declara: "Não deves trazer a paga duma meretriz nem o preço dum cão ["sodomita", ALA] à casa do Senhor, teu Deus, para algum voto, porque são algo detestável para o Senhor, teu Deus, sim, ambas estas coisas." (Deu. 23:18) Todos os que, quais cães vira-latas, praticam coisas repugnantes, tais como a sodomia e o lesbianismo, são impedidos de obter a vida eterna no novo sistema de coisas de Deus. (Rev. 22.15) Quão importante é, então, esforçar-se sinceramente a agradar a Deus por não ter nada que ver com as práticas homossexuais!

Aquele que progride no seu desejo de agradar a Deus não deve ficar desanimado se não puder imediatamente eliminar da mente e dos sentimentos todas as emoções e os pensamentos errados. Precisa continuar a lutar, porém, tomando coragem de que até mesmo o apóstolo Paulo confessou que não conseguia plenamente fazer o que queria. Mas não desistiu de lutar. Não cedeu à carne, mas ‘amofinou o seu corpo e o conduziu como escravo’, de modo que podia dizer: "Para todas as coisas tenho força em virtude daquele que me confere poder." — 1 Cor. 9.27; Fil. 4.13; Rom. 7.13-25.

A oração a Deus é de grande ajuda nesta luta. Ore pelo perdão, também por ajuda e especialmente por mais do Espírito Santo de Deus. Sim, "persisti em oração". — Rom. 12.12; Fil. 4.6, 7.

O homossexualismo se propaga como uma praga, um modo de vida errado, desnatural e frustrador. Os escravizados a ele podem libertar-se dele se realmente quiserem. A vida eterna está em jogo! Esforce-se, portanto, a todo custo evitar o laço do homossexualismo. Assuma Jesus na sua vida.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

TESTEMUNHO: "Eu não nasci homossexual"

Um testemunho de um homem curado do homossexualismo e salvo por Deus, pois para Deus NADA é impossível.
Leia e reflita:

Havia um grande conflito em mim, pois as pessoas já me olhavam diferente. Algumas, querendo parecer amigas, faziam comentários amistosos sobre homossexualismo. Uma delas deu-me um presente feminino. Mas eu nasci homem. E quando olho no espelho, ali está um homem. Um corpo de homem. Olhos de um homem. Dentes de um homem. Mãos de um homem. Órgãos de um homem. Deus me fez homem. E eu desejava tanto ser admirado por aquilo que sou. Desejava que o conflito que invadia meus pensamento se findasse. Busquei então ajuda. Eu sabia que algo em mim necessitava de cura, para que eu pudesse assumir-me como realmente sou, e para que pudesse superar aquela imagem afeminada que havia transmitido a outras pessoas. Precisava vencer a situação de ser olhado com interesse por alguns homens, com desprezo por outros homens, e de ser olhado como mais uma amiga pelas mulheres. Quanto doía em mim acordar todos os dias vivendo contra minha própria natureza. E mais, havia uma grande promiscuidade entre os homossexuais, e isso ia como uma lança em direção aos meus mais profundos sentimentos de cristão.

Passo a passo, realizei um caminho de cura chamado ordo amoris. Um caminho para ordenar minha vida - passado, presente e futuro - para o Amor e com o Amor. Trilhei esse caminho fazendo a experiência do Tecendo o fio de ouro, inspirado pela Comunidade Shalom. Nesse caminho que, digo de passagem, exige muita disciplina e dedicação, reescrevi minha história de vida de mãos dadas com Jesus. Momentos de muita dor aconteceram, mas os mesmos momentos foram de cura e libertação para mim. Pois eu não nasci homossexual. Deus me Ama, e não me fez com corpo de homem e mente de mulher. Foram as inúmeras situações de minha vida, muitas delas já esquecidas, que afetaram meus sentimentos e escolhas. Hoje posso dizer que sou um homem curado. Sou eu mesmo. Ainda sofro as consequências do que vivi porque nem todos acreditam numa mudança de vida para os homossexuais. Mas eu acreditei em mim, e mais que isso, acreditei no Deus que me fez homem. Se você vive como eu vivi, faça uma experiência nova. Não se deixe levar pelas mentiras de suas lembranças e até mesmo de seus sentimentos. Pois você é bem mais do que está vendo agora. Você é completo. Você é de Deus!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

A caminho do verdadeiro arco-íris: Homossexualismo e Esperança

A caminho do verdadeiro arco-íris, a felicidade plena de viver a normalidade sexual. Deus nos criou predestinados a serem heterossexuais. Deus ama os homossexuais, mas abomina o homossexualismo e quer curá-los. Deixa Jesus te curar!


1) Ninguém nasce homossexual.

Muitos pesquisadores têm tentado descobrir uma causa biológica para a atração pelo mesmo sexo. Os meios de comunicação promovem a idéia de que já foi descoberto o “gene gay” (Burr 1996). Mas, apesar de várias tentativas, não se testou cientificamente nenhum dos estudos bem divulgados (Hamer 1993; LeVay 1991). Muitos escritores analisaram esses estudos cuidadosamente e descobriram que eles não só não provam uma base genética para a atração pelo mesmo sexo, mas também nem chegam a afirmar possuir provas científicas para tal alegação. (Byrne 1963; Crewdson 1995; Goldberg 1992; Horgan 1995; McGuire 1995; Porter 1996; Rice 1999)
Se a atração pelo mesmo sexo fosse geneticamente predeterminada, então deveríamos supor que gêmeos idênticos teriam de ser idênticos em sua atração sexual. Há, porém, muitos registros de gêmeos idênticos que não são idênticos em sua atração sexual. (Bailey 1991; Eckert 1986; Friedman 1976; Green 1974; Heston 1968; McConaghy 1980; Rainer 1960; Zuger 1976) As situações individuais registradas revelam fatores ambientais que explicam a causa do desenvolvimento de diferentes estilos de atração sexual em crianças geneticamente idênticas, apoiando a teoria de que a atração pelo mesmo sexo é um produto da ação e efeito recíproco de uma variedade de fatores ambientais. (Parker 1964)

Há, porém, tentativas de convencer o público de que a atração pelo mesmo sexo tem base genética. (Marmor 1975) Tais tentativas podem ter como causa motivações políticas porque as pessoas se sentem mais inclinadas a aceitar sem dificuldades reivindicações pedindo mudanças nas leis e nos ensinos religiosos quando crêem que a atração sexual é geneticamente determinada e imutável. (Emulf 1989; Piskur 1992) Outros têm procurado provar uma base genética para a atração pelo mesmo sexo, a fim de poderem apelar para os tribunais em busca de direitos baseados na teoria da “imutabilidade”. (Green 1988)

A sexualidade foi projetada por Deus como um sinal do amor de Cristo. Portanto, a atividade sexual só é apropriada no casamento. O desenvolvimento psicossexual saudável conduz naturalmente, nas pessoas de cada sexo, à atração pelo outro sexo. O trauma, uma educação errada e o pecado podem causar um desvio desse modelo normal. Não se deve identificar as pessoas com base em seus conflitos emocionais ou dificuldades de desenvolvimento, como se isso fosse a essência de sua identidade. No debate entre essencialismo e o construcionismo social, os que crêem na lei natural sustentariam que os seres humanos têm uma natureza essencial — macho ou fêmea — e que inclinações ao pecado — tais como o desejo de se envolver em atos homosexuais — são formados nas pessoas e podem, pois, ser removidos. Portanto, provavelmente seria prudente termos a atitude de evitar, sempre que possível, usar as palavras “homosexual” e “heterossexual” como normas, pois a utilização desses termos sugere um estado fixo e equivalência entre o estado natural do homem e mulher criados por Deus e indivíduos que experimentam atração ou conduta pelo mesmo sexo.

2) A atração pelo mesmo sexo como sintoma.

As pessoas experimentam a atração pelo mesmo sexo por razões diferentes. Embora haja semelhanças nos tipos de desenvolvimento, cada pessoa tem uma história de vida diferente e pessoal. Na história de vida de indivíduos que experimentam a atração pelo mesmo sexo, freqüentemente encontramos um ou mais dos seguintes elementos:

Distanciamento do pai cedo na infância, porque a criança o via como hostil ou distante, violento ou alcoólatra. (Apperson 1968; Bene 1965; Bieber 1962; Fisher 1996; Pillard 1988; Sipova 1983)
Mãe superprotetora (meninos). (Bieber, T. 1971; Bieber 1962; Snortum 1969)
Mãe emocionalmente distante (meninas). (Bradley 1997; Eisenbud 1982)
Pais não conseguiram incentivar identificação do mesmo sexo. (Zucker 1995)
Falta de brincadeiras mais duras (meninos). (Friedman 1980; Hadden 1967a)
Incapacidade de se identificar com colegas do mesmo sexo. (Hockenberry 1987; Whitman 1977)
Antipatia por esportes de equipe (meninos). (Thompson 1973)
Falta de coordenação manual e visual e resultante provocação dos colegas (meninos). (Bailey 1993; Fitzgibbons 1999; Newman 1976)
Abuso sexual ou estupro. (Beitchman 1991; Bradley 1997; Engel 1981; Finkelhor 1984; Gundlach 1967)
Fobia social ou acanhamento extremo. (Golwyn 1993)
Perda dos pais através de morte ou divórcio. (Zucker 1995)
Separação dos pais durante decisivas fases de desenvolvimento. (Zucker 1995)

Em alguns casos, a atividade ou atração pelo mesmo sexo ocorre num paciente com outros diagnósticos psicológicos, tais como:

depressão profunda (Fergusson 1999);
idéias de suicídio (Herrell 1999);
desordens generalizadas de ansiedade, abuso de drogas, conduta anormal na adolescência, desordens de personalidade (Parris 1993; Zubenko 1987);
esquizofrenia (Gonsiorek 1982);
narcisismo patológico (Bychowski 1954; Kaplan 1967).

Em poucos casos, a conduta homosexual aparece mais tarde na vida como reação a um trauma tal como aborto (Berger 1994; de Beauvoir 1953) ou profunda solidão (Fitzgibbons 1999).

3) Há prevenção para a atração pelo mesmo sexo.

Se as necessidades emocionais e de desenvolvimento de cada criança forem supridas corretamente pela família e pelos amigos, é bem improvável que a criança desenvolva a atração pelo mesmo sexo. As crianças precisam de afeição, elogios e aceitação do pai e da mãe, dos irmãos e dos colegas. Nem sempre, porém, é fácil estabelecer tais situações sociais e familiares, e nem sempre dá para identificar logo as necessidades das crianças. Alguns pais podem estar em luta com os próprios problemas e assim sem condições de dar a atenção e o apoio que a criança precisa. Às vezes os pais se esforçam muito, mas a personalidade particular da criança torna esse apoio e cuidado mais difíceis. Alguns pais viram os primeiros sinais do problema, buscaram assistência e aconselhamento profissional, mas receberam conselhos inadequados e em alguns casos até errados.

O Manual Estatístico e Diagnóstico IV (APA 1994) da Associação Americana de Psiquiatria define Desordem de Identidade de Gênero (DIG) nas crianças como uma persistente e forte identificação transsexual, um desconforto com o próprio sexo e preferência por papéis transsexuais nas fantasias. Alguns pesquisadores (Friedman 1988, Phillips, 1992) têm identificado outro sintoma menos evidente nos meninos — sentimentos crônicos de falta de masculinidade. Embora não se envolvam em nenhuma atividade ou fantasia transsexual, esses meninos se sentem profundamente deficientes em sua masculinidade e têm uma reação quase de fobia a brincadeiras mais duras na infância e muita antipatia por esportes de equipe. Vários estudos têm mostrado que crianças com a Desordem de Identidade de Gênero e meninos com problemas crônicos de falta de masculinidade correm o risco de adquirir atração pelo mesmo sexo na adolescência. (Newman 1976; Zucker 1995; Harry 1989)

A desordem de identidade de gênero pode muitas vezes ser vencida quando, com o apoio dos pais, o problema é identificado cedo e recebe intervenção profissional adequada (Rekers 1974; Newman 1976). Infelizmente, muitos pais que relatam essas preocupações para seus pediatras são orientados a não se preocuparem. Em alguns casos, os sintomas e as preocupações dos pais podem parecer diminuir quando a criança entra na segunda ou quarta série. Mas, a menos que sejam tratados de forma adequada, os sintomas poderão reaparecer na puberdade como intensa atração pelo mesmo sexo. Essa atração parece ser a conseqüência da incapacidade de se identificar bem com outras pessoas do mesmo sexo.

É importante que aqueles que estão envolvidos na educação e cuidados de crianças se conscientizem dos sinais da desordem de identidade de gênero e dos problemas de falta de masculinidade nos meninos, e busquem acesso aos recursos disponíveis a fim de encontrarem a ajuda adequada para essas crianças. (Bradley 1998; Brown 1963; Acosta 1975) Quando são convencidas de que a atração pelo mesmo sexo não é uma desordem geneticamente determinada, as pessoas conseguem ter esperança na prevenção e também conseguem ter esperança num modelo de terapia para suavizar, ou até mesmo eliminar, a atração pelo mesmo sexo.

4) Em Perigo, não predestinados.

Embora muitos estudos tenham mostrado que as crianças que foram abusadas sexualmente, que exibem os sintomas da DIG e meninos com problemas de falta de masculinidade correm perigo de desenvolver a atração pelo mesmo sexo na adolescência e na vida adulta, é importante notar que uma percentagem significativa dessas crianças não se tornam homosexualmente ativas quando se tornam adultas. (Green 1985; Bradley 1998)
Para alguns, os relacionamento positivos mais tarde na vida vencem as experiências negativas da infância. Alguns fazem a decisão consciente de evitar a tentação. A presença e o poder da graça de Deus, embora nem sempre possam ser medidos, não podem ser desconsiderados como um fator que ajuda as pessoas em risco a se afastar da atração pelo mesmo sexo. O ato de rotular um adolescente ou, pior, uma criança como imutavelmente “homosexual” prejudica gravemente a pessoa. Tais adolescentes ou crianças podem, com intervenção positiva e adequada, receber orientação apropriada para lidar com traumas emocionais logo no começo.

5) Terapia

Aqueles que promovem a idéia de que a orientação sexual é imutável freqüentemente citam um debate publicado entre o Dr. C.C. Tripp e o Dr. Lawrence Hatterer. Nesse debate o Dr. Tripp declarou: “...não há um único exemplo registrado de mudança na orientação sexual que tenha sido confirmado por especialistas ou testes externos. Kinsey não conseguiu achar um. O Dr. Pomeroy também não conseguiu achar tal paciente. Ficaríamos felizes de ter um do Dr. Hatterer”. (Tripp & Hatterer 1971) Eles não mencionaram a resposta do Dr. Hatterer:

“Tenho curado muitos homosexuais, Dr. Tripp. O Dr. Pomeroy ou qualquer outro pesquisador pode examinar meu trabalho, pois está todo documentado em 10 anos de fitas gravadas. Muitos desses pacientes ‘curados’ (prefiro usar a palavra ‘mudados’) se casaram, tiveram famílias e vivem uma vida feliz. O mito “uma vez homosexual, sempre homosexual” é destrutivo. Além disso, não só eu, mas também outros renomados psiquiatras (Dr. Samuel B. Hadden, Dr. Lionel Ovesey, Dr. Charles Socarides, Dr. Harold Lief, Dr. Irving Bieber, e outros) têm registrado seus tratamentos bem sucedidos dos homosexuais tratáveis”. (Tripp & Hatterer 1971)

Muitos terapeutas têm escrito extensivamente sobre os resultados positivos da terapia para a atração pelo mesmo sexo. Tripp escolheu ignorar a grande quantidade de literatura sobre o tratamento e pesquisas de terapeutas. As análises do tratamento para a atração indesejada pelo mesmo sexo mostram que esse tratamento tem tanto êxito quanto o tratamento para problemas psicológicos semelhantes: quase 30% experimentam libertação dos sintomas e outros 30% experimentam melhora. (Bieber 1962; Clippinger 1974; Fine 1987; Kaye 1967; MacIntosh 1994; Marmor 1965; Nicolosi 1998; Rogers 1976; Satinover 1996; Throckmorton; West )
Os relatos de terapeutas individuais têm sido igualmente positivos. (Barnhouse 1977; Bergler 1962; Bieber 1979; Cappon 1960; Caprio 1954; Ellis 1956; Hadden 1958; Hadden 1967b; Hadfield 1958; Hatterer 1970; Kronemeyer 1989) Isso é só uma amostra representativa dos terapeutas que relatam resultados bem sucedidos no tratamento de pessoas que experimentam atração pelo mesmo sexo.

Há também muitos relatos autobiográficos de homens e mulheres que uma vez criam estar irremediavelmente destinados à conduta e atração pelo mesmo sexo. Muitos desses homens e mulheres (Exodus 1990-2000) agora se descrevem como livres da conduta, fantasias e atração pelo mesmo sexo. A maioria dessas pessoas se libertou participando de grupos de apoio de natureza religiosa, embora alguns também tivessem recorrido a terapeutas. Infelizmente, muitos indivíduos influentes e grupos profissionais ignoram essa evidência (APA 1997; Herek 1991) e parece haver uma campanha unida por parte dos “apologistas homosexuais” para negar a eficácia do tratamento da atração pelo mesmo sexo ou afirmar que tal tratamento é prejudicial. Barnhouse expressou estar surpreso com essas campanhas: “A distorção da realidade inerente no fato de que os apologistas homosexuais negam que a atração pelo mesmo sexo seja curável é tão imensa que ficamos pensando qual é a motivação por trás disso”. (Barnhouse 1977)

O Dr. Robert Spitzer, renomado pesquisador psiquiátrico da Universidade de Columbia, esteve diretamente envolvido na decisão de 1973 de remover o homosexualismo da lista de desordens mentais da Associação Psiquiátrica Americana. Recentemente, ele se envolveu em pesquisa sobre a possibilidade de mudança. O Dr. Spitzer declarou numa entrevista: “Estou convencido de que muitas pessoas fizeram mudanças substanciais para se tornarem heterossexuais... Acho que isso é notícia... Cheguei cético a esse estudo. Mas agora afirmo que há evidências que podem sustentar essas mudanças”. (NARTH 2000)

6) As metas da terapia

Aqueles que afirmam que a mudança da orientação sexual é impossível, geralmente definem a mudança como libertação total e permanente de toda conduta, fantasias ou atração homosexual numa pessoa que anteriormente tinha sido homosexual em conduta e atração. (Tripp 1971) Até mesmo quando se define mudança de acordo com esse método extremo, a afirmação não é verdadeira. Numerosos estudos relatam casos de total mudança. (Goetz 1997)
queles que negam a possibilidade de total mudança confessam que a mudança de conduta é possível. (Coleman 1978; Herron 1982) e que os indivíduos que estiveram sexualmente envolvidos com ambos os sexos parecem mais propensos a mudar. (Acosta 1975) Uma leitura cuidadosa dos artigos que se opõem à terapia de mudança revela que os autores que vêem a terapia de mudança como não ética (Davison 1982; Gittings 1973) têm essa opinião porque eles vêem tal terapia como opressiva para aqueles que não querem mudar (Begelman 1975; 1977; Murphy 1992; Sleek 1997; Smith 1988) e vêem aqueles indivíduos com atração pelo mesmo sexo que expressam desejo de mudar como vítimas da sociedade ou opressão religiosa. (Begelman 1977; Silverstein 1972)
Deve-se observar que quase sem exceção aqueles que consideram tal terapia como não ética também rejeitam a abstinência da atividade sexual fora do casamento como meta mínima (Barrett 1996). Entre os terapeutas que aceitam os atos homosexuais como normais, muitos não vêem nada de errado com a infidelidade nos relacionamentos selados por compromisso (Nelson 1982), encontros sexuais anônimos, promiscuidade sexual geral, auto-erotismo (Saghir 1973), sadomasoquismo e várias parafilias. Alguns até apóiam uma diminuição das restrições no sexo entre adultos e menores (Mirkin 1999) ou negam o impacto psicológico negativo do abuso sexual contra as crianças. (Rind 1998; Smith 1988)
Alguns dos que consideram a terapia como não ética também contestam as teorias há muito aceitas de desenvolvimento infantil. (Davison 1982; Menvielle 1998) Esses tendem a culpar a opressão da sociedade pelos problemas inegáveis que os adolescentes e os adultos homosexualmente ativos sofrem. Deve-se avaliar todas as conclusões de pesquisas à luz dos preconceitos que os pesquisadores trazem para seus projetos. Quando a pesquisa se inspira em agendas políticas confessas, seu valor é seriamente reduzido.

Deve-se indicar que os cristãos não devem apoiar formas de terapia que incentivam os clientes a substituir uma forma de pecado sexual por outra. (Schwartz 1984) Alguns terapeutas, por exemplo, não consideram um cliente “curado” até que ele consiga se envolver bem em atividade sexual com o sexo oposto, ainda que o cliente seja solteiro. (Masters 1979) Outros incentivavam os clientes a se masturbar usando imagens do sexo oposto. (Blitch 1972; Conrad 1976)

Ajuda aos que sofrem da doença do homossexualismo
Para o cristão que sente atração pelo mesmo sexo, a meta da terapia deve ser libertação para viver de modo casto de acordo com o próprio estilo de vida pessoal. Alguns daqueles que enfrentam lutas com a atração pelo mesmo sexo crêem que eles são chamados para uma vida de celibato. Mas não se deve fazê-los sentir que eles não conseguiram alcançar a libertação, só porque eles não experimentam desejos pelo sexo oposto. Outros desejam casar e ter filhos. Há todo motivo para esperar que muitos, com o tempo, poderão alcançar essa meta. Eles não devem, porém, ser incentivados a entrar apressadamente no casamento, pois há ampla evidência de que o casamento não é cura para a atração pelo mesmo sexo. Com o poder da graça, os sacramentos, o apoio da comunidade e terapeutas experientes, a pessoa determinada terá condições de alcançar a libertação interior que Cristo promete.
Os terapeutas experientes poderão ajudar as pessoas a descobrirem e entenderem as causas do trauma emocional que deram origem à sua atração pelo mesmo sexo e então trabalharem em terapia para solucionarem seu sofrimento. Os homens que experimentam a atração pelo mesmo sexo muitas vezes descobrem o modo como sua identidade masculina foi afetada negativamente por sentimentos de rejeição por parte dos pais ou colegas ou uma imagem negativa do próprio corpo físico que resultam em tristeza, revolta e insegurança. A medida que esse sofrimento é curado através da terapia, a identidade masculina é fortalecida e a atração pelo mesmo sexo diminui. As mulheres que sentem atração pelo mesmo sexo poderão descobrir como os conflitos com os pais ou outros homens importantes as levaram a não confiar no amor masculino ou como a falta de afeição maternal as levou a ansiar profundamente o amor feminino. Espera-se que a descoberta das causas da revolta e tristeza as conduza ao perdão e à libertação. Tudo isso leva tempo. Nesse aspecto, as pessoas que sofrem de atração pelo mesmo sexo não são diferentes dos muitos outros homens e mulheres que sofrem emocionalmente e precisam aprender a perdoar.

Os terapeutas cristãos que trabalham com pessoas cristã devem ser livres para usar a riqueza da espiritualidade cristã nesse processo de cura. Aqueles que sofrem feridas emocionais causadas pelo pai podem ser incentivados a desenvolver seu relacionamento com Deus como um pai amoroso. Aqueles que foram rejeitados ou ridicularizados pelos colegas na infância podem meditar em Jesus como irmão, amigo e protetor.
Há toda razão para se ter esperança que com o tempo aqueles que buscam libertação a encontrarão, mas devemos reconhecer quando incentivamos as pessoas a ter esperança, que há algumas que não alcançarão suas metas. Poderemos nos encontrar na mesma posição de um oncologista pediátrico que contou como era no começo do seu trabalho. Ele disse que não havia esperança para as crianças atingidas pelo câncer e que era o dever do médico ajudar os pais a aceitarem o inevitável e não desperdiçarem seus recursos atrás de uma “cura”. Hoje quase 70% dessas crianças se recuperam, mas cada morte deixa a equipe médica com um terrível sentimento de fracasso A medida que melhorar a prevenção e o tratamento da atração pelo mesmo sexo, as pessoas que ainda enfrentam lutas, mais do que nunca, precisarão de apoio compassivo e sensível.

1) Ministrado para pessoas que apresentam atração pelo mesmo sexo

É muito importante, para todo cristão que experimenta atração pelo mesmo sexo, saber que há esperança, e que há ajuda. Infelizmente, essa ajuda não é prontamente disponível em todos os lugares. Os grupos de apoio, os terapeutas e os conselheiros espirituais que inequivocamente apóiam o ensino de Cristo são componentes essenciais da ajuda necessária. Já que as noções da sexualidade em nosso país são tão variadas, os clientes que buscam ajuda devem ser cautelosos e verificar se o grupo ou conselheiro apóia os imperativos morais cristãs. Uma das melhores e mais conhecidas agências de apoio é uma organização conhecida como Courage e sua organização filial Encourage(outras também como Exodus Internacional) . Embora qualquer tentativa de ensinar a pecaminosidade da conduta homosexual ilícita possa ser saudada com acusações de homofobia, a realidade é que Cristo chama todos para a castidade conforme a situação específica de vida de cada pessoa. O objetivo é ajudar todos a viverem de modo casto não é uma forma de condenar os que acham a castidade difícil. Pelo contrário, é a resposta compassiva é, busque imitar Cristo, o Bom Pastor.

É essencial que todo cristão que experimenta a atração pelo mesmo sexo tenha acesso fácil aos grupos de apoio, terapeutas e conselheiros espirituais que apóiam inequivocamente o ensino Cristão e estão preparados para oferecer ajuda da mais elevada qualidade. Devem alcançá-los com amor, esperança e a autentica e inalterável mensagem de libertação do pecado através de Jesus Cristo.

As pessoas que experimentam a atração pelo mesmo sexo muitas vezes relatam uma longa história de experiências sexuais precoces e trauma sexual. (Doll 1992) Os indivíduos que estiveram envolvidos em atividade sexual com outro indivíduo na infância são mais propensos a se tornarem homosexualmente ativos. (Stephan 1973; Bell 1981) Muitos jamais contaram a ninguém sobre essas experiências (Johnson 1985) e carregam tremenda culpa e vergonha. Em alguns casos, aqueles que foram abusados sexualmente se sentem culpados porque reagiram ao trauma vivenciando sexualmente esses incidentes.

As pessoas envolvidas em atividade homosexual poderão também sofrer de vício sexual. (Saghir 1973; Beitchman 1991; Goode 1977) Aqueles que se engajaram em formas extremas de conduta sexual ou trocaram sexo por dinheiro têm mais probabilidade de se envolver em atividade homosexual. (Saghir 1973) Não é fácil vencer os vícios, assim recorrer à confissão pode ser um primeiro passo para a libertação.

2) Ajuda para o conselheiro

Os indivíduos com a atração pelo mesmo sexo muitas vezes abusam do álcool, drogas de prescrição e drogas ilegais. (Fifield 1977; Saghir 1973) Tal abuso poderá enfraquecer a resistência à tentação sexual.

O desespero e pensamentos de suicídio são também freqüentemente parte da vida de uma pessoa perturbada com a atração pelo mesmo sexo. (Beitchman 1991; Herrell 1999; Fergusson 1999)

Os indivíduos que experimentam a atração pelo mesmo sexo poderão sofrer de problemas espirituais tais como inveja (Hurst 1980) ou autopiedade. (Van den Aardweg 1969) É importante que a pessoa que experimenta a atração pelo mesmo sexo não seja tratada como se as tentações sexuais fossem seu único problema.

A maioria esmagadora dos homens e mulheres que experimentam a atração pelo mesmo sexo relatam um relacionamento bem insatisfatório com o pai (veja as notas de rodapé 17 a 23).

3) A Família Cristã

Quando pais tementes a Deus, descobrem que seu filho ou filha está experimentando a atração pelo mesmo sexo ou está envolvido em atividade homosexual, eles muitas vezes se sentem devastados. Temendo pela saúde, felicidade e salvação da criança, os pais geralmente ficam aliviados quando são informados de que é possível tratar e prevenir a atração pelo mesmo sexo. Eles poderão procurar o apoio de outros pais na organização Encourage. Eles também precisarão compartilhar seus problemas com amigos e famílias amorosas.
Os pais devem ser informados dos sintomas da Desordem de Identidade de Gênero e da prevenção dos problemas de identidade de gênero. Eles também devem ser incentivados a levar esses sintomas a sério e encaminhar os filhos com problemas de identidade de gênero a profissionais de saúde mental qualificados e moralmente preparados.

4) A esperança da cura

O Dr. Jeffrey Satinover escreveu de sua vasta experiência com clientes que experimentam a atração pelo mesmo sexo:

“Tenho tido a felicidade extraordinária de encontrar muitas pessoas que saíram do estilo de vida gay. Quando vejo as dificuldades pessoais, a clara coragem que eles mostram não só para enfrentar essas dificuldades, mas também para confrontar uma cultura que usa todos os meios possíveis para negar a validade de seus valores, metas e experiências, fico verdadeiramente admirado... São essas pessoas — ex-homosexuais e aqueles que ainda estão lutando, em todos os lugares dos EUA e em outros países — que permanecem para mim como um modelo de tudo o que é bom e possível num mundo que leva a sério o coração humano, e o Deus desse coração. Em minhas várias pesquisas no mundo da psicanálise, psicoterapia e psiquiatria, realmente nunca antes vi tal profunda cura”. (Satinover 1996)
Aqueles que desejam se libertar da atração pelo mesmo sexo freqüentemente recorrem primeiro à Igreja. Há toda razão para se ter esperança de que todo indivíduo que experimenta a atração pelo mesmo sexo, que busca a ajuda de Cristo, poderá encontrar a libertação da conduta homosexual.

sábado, 14 de maio de 2011

Mentiras sobre o homossexualismo

Nos últimos anos surgiram vários grupos que procuram fazer com que se tornem leis aquilo que chamam de "direitos dos homossexuais", que são por estes grupos considerados direitos humanos. Estes grupos baseiam seus protestos e petições em várias mentiras, meias-verdades e enganos.

Vejamos quais eles são:
1 - O homossexual "nasce assim", e não pode fazer nada a respeito.
Mentira. O homossexualismo é, de acordo com mais de 70% dos psiquiatras americanos, um transtorno psicológico tratável, não uma "inclinação" que vem da barriga da mãe. O homossexualismo é geralmente causado pela falta de uma pessoa adulta do mesmo sexo que seja vista como um modelo para a criança na fase em que ela está desenvolvendo a sua personalidade (de 1 até os 4 anos de idade). Esta pessoa normalmente é o próprio pai, mas pode perfeitamente ser o avô, tio, primo...
Como este problema surge quando a criança ainda é muito pequena, é compreensível que o homossexual não tenha nenhuma lembrança de já ter sido normal. A cura do homossexualismo é feita por tratamento psicológico, que procura levar o paciente a perdoar seu pai e buscar um modelo masculino adequado.

2 - 10% das pessoas são homossexuais
Mentira. Estes dados, frequentemente citados pelos grupos ativistas pró-homossexualismo, vêm do chamado "Relatório Kinsey", feito por um americano que usou métodos totalmente anticientíficos, e não têm nenhum valor. O Dr. Kinsey pesquisou basicamente entre pessoas condenadas por crimes sexuais e atentados violentos ao pudor nas cadeias americanas, e omitiu este fato, divulgando sua pesquisa como se ela fosse uma representação da sociedade como um todo, não dos meios criminosos mais depravados. Pesquisas mais recentes mostram que não mais de 2% da população já teve relações homossexuais; 33% por cento dos abusos sexuais contra crianças nos Estados Unidos, porém, foram feitos por homossexuais assumidos. Uma parcela muito maior dos homossexuais assumidos já se envolveu em atos sexuais com crianças que qualquer outro grupo da sociedade.
3 - Os homossexuais não têm um estilo de vida mais perigoso que o dos heterossexuais.
Mentira. A idade média de morte dos homossexuais americanos é de 42 anos, se não levarmos em conta os que morrem de Aids. Se os levarmos em conta, a espectativa de vida de um homossexual americano é de 39 anos. Apenas 9% dos homossexuais dos EUA atingem os 65 anos de idade. Um homem heterossexual casado no mesmo país tem uma expectativa de vida de 75 anos. A idade média em que falecem as lésbicas americanas é 45 anos de idade; a expectativa de vida média das mulheres nos EUA é de 79 anos. 50% dos suicidas são homossexuais praticantes. Um quarto dos homossexuais americanos é alcoólatra ou viciado em drogas. 43% dos homossexuais admitem já ter tido mais de 500 parceiros sexuais. 28% admitem mais de mil parceiros sexuais. 79% deles admite que a imensa maioria destes contatos foi com pessoas absolutamente desconhecidas.
4 - Os homossexuais não têm relações conjugais estáveis porque não têm direito a casar-se.
Mentira. Para começar, eles têm sim este direito; não têm é o direito de casar-se com pessoa do mesmo sexo, como aliás os heterossexuais também não têm. Além disso, hoje em dia a quantidade de casais heterossexuais que vivem juntos sem casamento é enorme, e não é um documento de casamento civil que vai aumentar ou diminuir o número de relações de casal estáveis entre os heterossexuais. O que os movimentos ativistas homossexuais procuram é fazer com que a população aceite o homossexualismo como algo tão correto e aceitável quanto o matrimônio. Alguns grupos ativistas homossexuais dizem que querem o "casamento gay" por questões de herança; se assim fosse, estariam lutando pelo direito, inexistente no Brasil, de definir em testamento para quem vão todos os seus bens. Assim um pai poderia definir que todos os seus bens vão para um determinado filho e não para os outros, ou um homossexual poderia definir que seus bens vão todos para seu parceiro. Isto, porém, não interessa a eles, pois o que eles desejam é ver o homossexualismo aceito como igual ao matrimônio pela sociedade.
5 - Discriminar as pessoas por sua "preferência sexual" é equivalente a discriminá-las por causa da cor de sua pele.
Mentira. A discriminação causada por preconceito racial é uma discriminação da pessoa pelo que ela é, pela cor de sua própria pele. Uma pessoa discriminada por causa da cor de sua pele é uma pessoa discriminada poir causa de algo que ela nunca pode mudar, por causa de algo que ela é. Já a discriminação por "preferência sexual" é uma discriminação por causa do que a pessoa faz, não pelo que ela é.
Há uma discriminação que frequentemente chega a ser criminosa, entretanto: quando é uma agressão simples, sem caridade e sem desejo de auxílio, a discriminação contra os homossexuais é errada. Assim, do mesmo modo como não se deve atacar física ou moralmente (dando socos ou xingando) alcoólatras ou viciados em drogas, não se deve atacar homossexuais. Eles devem ser ajudados a libertar-se desta doença e buscar uma cura, não ser atacados. A agressão pura e simples não leva a bem nenhum.
Há porém outro tipo de discriminação que é saudável, que consiste em perceber o mal que acomete a pessoa e buscar ajudá-la a evitar situações que poderiam ser perigosas. Assim como não podemos querer que um alcoólatra seja vigia de um depósito de bebidas alcoólicas, para seu próprio bem, não podemos aceitar que um homossexual viva ou trabalhe em situações em que a tentação seja demasiadamente forte e difícil de resistir (por exemplo: ser militar, conselheiro escolar ou chefe de escoteiros, etc.), também para seu próprio bem. Esta discriminação não é agressiva; ao contrário, é uma proteção e visa o bem de todos.
6 - A Bíblia não fala nada contra o homossexualismo.
Mentira. No Antigo Testamento o homossexualismo é condenado por Deus nos termos mais fortes como um crime abominável (Lv 18,22), chegando a merecer a pena de morte (Lv 20,13, como aconteceu com a cidade inteira de Sodoma (Gn 19).
No Novo Testamento, Deus nos ensina pela boca de São Paulo Apóstolo que o homossexualismo é contrário à natureza e depravado (Rm 1,24ss) e que os efeminados e sodomitas não herdarão o Reino de Deus (1 Cor 6,10).
Autor: Carlos Ramalhete - Livre cópia e difusão do texto em sua íntegra com menção do autor.

Homossexualismo reduz a vida e é mais maléfico que fumar

FILADELFIA, 11 Abr. 07 (ACI) .- Recentes estudos demonstram que o hábito de fumar reduz a esperança de vida de uma pessoa entre 1 e 7 anos; enquanto que a conduta homossexual na Noruega e Dinamarca a diminui em até 24 anos.

Assim afirmaram recentemente os doutores Paul e Kirk Cameron na convenção anual da Eastern Psychological Association (EPA) no dia 23 de março.

“Que justificação existe para condenar o hábito de fumar e aceitar a homossexualidade? Hoje, em todo mundo ocidental, as crianças no colégio aprendem que devem aceitar a homossexualidade e rechaçar o tabaco”, indica o Dr. Paul Cameron, quem também pertence ao Family Research Institute.

Na Dinamarca, o país com a mais longa história quanto ao “matrimônio” homossexual se referem, entre 1990 e 2002, os homens heterossexuais casados morria à idade média de 74 anos, enquanto que 561 casais de homossexuais homens “casados” o fizeram à idade média de 51 anos.

Na Noruega, os heterossexuais casados morriam aos 77, em média; enquanto que os homossexuais morriam aos 52. No caso das mulheres a diferença é similar: casadas morriam em média aos 78, enquanto que as lésbicas em união homossexual legalizada o faziam aos 56.

“A consistência da redução na esperança de vida para quem vive a homossexualidade é significativa”, explica o Dr. Cameron. “O mesmo patrão de morte precoce pode ver se olharmos os obituários nos Estados Unidos. Dada a grande redução da esperança de vida nos homossexuais, as escolas deveriam advertidas forte e consistentemente às crianças inclusive mais que como se faz com o tabaco. As escolas que estão introduzindo um curriculum pró-gay precisam voltar a pensar suas prioridades”, concluiu o especialista.

http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2007/04/11/homossexualismo-reduz-a-vida

sexta-feira, 13 de maio de 2011

terça-feira, 10 de maio de 2011

Site gay divulga: Pesquisa diz que gays podem deixar o homossexualismo e virarem heterossexuais

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos revelou que os gays podem se transformar em homens heterossexuais se estiverem altamente determinados para isso.

De acordo com o estudo, realizado pela Universidade de Colúmbia, a orientação sexual pode ser revertida se houver a real vontade do gay.

Grupos de defesa dos direitos dos homossexuais consideraram o estudo preconceituoso.

O homossexualismo e a terapia reparativa

O que é homossexualismo?
O homossexualismo é um sintoma de um problema emocional e representa as necessidades emocionais não satisfeitas na infância, especialmente em relação ao genitor do mesmo sexo. Em outras palavras, para o menino que não teve uma ligação emocional com o pai, ea menina não tinha cuidado emocional da mãe, isso pode levá-los a desenvolver um sintoma da atração do mesmo sexo/homossexualismo.

O homossexualismo é 'normal'? E o que é normal?
Menos de 2% da população mundual é homossexual. Portanto, estatisticamente, não é "normal" no sentido de que é generalizada. Além disso, não é normal nem natural em termos de design. Quando falamos do direito natural, bem como o papel do corpo humano, quando olhamos para o papel do corpo humano, a homossexualidade não é normal. É um sintoma de alguma doença. A normalidade é algo que desempenha um papel de acordo com o projeto real, esse é o conceito de direito natural, e neste homossexualidade em conta não pode ser normal, porque a anatomia de dois homens, os corpos de dois homens ou duas mulheres, não são compatíveis.


O que causa o homossexualismo? Existe uma causa genética?
Como eu disse, as causas da homossexualidade data a partir da percepção da criança ou a criança na primeira infância. O menino precisa de um relacionamento com seu pai para desenvolver a sua identidade substancial do sexo masculino, a menina precisa de uma ligação emocional ou de relacionamento com a mãe a desenvolver a sua feminilidade. É o sentido de gênero que determina a orientação sexual.
Em outras palavras, quando um indivíduo está seguro de sua masculinidade, é naturalmente atraído por mulheres. E o mesmo vale para as mulheres: Quando um jovem se sente seguro de sua identidade feminina, é naturalmente atraída por rapazes.
O homossexual é uma pessoa que não tem o sentido de gênero e, portanto, pretende resolver, ou procurar uma solução através de outras pessoas. Essa inclinação é sexualizada, e é por isso que eles revelam o sintoma da homossexualidade.


Muito se fala sobre as causas genéticas da homossexualidade e cerca de 20 anos atrás nos Estados Unidos, falou de um 'gene gay' ou o 'cérebro gay', mas nenhum estudo demonstrou isso. Na verdade, não ativistas gays nos Estados Unidos e falar tanto sobre a base biológica e genética, pois nenhum estudo demonstrou, ou tenha oferecido essa confirmação. Eles são muito familiares mais evidente e as causas ambientais, especialmente as que chamamos de "relação triádica clássica" consiste de um pai distante e crítico, por um hiperinvolucrada mãe, intrusivas e, por vezes, dominantes e constitucionalmente rapaz sensível, tímido e refinado expostos em maior risco de ser falta de identidade sexual. Vemos esse padrão de forma contínua.
Reconhecemos que, para muitas pessoas é uma predisposição constitucional ao homossexualismo, mas é uma predeterminação coisa diferente ou uma "causa direta". Ou seja, a criança pode ser constitucionalmente propenso ao homossexualismo, em termos de constituição passiva ou delicada, na sua dificuldade em criar um vínculo com o pai e para se sentir confiante com o mundo masculino, mas é necessário "clássica relação triádica" ambiente para criar um problema homossexual, um sujeito com esta constituição.


Qual é a diferença entre gay e homossexual?
É essencial fazer esta distinção importante entre gays e homossexuais. Os ativistas gays gostariam que nós acreditamos que todos os homossexuais são gays. Nós não acreditamos que eles são gays. A palavra "gay" indica uma identidade sócio-político. "Homossexual", no entanto, é simplesmente uma descrição de um problema psicológico, a orientação sexual.
As pessoas que vêm à nossa clínica buscando ajuda, tenho um problema homossexual, mas rejeita o rótulo de "gay". Não quero ser chamado de "gay" porque reconheceram que a identidade sócio-político e no estilo de vida gay.


"O movimento gay é um movimento pelos direitos humanos?
De um ponto de vista, é, é um movimento de direitos humanos ou os direitos civis, porque todas as pessoas, não importa qual a sua orientação sexual, devem gozar dos direitos civis. No entanto, isso não significa que a sociedade deve redefinir o casamento, que é outro argumento que vai além desta conversa. Acreditamos que muitos ativistas gays têm usado a questão dos direitos civis ou liberdades civis, como forma de oprimir as pessoas que estão tentando mudar, as pessoas que estão tentando sair do homossexualismo. Há toda uma população de indivíduos que deixaram ou estão deixando o homossexualismo, e este fato é uma ameaça para os ativistas gays que estão tentando reprimir e silenciar esse ponto de vista, essa população.


Os pesquisadores dizem que os homossexuais sofrem muito. A causa desse sofrimento é a homossexualidade ou a homofobia social?

Nós acreditamos que há sofrimento para a sociedade de orientação homossexual, porque a cultura gay é uma minoria na sociedade e porque os objectivos sociais do movimento gay é uma ameaça ao corpo social. Gays querem redefinir o matrimônio, a natureza da paternidade e da norma social fundamental sobre gênero e sexo, que é por que a sociedade tem resistido a normalização da homossexualidade e da visibilidade gay. E reconhecemos que isso é difícil para as pessoas que se identificam como gays.


Enfim, o que não é falado da desordem intrínseca à condição homossexual. Acreditamos que o homossexualismo é intrinsecamente desordenados e contrários à verdadeira identidade do indivíduo. Muitos dos sintomas experimentados por gays e lésbicas não são causados ​​pela homofobia social, mas porque a própria condição é contrária à sua verdadeira natureza. Muitos estudos mostram que os homossexuais são mais infelizes, deprimidos, com tendência a tentativas de suicídio, tem más relações, são incapazes de manter relacionamentos de longo prazo, têm comportamentos auto-agressivos e desajustados.
Mas você não pode simplesmente dizer que tudo isso é causado pela homofobia da sociedade. Em parte é, mas acho que a maioria dos que sofrem devido à natureza desordenada da homossexualidade em si, porque vai contra nossa natureza humana.


O que é terapia reparativa?
É um tipo particular de psicoterapia que se aplica as pessoas que querem superar a atração homossexual. Olhe para as origens e as causas desta condição, o que ajuda as pessoas a entender, ensinando-lhe a entender o que aconteceu em sua infância, para compreender os eventos particulares que têm acontecido, principalmente em termos de relações com sua mãe e com seu pai, e ir além de tudo isso. Tente apoiá-lo para criar novas relações que são saudáveis, benéficas, e vale o vácuo emocional que foi criado no seu desenvolvimento.
O fundo realmente parece técnicas de terapia reparadora, que são mais eficazes na redução da homossexualidade de uma pessoa e desenvolver seu potencial heterossexual.


Quais são os fundamentos teóricos da terapia reparativa?
A terapia reparativa começa, em teoria, terapia psicodinâmica, isto é, aquele que explora as forças inconscientes que governam o comportamento dos indivíduos. Do ponto de vista teórico, acreditamos que não satisfeitas as necessidades emocionais são expressos indiretamente na forma de sintomas, e no caso do homossexualismo, e a atração homossexual.
Mas o homossexualismo não é realmente o sexo, mas sim a tentativa de obter satisfação emocional e identificação, a realização, através de um comportamento homossexual. Uma tentativa, no entanto, não funciona, e por esta razão, as pessoas vêm ao nosso encontro. Muitos dos desenvolvimentos teóricos são baseados na teoria psicodinâmica clássica. Nós usamos muitos conceitos freudianos. Como sabemos, Freud acreditava que a homossexualidade era um distúrbio do desenvolvimento.
Embora o próprio Freud era um defensor dos direitos dos homossexuais, ele acreditava que o tratamento deve estar disponível para aqueles que queriam mudar, e nós seguimos a mesma linha. Trabalhamos também com a família de origem, ajudando os pacientes a entender suas relações com ele e como o local ocupado por ele na estrutura familiar tem levado ao fracasso na aquisição de seu próprio gênero.
"Seus sofrimentos foram devido a causas emocionais"
A mudança é realmente possível. Nós vemos mais e mais pessoas que querem dar um passo adiante e dar provas. Cinco anos atrás era difícil encontrar um ex-homossexual que queria expor, mas felizmente existem homens e mulheres que eram abertamente gays e lésbicas que viviam um estilo de vida gay, e agora querem discutir abertamente o processo de mudança. Apesar de terem sido informados de que não tinha escolha a não ser gay, eles tiveram que aprender a aceitá-lo, muitos deles são casados ​​e com filhos. Estas pessoas têm sido capazes de chegar ao fundo das causas da sua atracção sexual própria e descobriu que seu sofrimento foi devido a causas emocionais.


Defendendo o direito de alterar
Em 1973, a Associação Psiquiátrica Americana (APA) retirou a homossexualidade do seu Manual de transtornos mentais em uma tumultuada sessão na qual o lobby homossexual culminou três anos de uma pressão muito forte. Apesar das pressões, a retirada da homossexualidade da lista de transtornos mentais foi aprovada por apenas 8% de vantagem.
O movimento foi uma vitória para o movimento gay, mas uma perda, tanto para os homossexuais que estavam em sua capacidade como um transtorno incompatível com seu sistema de valores e viver a vida que eles queriam e os profissionais da psiquiatria, que haviam desenvolvido técnicas terapêuticas retificação da orientação sexual. Como continuar a curar-se uma condição que o colégio de psiquiatria tinha deixado de ser considerado patológico?
Esse motivo levou a três principais especialistas americanos, Joseph Nicolosi, Charles Socarides e Benjamin Kaufman, a fundar em 1992, o Grupo Renascer.



sábado, 7 de maio de 2011

Segundo a CID, quem não quer ser gay pode buscar tratamento psicológico para alterar sua identidade sexual

Segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID), que é publicada pela (OMS), a Organização Mundial de Saúde, quem não quer ser gay pode buscar tratamento para se curar.

CID-10 F66 Transtornos psicológicos e comportamentais associados ao desenvolvimento sexual e à sua orientação.

F66.0 Transtorno da maturação sexual
"O paciente está incerto quanto a sua identidade sexual ou sua orientação sexual, e seu sofrimento comporta ansiedade ou depressão. Comumente isto ocorre em adolescentes que não estão certos da sua orientação (homossexualismo, heterossexualidade ou bissexualismo), ou em indivíduos que após um período de orientação sexual aparentemente estável (freqüentemente ligada a uma relação duradoura)
descobre que sua orientação sexual está mudando."

F66.1 Orientação sexual egodistônica
"Não existe dúvida quanto a identidade ou a preferência sexual (heterossexualidade, homossexualismo, bissexualismo ou pré-púbere) mas o sujeito desejaria que isto ocorresse de outra forma devido a transtornos psicológicos ou de
comportamento associados a esta identidade ou a esta preferência e pode buscar tratamento para alterá-la."

F66.2 Transtorno do relacionamento sexual
"A identidade ou a orientação sexual (heterossexualidade, homossexualismo ou bissexualismo) leva a dificuldades no estabelecimento e
manutenção de um relacionamento com um parceiro sexual. "

Homossexualismo: desorientação sexual

O homossexualismo sempre tem sua origem em falhas da educação ministrada a um menino ou a uma menina, que cria em si o complexo de inferioridade em relação aos indivíduos do mesmo sexo; daí querer o menino comportar-se como menina e vice-versa e o medo que eles tem do sexo oposto, por se acharem inferiores.